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O Número Phi 1.618 é a assinatura da evolução da alma em todos os mundos!

 

 

 

 

No universo evolucionário, não é o tamanho que conta, e sim, a eficiência do organismo. Por vezes criaturas pequenas são muito mais eficientes, ágeis ou adaptáveis aos seus meios que criaturas maiores. A seleção natural corrige a defasagem tamanho/adaptação com o tempo, e os dinossauros voltam a ser bom exemplo, tanto que o mais poderoso deles, o T.Rex, não era o maior, nem de longe.
Não adianta ter tamanhos enormes se o cérebro não está desenvolvido o bastante para administrar toda essa massa.

O modelo perfeito busca pelo tamanho EXATO, nem grande e nem pequeno. E por modelo exato temos aquele que expresse a melhor funcionalidade na relação cérebro/corpo otimizada, além do máximo grau de adaptação ao seu próprio meio ambiente.

Isso é válido para animais e seres racionais. Veja só os grays, Ets da estatura humana normal ou maiores que, caídos nas cavernas, sofreram involução de adaptação ao novo ambiente, e sua estatura abaixou para melhor se condicionar aos espaços estreitos do subterrâneo, além de outras adaptações nos olhos por causa da pouca luminosidade e da pele grossa e sem pelos, resistente ao frio de lá.

Muitas vezes, a involução também é um processo de adaptação ao meio. Vírus mutantes, bactérias resistentes, insetos resistentes, até sub-raças que se degeneram (os grays podem ser considerados uma sub-raça extraterrestre).

A vida de qualquer organismo interage com as condições do ambiente, de modo que a matriz final do modelo é sempre resultante destas duas variáveis importantes. Se bem que nunca haverá uma matriz final, considerando a constante mudança das condições ambientais e, por efeito, as adaptações evolucionárias da vida.

Podemos pegar o exemplo das mudanças climáticas da Terra e inferir sobre isso adaptações evolucionárias de toda vida no planeta, incluindo o homem, já em marcha frente às novas e cada vez mais hostis condições.

Realmente é o caso de se dizer: “tamanho não é documento!”

Considerando a estrutura muscular e óssea, a gravidade de massa do planeta é uma coordenada sempre presente na função estatura, porque dependendo da gravidade, certas estaturas elevadas desmoronariam sobre si mesmas, não suportando o próprio peso. Mas mesmo assim, dentro da visão da padronização, lembremos que a Natureza nunca esbanja matéria sem necessidade e nem altura.

Seres imensos não seriam necessários à funcionalidade de suas biologias e ciclos vitais, portanto, há que se considerar a “economia” de equilíbrio do sistema biológico envolvido. Exageros nunca duram, a exemplo dos dinossauros. Só as espécies menores se adaptaram e permaneceram ao longo da evolução.


Répteis, crocodilos, algumas espécies de peixes, as próprias aves… são as amostras dos antigos dinossauros que sobreviveram até nossos dias.
A natureza sempre procura o melhor caminho, e o de menor esforço e custo vital.E nessa flecha é que procura sempre uma adaptação (evolução).Comparando dois dinossauros bem conhecidos, o Estegossauro e o Tiranossauro, vemos claramente que a relação cérebro/massa é totalmente inerente ao grau evolucionário. O primeiro, um dinossauro herbívoro com cérebro minúsculo em relação à massa corporal, era facilmente abatido por espécies mais fortes.Não é o tamanho que conta, e sim, a função força/adaptabilidade. Basta comparar a relação cérebro/massa do Tiranossauro.

Na questão evolucionária da alma na forma, sabendo que o cérebro é o regente, controlador e diretor de toda a massa corporal, a natureza sempre vai procurar pela otimização dessa relação (cérebro/massa corporal) mas também sem exageros.

Não será o caso de acharmos também que seres evoluídos tenham que ter cabeças enormes e desproporcionais em relação à sua massa corporal, como é o caso de espécies aliens Grays. Isso também acusa uma involução, denotando um excesso das funções intelectuais em desequilíbrio, voltadas para a mesquinharia, a cobiça, a tirania e a crueldade. Ou uma supervalorização das funções racionais em detrimento dos aspectos emocionais e sensíveis da alma.

Se fosse assim, que tamanho de cabeça deveria ter Jesus Cristo, o ser humano mais evoluído do planeta, para satisfazer o seu grau de evolução?

O equilíbrio é sempre a nota maior da evolução. Nem tão racional (cabeça) e nem tão instintivo (corpo), mas o meio termo. E o número áureo (Fi) significa justamente o caminho do meio dentro da espiral da evolução aplicada em todas as formas materiais, todas.

*Este foi o maior dinossauro da Terra:

http://super.abril.com.br/blogs/supernovas/2014/09/04/fosseis-do-maior-dinossauro-do-mundo-sao-descobertos-na-argentina/

Enorme, desproporcional em todos os sentidos, passando distante demais do padrão Fi de cinco projeções do eixo da coluna e das proporções segmentadas do corpo.

É muita massa para pouca funcionalidade. Mas não é que a Natureza errou. É que, para aquele preciso momento do tempo da Terra, de acordo com as condições do ambiente local e dos recursos disponíveis, bem como a cadeia alimentar considerada (predadores x presas) esta solução de organismo foi a mais coerente.

O tempo passa, as condições mudam, as formas mudam junto com elas. O universo é dinâmico, por isso, evolutivo, destrói sempre para reconstruir melhor. Exatamente como preconiza a série áurea.

E nesse caso do Deadnoughtus, a Evolução não perdoa.

Logo logo ele desaparece. Distante demais dos padrões áureos de arte, beleza e proporcionalidade.

Como música ruim.

Por tudo isso, o número 5 representa a alma, a razão consciente, e Fi, extraído de sua raiz, representa como a alma vivente transforma a matéria ao longo da cadeia evolutiva para se expressar nela da melhor forma possível enquanto espírito encarnado.

No hebraico, a quinta letra é He, que representa alma, ou sôpro espiritual. Toda a vida animal foi criada no Quinto Dia do Gênesis. E essa alma divina no corpo material sempre foi celebrada pelo seu signo supremo: o divino e sagrado Tetragramaton! Sempre com a ponta para cima.

Esta é uma forma de conferir na prática como a ciência divina pode explicar todas as coisas.

Grande parte da vida animal fora criada no Quinto Dia, aquela que daria a base para a evolução das formas animais adiante (no sexto dia) entre as quais se encontrava o animal racional que Elohim chamou de Adão.

Essa própria defasagem entre os dias quinto e sexto, e suas criações específicas (aves dos céus e criaturas das águas // bestas da terra e répteis do fogo: os quatro elementos) e o quinto elemento ou energia vital de equilíbrio no CINCO, que veio a ser o homem!

Podemos claramente contemplar nessa defasagem de atos criativos em um “dia” como uma referência ao processo evolucionário das espécies.

Darwin só repetiu isso, mas errou feio ao dizer que viemos do macaco. Não considerou a genética especial de Adão e Eva no Éden por parte de venusianos chefiados por IHVH, seu Espírito de liderança. Homens divinos foram criados à imagem e semelhança de IHVH, mas homens caídos e degenerados realmente caíram na espiral dos primatas.

Será que é por isso que a classe humanóide caída (invertida), contando todos estes gêneros de grays, monstros e reptilias, aqui e ali infiltrados, nos subterrâneos deste e de outros mundos (Marte?) enfim, foram traduzidos por diabos e representados pelo pentagrama de cabeça para baixo, como que declarando a involução da série Fi em todas as almas decaídas e mentes corrompidas pelo mal, perdendo a imagem e semelhança com o espírito perfeito e assumindo, por outro lado, a semelhança com feras?

Se a alma/espírito das coisas é uma coisa só, porque não tenderia a um modelo-padrão de corpo físico em todos os planetas do Universo, quando tal alma amadurecesse em consciência e inteligência racional, como a nossa?

Se a essência é universal, porque não pode haver a idéia de um corpo padronizado, embora com diferenças ambientais de planeta para planeta?

Isso me soa perfeitamente lógico em um universo que saiu de um ponto, de uma singularidade, demonstrável pelo nosso querido e estimado padrão áureo.

A sabedoria antiga explorou intensamente o segredo do Número de Deus, que sinaliza a própria direção da evolução cósmica e de toda vida nela inserida rumo à perfeição.

De fato,  a evolução cósmica começa com o fator QUANTIDADE, para depois se concentrar no fator QUALIDADE. E no Idioma numeral do Criador, quanto mais próximo do número Phi, mais um modelo criado se aproxima da perfeição!O Criador de Universos não cria tudo instantaneamente, Ele precisa de Seis períodos cósmicos de Evolução dentro da Espiral Infinita, atirando todas as quantidades para dentro da sua curva, até que elas comecem a se aproximar da qualidade de Phi, o número áureo.

Tudo foi criado em quantidade instantaneamente. Tudo o que existe dentro do universo em termos de quantidade de matéria e energia, foi criado integralmente no primeiro instante, mas tudo o que EVOLUI dentro do Universo, na espiral infinita, se aproximando da perfeição, demanda tempo, e os Seis Dias Criativos ou seis grandes períodos cósmicos são uma analogia ao Cubo de Metatron, o fator Seis da Geometria Sagrada do Hexágono, matriz de tudo o que existe!

E o fator TEMPO é justamente o motor de impulso da Espiral Infinita, que combina e recombina todas aquelas quantidades iniciais de matéria e energia em sucessivas transformações que tem em Phi, o número áureo, a sua régua, a sua medida de referência perfeita. Quem pode compreender essa mecânica, está perto de compreender a síntese de toda Doutrina cósmica que ensina os caminhos do aperfeiçoamento dos seres na Escola da Transformação, ou o conjunto de experiências acumuladas que procuram nos aperfeiçoar a todo instante, quando o Criador insere as Almas em todo esse cenário!

Ao fator Quantidade inicial podemos seguramente associar a face Paterna da Divindade original, que depois se desdobra em face Materna na questão da Qualidade da Criação, e isso pode ser contemplado no próprio sistema reprodutivo, que faz do masculino o portador da semente indiferenciada em quantidade, semente essa que é selecionada e refinada no ventre materno até se tornar uma forma de vida com qualificação na Natureza.
A fecundação é um ato criativo e quantitativo instantâneo, mas a embriogênese é qualitativa e demanda tempo,  uma lenta construção transformando sucessivamente a semente original até alcançar o modelo final desejado na vida autônoma que nasce.
O Pai é o Alfa, a Quantidade, e a Mãe, o Ômega, no final do processo criativo, assinando a sua Qualidade. Ambos saídos da mesma Origem, Criação e Recriação.
JP em 11.08.2019

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