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O SELO DE SALVAÇÃO DA HUMANIDADE

O SELO DE SALVAÇÃO DA HUMANIDADE

Para identificarmos muito bem este selo, devemos começar pelo Gênesis 1, o Livro de Deus em seu primeiro ato: a Criação.

E lá, no Sexto Dia do Ato da Criação, ou sexto estágio Criacionista Evolucionário do Universo, Deus, o Verbo, ELOHIM, criou o homem e a mulher, isto é, criou a humanidade.

Sexto Dia… e a partir deste Número e deste Selo, toda a Bíblia foi codificada de forma similar como um mapa, reforçando o valor deste Número (6) e Selo (hexagrama) num sentido de grande importância ao Criador.



Precisamos saber que, a partir da criação da humanidade no simbólico Sexto Dia, o Espírito redator da Bíblia preservou esse código no que diz respeito aos caminhos da humanidade, como podemos conferir facilmente a seguir.

Já encontramos algo muito importante no capítulo 6 do mesmo livro do Gênesis, quando o Criador avalia a corrupção humana e anuncia a extinção da raça (pelo Dilúvio) não antes de assegurar a SALVAÇÃO a casta de Noé, que se preservou pura no meio da corrupção, bem como aos animais, apresentando ao patriarca o modelo de uma Arca.

No Êxodo capítulo 6, Deus confirma a Moisés a sua Promessa de salvação do povo hebreu cativo no Egito, salvação que lhes viria através de Moisés e Aarão, irmãos e instrumentos da vontade divina.

No capítulo 6 de Josué, aliás, o sexto livro da Bíblia (e o nome Josué significa SALVADOR, e é o mesmo nome de Jesus Cristo) a cidade de Jericó é destruída, e os inimigos do povo eleito são vencidos, o que significou o início da conquista da Terra Prometida, Canaã.

Não há dúvidas de que os capítulos 6 de vários livros do Antigo Testamento codificam esse Pacto de Amor e proteção do Criador (ELOHIM) com a humanidade, especialmente aquela nação “eleita” que, depois de Cristo, modificou esse status para algo mais abrangente, mais global, além de uma simples faixa de terra e etnia restrita.

E claro que o mesmo código continua no Novo Testamento!

Em Mateus 6, por exemplo, aparece a oração mais importante da Cristandade, o Pai-Nosso, que é o nosso contrato de obediência com ABBA, o Pai, que garante a preservação da humanidade.

E entre os evangelhos, é no livro 6 de João que o código da salvação da humanidade aparece com mais clareza e profundidade, e o Selo e o Número da Salvação tem Nome e Identidade: Jesus Cristo.
Ele é o Pão da Vida e a Luz que ilumina o mundo.

Ele é o poder que multiplica pães e peixes e acalma as tempestades, inclusive o evangelista João faz um paralelo com o Gênesis 6 e o episódio da Arca e o Dilúvio, ao colocar Jesus caminhando firme sobre as águas, acalmando a tempestade e salvando os discípulos que estavam num barco prestes a afundar!

Inclusive este capítulo anuncia o dia da ressurreição dos escolhidos do Pai, pelo intermédio de Jesus Cristo, naquele dia chamado
“o último dia”, ou o tempo do arrebatamento pré-tribulacionista.

É um dos capítulos mais importantes do Evangelho de João, e registra que o Filho do Homem recebeu o Selo da Salvação do próprio Deus, salvação essa que consiste em dois movimentos: o resgate da destruição iminente e a entrega do pão da vida eterna.

João apresenta, no capítulo 6, a Nova Arca dos tempos, aquele que Deus lhe imprimiu o Selo 6 da salvação, e fez salvador do gênero humano na atualidade.

No livro do Apocalipse, não podia ser diferente, e temos várias referências ao Selo Seis da Salvação.

Por exemplo, o nome da Sexta Igreja é FILADÉLFIA, que significa (no grego) AMOR FRATERNAL, e enseja a grande reunião dos “israelitas espirituais”, que são todos aqueles marcados pelo selo de Deus e reconhecidos em amor fraternal.

Nessa mensagem da Sexta Igreja, vemos referências a uma chave de poder (Chave de Davi, ou a chave da Graça) e uma porta (a salvação) que ninguém pode abrir ou fechar a não ser Deus. A mesma porta da Arca de Noé, que só Deus pode apresentar ao mundo.

 

Depois, a parte mais importante do Apocalipse, a abertura do Sexto Selo: porque o Livro de Deus tem sete selos, e ele representa um Juízo sobre todos os estágios de sua Criação, em Seis Dias, e o sexto dia, o mais importante, a criação da humanidade, daí que o Sexto Selo do Apocalipse, fazendo um contraponto a este evento de maior importância para Deus, estabelece a chegada do Juízo divino após uma série de sinais celestes e terrestres, incluindo eclipses, luas de sangue e a queda de asteroides.

Neste tempo se estabelece o DIA DO SENHOR, anunciado por todos os profetas do passado, quando a Justiça de Deus visitará a Terra para julgar as obras de toda a humanidade mas, antes de aplicar a sentença, da mesma forma como se deu com Noé, o programa da salvação é executado através da pessoa de Jesus Cristo, a Arca dos novos tempos.

E logo após a abertura do Sexto Selo e da chegada do Juízo, eis que se levanta o Anjo do Sol, Miguel, e com o Selo de Deus em sua mão, inicia a selagem dos 144 mil, a Nova Igreja, a Nova Israel, dos quatro cantos do mundo. Daniel disse que o Anjo Miguel se levantaria no final dos tempos em favor do povo de Deus, e é exatamente na abertura do Sexto Selo do Apocalipse que isso acontece.


Porque nenhuma das pragas dos quatro cavaleiros do Apocalipse poderia ferir a Nova Igreja de Jesus Cristo.

Depois, os Sete Anjos se levantam para soar suas sete trombetas e suas sete taças. E é claro, o Sexto Anjo se destaca. Cruzando o conteúdo da sexta trombeta e sexta taça, vemos que ele fala claramente de GUERRAS.

A Terceira Guerra Mundial! O que confere com o discurso de Jesus no capítulo 24 de Mateus (2+4 = 6), falando das guerras como princípio das dores!

É justamente na Sexta Trombeta que as duas testemunhas são erguidas em Terra pelo Anjo do Sol! As duas testemunhas de Jesus Cristo.
Quem é o Sexto Anjo? Jesus Cristo.

O Sexto Anjo, relacionado ao sexto céu, se liga ao planeta Júpiter, e embora algumas correntes do neo cristianismo tenham se equivocado em associar o Anjo Miguel a Jesus Cristo como uma só entidade, a verdade é que a entidade espiritual de Jesus Cristo se relaciona ao Sexto Planeta, Júpiter, e Sexto Anjo, portanto, e isso fica bem claro no apócrifo gnóstico chamado PISTIS SOFIA.

Na escatologia apresentada pelo Apocalipse, parece evidente que dois eventos de grande impacto anunciam o início das dores: as grandes guerras e a queda de um asteroide, meteoro!

Os conteúdos das trombetas e taças unidos nos levam a essa dedução. E a queda de asteroides é o evento astronômico final após os eclipses do Sol e as luas de sangue, dentro do Sexto Selo aberto.

Essa mesma escatologia fala de um arrebatamento
pré-tribulacionista, colocando Jesus Cristo no centro da obra resgatadora e redentora. Até porque a futura raça será a Sexta em conta, aquela que os maias e astecas chamaram de Raça da Águia, a Sexta Raça deste planeta, preservada após cataclismos em série (cíclicos), raça que terá por patriarca supremo o Sexto Anjo, Júpiter, de quem procede a entidade humana e divina de Jesus Cristo.

Aliás, a águia é o pássaro da realeza de Júpiter.

Conclusão
No Sexto Dia (Gênesis, Alfa) a humanidade foi criada, e no Sexto Selo (Apocalipse, Ômega) começa a ser julgada.
E com a ajuda do Anjo do Sol, Miguel, o Sexto Anjo intercederá por nós, e como no tempo de Noé, será a Arca da salvação. E o grupo que ele salvar, a Igreja reunida, vai continuar a História do mundo sob bases renovadas, como garante os dois capítulos finais do Apocalipse.

E a Sexta Raça será a mais gloriosa, a mais iluminada e a mais perfeita até então, recobrando a imortalidade e a iluminação perdidas, a partir da intercessão do Sexto Anjo, cujo nome é Jesus Cristo.
Ele é o Selo e o Número da salvação da nossa humanidade.

Tolice bater em outras portas.

JP em 26.01.2019

O maldito orgulho

O orgulho intelectual de muitos “entendidos”, céticos e mesmo ateus, ou mesmo adeptos da Nova Era, somados a um enorme preconceito contra as verdades da Bíblia, os quais, mesmo diante de todos estes eventos extremos acontecendo no planeta ultimamente, em todas as esferas, envolvendo o clima, a atividade sísmica, asteroides de risco, e graves alterações do campo magnético, fora o enorme risco de guerra mundial, etc… aquele grupo de “entendidos” preconceituosos se envolve com todo tipo de argumentação retórica, falam em Chico Xavier, falam em data limite e no espiritismo, e de bom grado aceitam teorias da nova era, teorias ufológicas, contatos e contactados, comandantes intergalácticos e tudo mais, e falam também em estudos científicos atualizados, etc, etc, porém, nunca ousam, do alto do seu pedestal de arrogância, falar nas passagens bíblicas e profecias, e menos ainda, declarar o Nome de Jesus Cristo e seu regresso como causa operante de toda essa escatologia marcante (em marcha desde a data dos 70 anos de Israel, 14 de Maio de 2018).

Preferem se consolar com TODAS as teorias possíveis e imagináveis, exceto aquelas que envolvem diretamente o Nome de Jesus Cristo e o seu retorno como gatilho que dispara todos estes eventos proféticos no planeta, , e não o declaram por “VERGONHA”… de parecerem religiosos demais, estúpidos demais, fanáticos demais… e quando confrontados com as ocorrências planetárias, todas no tempo preciso e real anunciado nas Escrituras, e com enorme exatidão, fingem não ouvir, alegando que tudo não passa de “mera coincidência”… embora nas outras teorias defendidas, não digam o mesmo.

Isso porque estão olhando as beiradas da roda em movimento, mas o centro dela, e seu eixo que faz tudo isso girar, eles, hipocritamente, fingem desconhecer…
Mas a sua presunção há de lhes custar caro.

Porque, por vontade própria, estão recusando a única mão capaz de salvá-los do Caos iminente.
Não há nada mais certo do que isto:
“O Orgulho sempre vem antes da queda”
Queda mais do que merecida!

JP em 07.02.2019

 

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