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O Segredo do Templo e a Chave das Egrégoras

 

 

 

 

A Chave de Pitágoras

Vamos expor as chaves principais para que um discípulo possa tomar parte das reuniões dos Templos superiores, e das Ordens que não são deste mundo, porque elas existem – oh sim, existem! – e são muitas, nos mundos astral e mental, de portas permanentemente abertas, assistidas por poucos humanos conscientes, enquanto a maioria dorme na Terra (muitos visitam e não sabem).

 

 

 

O Pentagrama será a nossa referência central deste segredo e chave.
Não o percamos de vista.

O que nos importará sobre o Pentagrama, em termos de chave, é a conversão de sua geometria formal em coordenadas harmônicas que funcionarão como chaves de ingresso na Egrégora Mental do Universo, todas regidas pela mesma lei comum: a lei da Associação Mental pelos valores ressonantes.

Todas as células de um mesmo tecido especializado ressoam numa mesma frequência fundamental, e por isso, se tornam células deste ou daquele tecido, corpo, criatura, etc.

Átomos de ferro o são porque, antes de possuírem x elétrons, y prótons e n nêutrons, possuem a frequência fundamental do ferro, a qual, no tecido do espaço-tempo, reunirá ao seu redor os elementos que compõem aquele tecido substancial que conhecemos por ferro. Ou qualquer outro.

Esta é a lei da construção universal, via egrégoras trabalhando com frequências ressonantes em escalas variadas, conforme a progressão fractal. A Geometria sagrada, no final, é o instrumento principal do Artista Mor.

 

 

Tudo começa na proporção da escala musical de Pitágoras envolvendo números naturais inteiros e frações naturais.
E a nota-chave, que é Ré, se obtém com a proporção 9/8 de Dó (C), a tonalidade fundamental da escala, valor absoluto (1).

 

 

Pitágoras conseguiu encontrar a fórmula das notas musicais e proporções matemáticas ditas “naturais”, isto é, sintonizadas perfeitamente com as escalas da Natureza e do Universo.

Seria coincidência que a pauta musical fosse chamada “pentagrama” por ser composta de cinco linhas horizontais de marcação das notas e escalas nos compassos da melodia?

Ou ainda, que a famosa escala musical “pentatônica” também foi proposta pelos estudos de Pitágoras?

 

 

Pitágoras e os Iniciados nos mistérios sagrados de Elêusis, conhecedores dos segredos da Lira de Orfeu e Apolo, certamente tinham o Pentagrama por símbolo supremo de sua Ordem e de seu Segredo, usado muitas vezes como símbolo de passe das celebrações ocultas.

Era seu símbolo de transmissão, e até hoje, ordens esoteristas herdaram essa tradição, como a Maçonaria, ostentando o Pentagrama ou Estrela flamígera em seus altares e pontos de destaque dos salões e entradas.
Somente os iniciados e adeptos da LOJA sabiam e recebiam o segredo do Pentagrama da parte do Hierofante.

 

 

Hoje, esse segredo se perdeu e as lojas modernas e ordens atuais ficaram somente na casca dos segredos, já que perderam a capacidade de acessar as portas dimensionais e visitar os templos cósmicos na realidade astral, limitando seus encontros a rituais e reuniões neste mundo físico apenas.

Importado do Egito Antigo como símbolo da estrela Sirius, a estrela-luz de todo o céu, estrela de Isis e Toth, símbolo do conhecimento supremo, e também como símbolo genérico das estrelas do céu.

 

 

Falemos da chave harmônica

Se a tônica fundamental da matéria e do plano físico é o Dó (C), cuja frequência natural se encontra alinhada com os valores de Cn = (2^n = 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, 256 Hz… série das oitavas), se relacionando ao raio de Marte e a cor vermelha, a tônica de Ré é a proporção nove oitavos (9/8) de Dó, e pode ser escrita como:

Dn = 9n = 9, 18, 36, 72, 144, 288 Hz… série das oitavas.

Se multiplicarmos cada termo da série de Cn por 9/8, obteremos o tom de Ré correspondente daquela oitava de Dó.

O tom de Ré equivale ao raio de Mercúrio e a cor amarelo-alaranjada, parecida com o açafrão, a cor do manto dos monges tibetanos, uma tonalidade que significa um refinado controle da mente, o que implica em saber agregar o pensamento com a Egrégora Universal.

 

 

Assim, a nota Ré, regida por Mercúrio e as cores amarelo-alaranjado, a segunda tônica de Dó na escala natural, representa o primeiro e elementar desdobramento mental de toda natureza física e corporal, é a primeira esfera do psiquismo consciente produzido em toda vida física na base de Dó (C), e essa esfera primária de psiquismo vibra nas frequências que foram codificadas no Pentagrama e que têm ampla ressonância com os mistérios antigos: 9, 18, 36, 72, 144 (Hz)!

 

 

Números que certamente você conhece e reconhece em diversos escritos antigos, esoteristas, teosóficos, místicos, etc. E hoje você saberá mais o porquê de tudo isso.

Sabemos que cada estrela do céu comporta, na parte astral-dimensional, um templo, uma Egrégora de espíritos envolvidos com a dispensação de luz, calor e vida daquele astro ao universo, como um verdadeiro santuário em sua contraparte sutil, que naturalmente não pode ser visto por telescópios, nem mesmo os mais potentes.

Muitos espíritos (Anjos) celebram liturgias nestes templos de luz, e o Verbo, as Cordas, as Vibrações, são as energias que partem deles para a criação e manutenção de todos os departamentos do Cosmos.

Não é diferente com o nosso Sol, que a Cabala bíblica relacionou aos ELOHIM, os primeiros seres criadores do nosso espaço físico (sistema solar, qualificado na Árvore da Vida, ou Sefirótica).

 

 

Muitas vezes, o pentagrama foi usado como símbolo do homem e, por extensão, do ideal humano, e Leonardo da Vinci celebrizou tal relação no famoso “homem vitruviano”, o ícone do ideal renascentista do nascente iluminismo das artes e ciências daquele tempo. Nesta imagem, o gênio Leonardo estabelece a proporção áurea, o número Phi (1.618) como a medida proporcional perfeita do homem integrado ao universo, tal como uma célula fractal, replicando a mesma proporção Phi do micro ao macrocosmos.

Se a proporção áurea Phi (1.618) rege o Pentagrama (e a espiral áurea, sequência de Fibonacci), a frequência-padrão do pentagrama, na leitura dos seus ângulos internos, está na tônica de Ré maior e suas oitavas (9n).

O Código da Bíblia

Os números 72 e 144 são usados com frequência na Bíblia em várias passagens para representar coletividade, grupo e, secretamente, Egrégora em ação (Mente coletiva partilhada por um número específico de almas irmanadas, multiplicando assim o seu poder).

Por exemplo, já de início, no livro do Gênesis, capítulo 10, as 72 gerações de Noé são listadas, incluindo os seus três filhos Sem, Cam, Jefté, e os descendentes deles. Noé perante os 72 figura Deus, o Senhor dos Espíritos, diante das 72 castas de Gênios do Universo nos nove céus da Cabala.

 

 

Na saga do Êxodo, existe uma passagem muito clara e evidente sobre a formação de uma Egrégora Mental a partir do número de 72 integrantes. Moisés, ao lado do inseparável irmão e Sumo Sacerdote Aaron, nomeou 70 anciãos, pelo aconselhamento do sogro Jetro, para lhe dividir o peso do trabalho.

Deus reconheceu esses 70 seres na divisão de sua Mente com todos eles, conforme a passagem abaixo:

“Foi, portanto, Moisés, e referiu ao povo as palavras do Senhor, e juntando setenta homens dos anciãos de Israel, fez com que eles ficassem em pé, diante do Tabernáculo. E o Senhor desceu na nuvem, e falou a Moisés, tirando do seu espírito que havia em Moisés e dando dele aos setenta homens!”
(Números 11, 16-25)

Essa passagem mostra claramente como funciona uma Egrégora, um mesmo espírito ou Mente que se reparte entre um grupo mínimo de almas sintonizadas, irmanadas. E esse número mínimo costuma ser o de doze (o círculo de doze) enquanto o número perfeito, nos múltiplos do Pentagrama, como vimos antes (72 e 144).

A partir daquele momento, Moisés e Aaron dividiram sua obra com os setenta anciãos, comportando uma Egrégora de 72 seres.

“…E contigo eles levarão a carga do povo, para que tu não a leves sozinho”.
(Números 11: 17)

No Novo Testamento não foi diferente, quando, além dos doze discípulos maiores, Jesus convocou outros setenta e dois discípulos menores para sua Obra de evangelização, enviando-os, em seu nome, de dois em dois, para toda parte (como era costume naquele tempo, missões aos pares, como duas colunas, um sustentando o outro, força duplicada, imagem das duas testemunhas, etc).

Essa passagem se encontra no capítulo 10 de Lucas.

Por outro lado, se contarmos além dos doze discípulos chegados, outros nomes que sempre estavam na companhia de Jesus e que podem ser considerados também discípulos, além daqueles doze, teremos uma soma total de dezoito (18) nomes, que é um dos ângulos da estrela Pentagrama e a frequência secreta, Ré puro (9n Hz) conforme os estudos da parte 1 desse tópico.

Quem são estes e estas?
Quatro mulheres santas: Maria, mãe de Jesus, Maria de Salomé e Maria de Cléofas, irmãs de Maria e tias de Jesus, e Maria Madalena.
E dois fariseus convertidos: Nicodemus e José de Arimatéia.
Somando com os doze apóstolos, a conta dá dezoito seguidores mais íntimos.
Multiplicado por quatro (4 x 18) chegamos em 72.

E, finalmente, a chave da Egrégora sob o número 72+72 = 144, conforme consta no Apocalipse, em três passagens:

 

Capítulo 7 e os 144 mil selados pelo Anjo que tinha o selo do Deus Vivo (El Hai) e subia com o nascer do Sol (Miguel);
Capítulo 14 e os mesmos 144 mil arrebatados por Jesus e levados ao topo do monte Sion;
Capítulo 21 e as medidas de Jerusalém (cidade cúbica de 12000 unidades, sendo que 144000 = 1 x 12000, e também o muro da cidade tinha 144 côvados, que se diz ser
A MEDIDA DO HOMEM, a mesma MEDIDA DO ANJO).

 

A medida do homem, igual a medida do Anjo, em 144! Ou 144 Hz, a medida do Pentagrama, a frequência-chave da ressonância de formação das Egrégoras segundo a Lei do Mentalismo cósmico.

A identidade do número da Estrela

Como vimos antes, por uma enigmática “coincidência”, os ângulos do Pentagrama (360°/5) números que equivalem às oitavas da nota musical Ré, conforme a escala pitagórica (9/8) e os harmônicos de Ré (9n = 9, 18, 36, 72, 144, 288 Hz…)

 

 

A medida 144 simbólica do Pentagrama foi chamada número de homem no Apocalipse 21, e também, número do Anjo, e o pentagrama representava no Renascimento o signo da perfeição humana!

 

Os números da escala de Pitágoras fornecem a proporção 9/8 (Ré) sobre a tônica fundamental de Dó (valor absoluto 1), ou seja, Ré =(9/8) Dó = 1.125 x 128 Hz = 144 Hz.

Interessante que os números da escala de Ré (9, 18, 36, 72, 144, 288 …) somam o número 9.
Nove, no Tarô, é o Arcano do Iniciado e da Iniciação, o segredo do Templo, a chave ou palavra de passe do Iniciado na Ordem Secreta. Nove é ainda nascimento, gestação, luz, despertar (o segundo nascimento se dá quando a alma do Iniciado é apresenta nos templos astrais da Ordem da estrela, e ele passa a fazer parte da Irmandade Espiritual do Universo).

 

Hieróglifos egípcios significando “estrelas” (pentagrama)

 

Somando 9+8 = 17, o Arcano da Estrela (outro argumento para o Pentagrama e o símbolo dos Templos Maiores do Universo).

 

 

Subtraindo 9-8 = 1, retornamos a Unidade Monádica, o número do Espírito.

Fazendo 9×8 = 72, que é o Arcano-Mestre da Cabala, e reflete todos os mistérios aqui apontados.

Temos que 9/8 = (3^2)/(2^3), a razão do quadrado de três pelo cubo de dois, números 2 e 3 em papéis invertidos na fração.

Se 72 são os Gênios do Mundo espiritual, sabemos que eles se distribuem em 9 céus conforme grupos de 8 gênios, os mesmos números da fração 9/8 (Ré).

 

 

 

Na Astrologia, Sagitário é o signo nove, e a sua casa nove representa as grandes viagens de corpo e de alma (incluindo especialmente as viagens astrais) bem como a amplitude da mente superior, enquanto oito, o signo oito, Escorpião, fala dos mistérios da morte e do Ocultismo, e guarda relação com a potência vital chamada Kundalini. Assim, 9 por 8 é impulso por potência, é luz por geração vital, são asas na mente por serpente na raiz da coluna vertebral: o signo da Serpente Emplumada.

 

A tônica de Ré, em escala cromática, equivale aos tons do alaranjado fogo, e a cor mais significativa do Budismo tibetano, o açafrão, equivale ao campo vibratório de Ré, enquanto o tom fundamental, Dó, abarca os vermelhos, e o tom posterior, a terça, Mi, o amarelo solar. Trata-se de uma cor mercuriana, altamente vitalizadora e curativa, e que ressoa especificamente no cérebro, aumentando tremendamente os potenciais da mente de um modo geral.

 

 

Resumindo a grande chave:

O Tom 144 (Hz) é a medida do Anjo reconstrutor do Apocalipse 21, que é a mesma medida de homem realizado no Anjo, no espírito, antítese da medida 666, de homem dominado pela Besta (Apocalipse 13).

As medidas da Jerusalém celeste giram em torno de 12 e 144, o que significa que esta Jerusalém celestial é a própria retratação da Egrégora dos espíritos no Universo consciente, reguladas pela frequência da estrela (9n).

E se usarmos tais frequências em nossas práticas, haverá grande chance de estabelecer conexão astral com tais Egrégoras assim representadas no Apocalipse 21.

 

O Pentagrama esotérico de Eliphas Levi

 

Nas Igrejas do Universo, IAO é o Nome celebrado do Senhor do Trono, e este nome foi codificado pelo profeta quando escreveu: “Eu Sou o Alfa e o Ômega” em grego (Apocalipse 1 e Apocalipse 22).
Isso porque IOTA (I) representa EU, enquanto ALFA e ÔMEGA (AO) completam o Nome: IAO.
EU SOU IAO.

Tal nome consta das fontes gnósticas, como o Pistis Sofia.

IOTA grego (ou nossa letra I, que é o IOD do alfabeto hebraico), é a inicial do nome de Ieshua e muitos outros nomes importantes, como o sagrado Tetragramaton, IHVH.

E se diz que IAO é a alma vocálica do impronunciável IHVH.

 

Pentagrama fractal

 

Interessante reparar que a citação EU SOU O ALFA E O ÔMEGA aparece tanto no Apocalipse 1 como no Apocalipse 22, exatamente o primeiro e último capítulo daquele livro, o último livro da Bíblia.

Outra concordância: EU SOU A ESTRELA RESPLANDECENTE DA MANHÃ!

É o complemento da declaração do Senhor do Trono ao profeta João, associando então o código IAO à morada da Estrela, que é outra forma de dizer: A Minha Igreja (que não é deste mundo, mas do céu, Jerusalém celestial).

Duas interessantes correlações bíblicas:

João 14:4 (144)

“Mesmo vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho.”

Apocalipse 14:4

“Estes são os que não estão contaminados com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro.”

Cruzando os dois textos, o código 14:4 vertido para 144 mostra que o caminho a ser seguido, que é o caminho em busca do Cordeiro, o Cristo, se relaciona com os códigos da Igreja ou Templo celestial, onde o Cordeiro reunirá a sua Igreja de 144 mil eleitos, arrebatados deste mundo em experiência.

Existem muitas seitas fanáticas e intolerantes que associam o Pentagrama com magia negra e ordens malignas, o que está errado. O Pentagrama com a ponta invertida, realmente é um símbolo satanista por fazer alusão ao Diabo, Bode, Baphomet, etc, culto ao sexo, carnalidade etc. Mas o Pentagrama com a ponta virada para cima é o próprio Anjo da Luz, a identidade do próprio Jesus Cristo auto-declarado Estrela da Manhã, que é Vênus e sua simbologia de pentagrama, simbologia essa praticamente unânime no mundo antigo por causa do fenômeno da revolução sideral de Vênus desenhando, da observação da Terra, um exato pentagrama no céu a cada ciclo (13 anos em Vênus equivalem a 8 anos na Terra, daí a relação com a espiral áurea, o pentagrama e a série Fibonacci).

 

 

O pentagrama desenhado no céu pelo ciclo sinódico de Vênus, astronomicamente associado a este planeta pelas culturas antigas, como os maias

 

Cada par dos 144 mil eleitos forma uma espécie de célula de ressonância espiritual com a Egrégora mental que sustenta estas ordens espirituais no Universo, e aqui, o conceito de Templo transcende a mera edificação de pedra para ilustrar uma poderosa Unidade Mental composta por almas vibrando em sintonia crística.

Este é o segredo da Igreja de Cristo, Igreja Gnóstica, Templo Maior da Fraternidade Branca, Hierarquia divina, etc.

É uma Egrégora mental e espiritual maciça e indissolúvel, composta nas dimensões superiores do Universo por almas emancipadas deste mundo e tocadas pela força crística, onde seus membros comparecem não fisicamente aos olhos do mundo, mas em corpo astral e espírito, arrebatados a noite enquanto seus corpos dormem, e geralmente, ao acordarem, se lembram de ter estado e participado de rituais e celebrações em Catedrais dos sonhos…

Para tal ingresso, o chamado é telepático, a jornada é astral e o Nome do Templo é Comunhão Universal, e nele oficia um único sacerdote: Jesus Cristo.

 

O Apocalipse não fez apenas registros de transformações planetárias e julgamentos universais quando a humanidade expirasse o seu grande ciclo: a melhor parte são as chaves de acesso direto à Luz e Presença Crística no Templo Astral da Estrela, todas elas inseridas no mesmo livro, uma grande preciosidade que passa despercebida diante de olhos superficiais e mentes descompromissadas com a “profundidade” das coisas… e é importante destacar que todas as religiões, templos, seitas, doutrinas, ordens e fraternidades deste mundo, públicas ou secretas, antigas e modernas, tiveram origem no mesmo mistério ancestral da humanidade, quando os deuses dos templos da Estrela Maior aqui desceram para instituir sua Ordem Cósmica Única, pretendendo com isso inserir novos alunos (humanos), através das Iniciações, naqueles círculos maiores da Alma envolvendo os seres emancipados do ego numa única “família” universal… cuja senha de entrada sempre foi e sempre será o nome e o número da “Estrela”.

 

(***)

 

Tenho aqui um vídeo no Youtube com a sonoridade perfeita de 144 Hz, criando um cenário musical “monótono”, digamos assim, que possibilita uma boa experiência de concentração e ressonância de mantra com estes sons em Ré.

 

 

 

Veja também:

 

O SELO DE SALVAÇÃO DA HUMANIDADE

 

JP em 07.09.2019

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