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O verdadeiro Código da Vinci muito além de Maria Madalena – parte 7 – a partitura secreta da Última Ceia

Ainda dentro dos temas ocultos extraídos da Última Ceia, e que vão muito além da simples referência a Maria Madalena como suposta esposa de Cristo, há algum tempo, pesquisadores trabalham tentando decifrar, no jogo das mãos (e pães) dos apóstolos, uma mensagem cifrada na forma de uma partitura secreta ali inserida, na comparação com uma construção musical elementar.

 

Um dos estudos mais recentes nos levam ao nome de Giovanni Maria Pala:

 

Giovanni Maria Pala descobriu um verdadeiro código escondido na obra “A última ceia” de Leonardo da Vinci, uma partitura musical!

“Isso não é baseado no livro de Dan Bown, é real”, disse o músico Giovanni ao Discovery News em uma entrevista exclusiva.

“Sempre fiquei intrigado com a possibilidade de encontrar uma peça musical na última ceia, mas nunca me imaginei decifrando uma mensagem secreta de Leonardo”. De fato, Leonardo era um exímio tocador de lira, que adorava esconder enigmas em seus trabalhos.

 Giovanni, que publicara suas descobertas no livro “La musica celata” (A música secreta), declara ter descoberto nada menos do que um hino sagrado e um texto, junto com símbolos místicos na obra de arte de Da Vinci.

“Inicialmente estava usando a toalha de mesa como o pentagrama musical, pois ela tem linhas horizontais e verticais correspondendo com os pães, isso imediatamente me fez pensar em notas musicais em um pentagrama, tentei tocar as notas, mas não funcionou.

Procurar detalhes simples não era a abordagem correta,  disse Pala.

 De acordo com Giovanni, a obra deve ser vista como uma completa harmonia, onde cada detalhe tem um significado específico. Os apóstolos, que estão divididos em grupo de três, deram a dica de que a peça deveria ser tocada em compasso 3/4, como a maioria das musicas do século XV.

Mas foram as mãos deles, sempre em relação aos pães da mesa que providenciaram a verdadeira partitura, lida de trás pra frente (da direita pra esquerda, do modo que Leonardo escrevia).

“Marquei os pães sobre a mesa e as mãos dos apóstolos como notas musicais, então desenhei o pentagrama sobre a cena entre a toalha de mesa e o rosto de Jesus. Não acreditei em meus ouvidos quando toquei a música, ela soou solene, quase como um requiém!” disse Pala.

Mas há muito mais. Giovanni percebeu que as notas em suas posições, quando ligadas por uma linhas, produziam estranhos símbolos, similar a antiga escrita cuneiforme, desenvolvida pelos sumérios por volta de 3500 a.C.

Examinado pelo padre Luigi Fernando, um estudioso bíblico da universidade Antonianum Pontifical em Roma, a escrita cuneiforme foi descoberta como uma frase em hebreu antigo:
“Bo nezer usbi”, que significa “Com ele consagração e glória”.

Ainda no Código Da Vinci, Thomas Mitchell, um músico de 75 anos e ex-criptógrafo da Força Aérea Real, e seu filho Stuart, compositor e pianista, decifraram uma partitura musical escondida, dessa vez, no arco da capela Rosslyn, igreja escocesa do século XV, que é citada no livro de Dan Brown.

Thomas e seu filho Stuart, que ficaram fascinados pelos símbolos gravados nos arcos da capela disseram ter decifrado uma partitura musical escondida ali, outro mistério oculto por quase 600 anos.

Pai e filho descrevem a peça como “Música congelada”. “A música foi congelada no tempo pelo simbolismo”, escreve Mitchell em seu site, que traz detalhes do projeto de 27 anos para decifrar o código da capela. 

Para ele, “era só questão de tempo até que o simbolismo começasse a se revelar e a fazer sentido para a percepção científica e musical”. 

A Capela Rosslyn, que fica a cerca de 11 quilômetros ao sul da capital escocesa, Edimburgo, aparece na última parte do livro
“O Código Da Vinci”, de Dan Brown. 

Stuart Mitchell disse que ele e o pai ficaram intrigados pela gravação nos arcos da capela, onde há 13 anjos músicos e 213 cubos que formam padrões geométricos. 

“Eles são tão lindos e tão finamente detalhados que pensamos que poderia haver uma mensagem ali”, afirmou Stuart à agência Reuters. 

 

 

A estréia mundial da canção ocorreu na própria capela, no dia 18 de maio de 2007, quando quatro cantores acompanhados por oito músicos interpretarão a peça usando instrumentos medievais. 
Simon Beattie, do Fundo da Capela Rosslyn, disse ter ficado felicíssimo com a solução do mistério e intrigado com a música. “Não é algo que você vai ouvir no carro, mas certamente é uma peça interessante. Tem uma sonoridade medieval”, afirmou.

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Aqui, você pode escutar a Música da Última Ceia:

 

 

Uma melodia simples, mas que tem mesmo uma sonoridade sacra, ao estilo dos antigos hinos da Igreja, e que evoca um mistério, uma atmosfera de segredos templários, e evoca um recolhimento espiritual e místico, sem sombra de dúvida …

 

Assista o vídeo feito pelo Canal History, com um fragmento da melodia executada ao órgão:

 

Melodia alienígena?
Leonardo da Vinci alienígena?

(***)

Os teóricos da conspiração alienígena vêem extraterrestres em tudo, e se esquecem que, para os extraterrestres, nós também somos extraterrestres (de outro planeta) e que, vez ou outra, podemos assombrar os deuses com capacidades singulares e potenciais elevados às alturas… como é o caso de Leonardo da Vinci, um ser terrestre e muito humano, com algo muito divino e especial em si.

(***)

 

 

A Música de Leonardo

O que tiramos aqui?

Além da música, observo que 36 “notas musicais” estão marcadas nessa partitura, o mesmo número do Quadrado Mágico suspenso no teto do salão… relacionado ao Sol, na Cabala, ordem 6, potência solar 36 (6×6).

Que Leonardo era músico, cantor, organista e até tocador de Lira, já sabemos, porque a Arte era o seu oficio em tempo integral. Não é de surpreender que ele tenha colocado TAMBÉM códigos musicais nas suas obras (entre tantos outros códigos herméticos) porque, hermetista que foi, sabia da relação direta entre Harmonia Musical e Geometria Sagrada, disciplinas que não podiam faltar no currículo de nenhum artista que se prezasse em seu tempo.

E entre várias obras, destaco uma obra, que eu mesmo descobri faz alguns anos, contendo a assinatura do mestre:

 

     Um Anjo em vermelho tocando Alaúde

 

       Um Anjo em verde, tocando violino

 

Originalmente, estas duas pinturas estavam no mesmo retábulo de São Francisco de Milão, Itália, onde ficava a pintura Virgem dos Rochedos, do mestre Leonardo:

 

 

Atualmente, estas duas obras se encontram na Galeria Nacional, em Londres, UK.

Agora, repare no detalhe:

Em italiano, Alaúde se escreve LUTE
E em italiano, Violino se escreve VIELLE.

 

Lute – Vielle, iniciais L-V.

Entendeu?

O estilo de assinar ocultamente suas obras é bem característico do mestre L.V.

 

JP em 14.05.2019

 

 

 

 

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