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O modelo dos espelhos paralelos

 

Não será preciso empregar nenhum computador de última geração para se ilustrar o modelo das Realidades Paralelas ou o Tempo como Rodas concêntricas entre sistemas alinhados.
Dois espelhos iguais, limpos e planos, e um pouco de imaginação, será o bastante, lembrando que as maiores leis da Física e Química, no passado, foram sacadas assim, com experimentos simples eintuição elevada. Hoje, temos aparelhamento sofisticado e intuição pobre, e então vem essas teorias, uma após a outra, reinventando o Universo segundo a sua fantasia mais imediata.

Tome os dois espelhos gêmeos, e posicione-os um de frente ao outro, em alinhamento. Todo mundo sabe o que vai acontecer, e quando o ângulo exato de incidência da luz no plano de reflexão é 90° ou ângulo reto, teremos que tg90° = infinito, daí as reflexões em série, ad infinitum, em ambos os espelhos. Muitos de nós já se maravilhou diante dessa brincadeira sem saber que estava criando uma simulação genuína de Realidades Paralelas.

Um destes espelhos se chama passado, ou extremidade inferior do círculo. O outro espelho se chama futuro, ou extremidade superior. Quando as duas extremidades do círculo se encontram, não é mais possível encontrar seu começo ou seu fim, ou seja, passado e futuro se mesclam na linha contínua da atemporalidade – o corredor de reflexões sucessivas dos dois espelhos.

Esse corredor ilustra a ideia de universos paralelos e o fluxo da atemporalidade percorrendo todos eles, do passado ao futuro, determinando tempos distintos para cada nível (para cada imagem refletida de espelho).

Cada imagem de espelho representa um sistema particular de matéria-energia definidos pelo seu próprio E=mc2.
E quando saltamos de um espelho para outro, experimentamos outro padrão de tempo, porque cada sistema tem seu próprio E=mc2. É como saltar do ciclo dos dias para o ciclo dos anos na Terra, ou ainda, experimentar os longos dias em Vênus ou os longos anos em Saturno. Rodas, sistemas girantes, espirais, cada qual com seu próprio domínio de matéria e energia, sua órbita, velocidade, tempo.

Rodas menores dentro de uma roda maior, o Sol, e sua gravidade reinante.

Quando se salta de um espelho ao outro, não se anda para trás ou para frente no tempo em relação ao meu sistema que eu acabei de abandonar, apenas se penetra em outra dinâmica de tempo, de acordo com o novo sistema visitado.

O tempo são TEMPOS! Essa é a grande verdade, e além de toda essa somatória de realidades relativas umas em relação as outras, temos a eternidade ou a atemporalidade, o centro das Rodas concêntricas. Nesse eixo ou centro é que percebemos que o tempo é uma ilusão, porquanto os ciclos sejam inerentes aos sistemas definidos de matéria e energia, e numa tal dimensão ou plano onde deixe de funcionar esse binário, nenhum ciclo-tempo haverá, e tudo o que restará é a atemporalidade ou, como Einstein previu nas equações, se v tende a c, então t tende a 0.

Cada uma destas rodas concêntricas impelidas pelo mesmo eixo tem sua própria dinâmica de ciclos de tempo, porque sofrem suas próprias transformações segundo E=mc2, sem que haja passado ou futuro no trânsito entre um e outro, apenas a sensação de tempos diferentes.

O TEMPO SÃO TEMPOS. A ATEMPORALIDADE É A REALIDADE POR TRÁS DE TEMPOS, lá nos domínios onde eternidade e infinito se tornam as duas colunas do templo da Grande Realidade.
Temos alguns exemplos para compreender melhor.

Eu mesmo tive, numa certa ocasião, um sonho real, destes sonhos que tem conteúdo, não são surrealistas, e mais parecem o enredo de uma história. O sonho durou, em sua ação virtual, três dias. Mas acordei e tinham se passado algumas horas. Essa defasagem de tempos demonstra que a consciência do observador experimentou trânsitos de realidades distintas.

Não viajou ao passado ou ao futuro, apenas transitou entre os TEMPOS QUE SOMAM TEMPO, e caem todos na atemporalidade, quando matéria e energia desaparecem e outro padrão se estabelece, rompendo com todos os paradigmas da Física.
Algo lá nos bastidores da Quântica, de fato.

Neste experimento simples, meu ser astral (no sonho) experimentou outra realidade paralela, e lá o tempo rodou em outra rotação, dentro dos sistemas concêntricos mencionados.
Outra dinâmica de tempo.

Realidades paralelas, tempos paralelos.
Tempo são TEMPOS!

Esta teoria está de acordo com os modelos da sabedoria antiga.
E mais imagens dos espelhos infinitos!

Um ótimo exemplo do modelo das realidades paralelas atravessadas pela flecha do tempo contínuo (ou atemporalidade) cruzando tempos relativos de E=mc2 (ciclos) é a PROFECIA.

O vidente nada mais faz do que elevar a vibração do seu pensamento e inserí-lo numa outra realidade, que seja paralela a este nosso mundo, ou de alguma pessoa, que tem a sua própria dinâmica de tempo, e nela se pode constatar eventos, quer históricos, quer pessoais, globais ou naturais, que “lá” já estejam acontecendo (no presente daquele sistema) e que “aqui”, onde situa seu corpo físico e realidade inerente, ainda não aconteceram. Assim o vidente pode antever esse evento naquela realidade paralela e anunciá-lo. Nenhum misticismo aqui, pura ciência transcendental.

Uma espécie de mudança de vibração e frequência da onda-pensamento que faz o trânsito, num tipo de túnel do tempo, e contempla tempos diferentes de sistemas (realidades) diferentes sem que um vá ao passado do outro, ou outro vá ao futuro de um, nesse emaranhado de especulações confusas e sem base.

O que existe é distorção temporal entre dois sistemas (realidades) diferentes. O paradoxo dos gêmeos (Einstein) ilustra bem o conceito, e o próprio Einstein sempre defendeu a atemporalidade na extremidade de v=c e não viagens ao passado ou ao futuro.

O vidente pode, em teoria, mudar alguma coisa do futuro, dependendo da escala que esse futuro observado lhe venha. Por exemplo, evitar tomar o ônibus naquele dia em que viu um acidente.

Na antiguidade, os sábios conseguiram contemplar um universo harmônico, com uma identidade similar. Porque conseguiam, cada qual em seu próprio grau de capacidade, entrar em sintonia com o mesmo Cosmos.

Mas hoje, na era da preguiça mental por causa das facilidades tecnológicas, teorias em série são apresentadas e quase todas completamente divergentes entre si. Muitos acusam a pluralidade dos credos, apesar de DEUS ser um só, e estou de acordo. Pois bem, como aceitar tantas teorias divergentes sobre o Universo e o tempo se o COSMOS é um somente?

O que é mais perturbador na teoria das realidades paralelas e suas dinâmicas de tempo distintas é, por efeito, a existência de EUs paralelos ao nosso, conectados e coexistentes entre si através de todas elas.

Outra questão: se tempo é tempos, então Eu sou,,, “Eus?”

E se Eu sou Eus, quem sou eu nesse universo em camadas?

Ps: isso é particularmente interessante de verificar em certas experiências que voce vive em outros planos, e lá parece ter realmente uma existência paralela, em cada uma das dimensões existentes. Algo parecido com a constituição da matéria.

O que é uma árvore?
A árvore é o Eu-resultante, e que mais?
A árvore é caule, folhas, troncos, galhos, flores, frutos, raiz.

Outra realidade paralela. Mas tudo isso também são células, em outra realidade paralela.

E o que mais? Mas células são moléculas em outro plano.

E o que mais? Moléculas são átomos, em outro plano.

E o que mais? Átomos são subpartículas em outro plano.

E o que mais? Subpartículas são quantas, são quarks (teoricamente) em outros planos.

Junte tudo isso no mesmo volume (não no mesmo espaço) e tenha a árvore.

Agora transporte isso tudo para voce. Cada dimensão tem um aspecto físico-material do teu eu-somatório na existência física.

Assim, quem sou Eu, se sou Eus?

Louco, lindo, místico, metafísico, religioso, utópico, surreal.

Que importa o nome?
Simbora abrindo portas com a mente consciente!!!

Tempos interligados: o Efeito Espiral

Então, um mesmo sistema é disposto em camadas por causa da existência de dimensões, e cada uma delas, comportando uma realidade específica e tempo/ciclo próprio. Isso implica um outro argumento de base para a ciência das profecias. Exemplo: a existência da contraparte mental do planeta Terra (5D) coexiste com sua existência etérica (4D) que coexiste com sua existência física-tridimensional (3D) e que coexiste com suas existências infradimensionais (1D, 2D). E a cada uma assiste uma dinâmica de tempo/ciclo diferente.


As dimensões mais altas (5D, 6D, 7D) são as mais próximas do eixo central do sistema multidimensional, girando mais depressa, o que significa durações/períodos mais curtos e próximos da atemporalidade (t=0 no eixo) e por isso o futuro se adianta nelas em relação às camadas mais baixas e densas do mesmo sistema, com tempos mais longos. Daí eu dizer que o que acontece aqui, no mundo físico, acontece antes, no mundo mental.
Os “tempos” repercutem entre si, das camadas mais internas às camadas mais externas, centrifugamente, produzindo o efeito espiral do tempo que, no universo real, se propaga das dimensões atômicas e eletrônicas, microcósmicas (ciclos curtos, rotações mais próximas do centro t=0) para as dimensões planetárias, estelares, galáticas, macrocósmicas (ciclos longos, rotações mais afastadas do centro t=0), o que nos permite compreender a que rodas concêntricas me refiro.

O futuro de uma realidade paralela superior cujo ‘disco’ está mais próximo do centro, repercute centrifugamente para os discos mais largos, de tempos mais longos, e de certa forma os ‘induzem’ em sua tendência de giro, o que, produzindo o efeito espiral, comunica sua impressão às camadas mais externas, de matéria mais densa e, consequentemente, ciclos mais longos sob E=mc2.
Nessa dinâmica, ao longo do raio de ação que, partindo do centro, da atemporalidade (t=0), se propaga a todos os sistemas concêntricos interligados, opera aquela Lei de Causa e Efeito, quando as tendências de tempos operantes nas camadas mais internas e próximas do eixo t=0 (dimensões psíquicas, espirituais, atômicas e subatômicas, microcordas, 5D-mente, 6D-alma, 7D-espírito) funcionam como vetores de causação sobre as camadas mais externas e afastadas do eixo (dimensões materiais, físicas, planetárias, macrocordas, 1D, 2D, 3D), cristalizando seus efeitos.
Contudo, sabendo que o universo é um sistema fechado (em expansão) e que o espaço, como o tempo, é curvo, eis que quando as ondas de impulso central, se propagando em linhas radiais, do centro à periferia, na forma de vetores de causação (psíquica, atômica, eletrônica, quântica) alcançam os limites da Roda em sua periferia mais densa e ciclos longos, eles sofrem a ação de um “Eco” ao colidirem com os limites do espaço fechado, e a mesma espiral de tempos interligados, agora, muda de sentido e devolve a onda temporal de forma centrípeta, quando ela começa a se fechar sobre si mesma, retornando ao centro: e nesta polaridade invertida, os efeitos no curso do tempo presente das camadas mais periféricas se tornam agentes de causa que, percorrendo todas as dimensões internas ou psíquicas de um mesmo sistema múltiplo (no retorno ao centro – trono do ponto, do espírito, da causa das causas, corda das cordas, kárdion) repadronizam todos os seus elementos em sua passagem, de modo a compor um binário cíclico, Yang-Yin, de influência mútua entre as camadas comunicantes do mesmo sistema assim disposto.
Cada flecha de atemporalidade atravessa radialmente todo o sistema e, ao dispor comunicação entre os tempos, permite que o futuro de um se apresente no presente de outro, e o passado de um se sustente ainda no presente de outro. Toda essa dinâmica de tempos múltiplos interagindo espiralmente e em um fluxo dual (do centro à periferia e da periferia ao centro) na disposição das dimensões que os comportam (as sete dimensões fundamentais do Universo) é derivação direta da existência de realidades paralelas dentro do que elas funcionam e coexistem. Karma, Destino, Roda da Fortuna, Samsara, Yang-Yin, TAO, todas as imagens cósmicas da sabedoria antiga apontam para o tempo em movimento espiral através das realidades paralelas e das esferas alcançadas pela gravidade, fator gerador e regulador dos ciclos fechados conforme E=mc2.
Tempo é transformação em movimento. Tempo é tempos, a Roda é espiral em discos concêntricos, e o eixo/centro que não gira é a eternidade, que abarca o infinito quando seu zero acontece porque (1/0 = Inf. e 1/Inf. = 0).

Sincronicidades são nada mais do que os efeitos percebidos destas rodas e tempos em comunicação, por exemplo, o sonho que se torna real, o Deja Vu, a Profecia, a lembrança furtiva de um passado que volta, o encontro casual cheio de coincidências, etc.

Portanto, de acordo com esta teoria, não é possível visitar passado e futuro de uma mesma camada de realidade. Não é possível dois presentes distintos no mesmo plano de ação-tempo. Para se investigar passado e futuro de um sistema considerado, e mesmo viajar neles, é mister transitar entre as suas múltiplas realidades paralelas, interligadas via Espiral do Tempo.

E o Tempo, tal qual o conhecemos, não passa da resultante final de todas estas forças, engrenagens e eventos em movimento.

Esse modelo teórico não é mais Física, é Metafísica, pelo simples fato de incorporar inevitavelmente ao Princípio Espiritual e Criador em sua estrutura mais íntima, sem o qual nada existiria, nem vida, nem cosmo, nem tempo e nem movimento. Aliás, só é possível explicar o universo real dessa forma, e de nenhuma outra. Quanto aos universos fictícios, eles são tão numerosos quanto o de pessoas e conceitos sobre a Terra.

É preciso recuperar a chave e reabrir a porta 4D, que é a dimensão média do universo, o éter dos antigos, sobre o qual fluíam as Orbes em melodia, ou Música das Esferas, cujo ponto médio se apoia no balanço da tônica Fá, o centro verde, o ponto de apoio de toda a engrenagem cósmica em movimento espiral. Por isso a localização estratégica das pirâmides, escadas dimensionais postas entre a Terra e o céu.

Segredos de Thot que acordam no Egito com ele…

A Relatividade do Tempo

A velocidade-limite da luz e as enormes separações entre os diversos sistemas no Universo fracionado é que estabelece uma clara relatividade do tempo observado, dentro do qual o presente absoluto nem mesmo existe, exceto para o referencial do próprio sistema do observador.

Por exemplo, a estrela mais próxima da Terra fica a uns 4 anos luz *Próxima Centauri, o que significa que nossas imagens da mesma situam-se a 4 anos atrás. Mesmo o Sol, temos suas imagens sempre defasadas em 8 minutos no passado do mesmo. Esse limite da luz (informação-onda) é uma forma de condicionar nossa percepção de tempo, tornando-o relativo, e na verdade, tudo no Universo visível e conhecido parece relativo, com parâmetros se deslocando em relação ao sistema dado.

O presente real só existe no sistema do próprio observador, e toda luz/onda/informação que esse mesmo sistema despede ao redor de si, enviando ao universo expansivo, na verdade enviará informações do seu passado, não do seu presente, e esse passado será relativo na medida das distâncias cobertas pelas ondas que o propagam.
Em outras palavras, tudo o que captamos do universo exterior é passado. O presente só existe no sistema do observador.
Imagens passadas nos cercam, quer de alguns segundos, quer de anos, séculos, milhões de anos. Essa defasagem no tempo medido em um sistema relativamente aos sistemas que o cercam é outro golpe imediato das teorias revolucionárias de Einstein, quebrando os paradigmas do universo absoluto de Newton. E tudo começou em Galileu, ouvindo suas estrelas…

Na verdade, tudo à nossa volta é uma visão do passado, e ao olharmos para fora, até mesmo a nossa imagem refletida no espelho é uma imagem passada, no retorno da luz de uma face que tínhamos a milionésimos de segundo atrás. Esse tema passa a ligar a Física com a Filosofia, tornando-a Metafísica certamente. Onde de fato está o presente real, aquele Momento Contínuo e inalterável da Eternidade em majestoso passo? E se o Universo sempre se mostra no passado aos observadores, conforme o limite da luz, haveria dentro desse universo uma direção oposta a se olhar… que mirasse o futuro, o arco inverso do tempo?

Sob essas considerações, o presente absoluto só pode existir no centro absoluto do sistema dado, e até ao observador existem limites que o impedem de se posicionar no centro absoluto do sistema (exemplo, a Terra). Tudo ao redor deste ponto traz informações de ondas do passado, e os limites da luz nos aprisionam num universo um tanto desconectado, porque tudo o que vemos, especialmente à grandes distâncias, não condiz com o presente dos sistemas.
Podemos estar vendo imagens de estrelas mortas, interpretando-as ainda com vida e pleno vigor. Eis a ilusão tão pregada pelos antigos budistas. O Universo é Maya, e a ciência constatou isso. O universo é Roda, e a ciência constatou isso. O Universo é fragmentado, separatista, e a ciência confirma isso a cada dia. Tudo em redor dos nossos olhos e sentidos traz informações de ondas do passado, sonoras (na Terra) ou luminosas (radiação).

Os sistemas têm separações entre si, e a dinâmica do movimento é a resultante do equilíbrio gravitacional entre eles. E quanto maiores forem estas separações, mais estes sistemas ficarão no passado de uns em relação aos outros, sustentando seus presentes absolutos somente em seus centros de referência.

Somente num Universo unificado, onde a luz deixa de ser o limite da informação, o passado deixa de existir, o que corresponde à dimensão da atemporalidade, na qual todas as coisas são partilhadas instantaneamente, e um presente absoluto envolve todos os sistemas assim unificados. Como?
Quanticamente, espiritualmente, mentalmente? A ciência está chegando lá.

É neste plano que todos os sistemas partilham um presente absoluto, e o que os antigos chamam de Deus, podemos hoje compreender que Deus equivale a esse estado, que deriva facilmente uma consciência onipresente e onisciente, em função de sua própria natureza unificada. Daí a supor a onipotência em função de tal condição é coisa simples.

Foi o fracionamento do Universo, desde sua criação e compartimentalização em partículas e “quanta” que o tornou assim, relativístico em questões de espaço e tempo, velocidade e movimento. O tempo é tão curvo e relativo quanto o espaço, tudo por uma questão da existência de limites, como a velocidade da luz, ou o zero da temperatura, etc. Por corolário, um universo atemporal se torna ilimitado em seus potenciais, por isso se ajunta-lhe o adjetivo “Infinito”.

A única forma de dois sistemas separados trocarem seus presentes no tempo seria cruzando informações instantaneamente, o que é impossível no universo físico, mas plenamente possível no universo psíquico, via pensamento (telepatia) que também é onda, mas uma onda marcante, de caráter instantâneo de troca. Basta imaginar ondas do tipo funcionando não só entre seres conscientes, mas também entre partículas e objetos cósmicos que o modelo faz sentido. E o Entrelaçamento Quântico é a primeira pista dessa realidade paralela em ação.

A luz (ondas eletromagnéticas) condiciona a relatividade do tempo e do espaço no universo físico. Se olhar para fora é ver o passado, o movimento contrário, o de olhar para dentro, pressuporá a direção oposta: OLHAR O FUTURO! E isso concorda com todos os ensinamentos da sabedoria antiga! Porque aí encontrou sua fonte todo profeta legítimo.

Ora, o sistema está contido no seu presente absoluto, mas a partir do momento em que este sistema expande suas luzes/ondas de informação para o exterior, ele se tornará contido no passado de outros referenciais distantes. Então, nesse modelo, a única direção que restou para se procurar o futuro do sistema é “olhando para dentro dele mesmo” e não mais para fora, já que o externo é o condicionador do passado.

E aqui esbarramos outra vez na Metafísica do TAO da Física a reger um Cosmos desconhecido.

Se o futuro constrói todo presente, que se torna todo passado ao se olhar do lado de fora da existência física, então podemos diagnosticar que essa roda de duplo giro, passado e futuro, descendente e ascendente, tem relação direta com o binário dentro (interior) e fora (exterior). E o centro perfeito dessa roda é o presente absoluto, ao redor da qual fluem aquelas duas ondas de tempo, o passado no exterior e o futuro no interior.

Como o futuro um dia será passado, somente o centro perfeito assume a condição de presente absoluto ao redor do qual flui aquelas duas ondas-tempo, comportando todo ciclo. Este centro é o ponto exato de equilíbrio entre as duas naturezas ilusórias do tempo (passado e futuro) porque ao ciclo (matéria e energia) se subordinam. E todo ciclo é uma roda, é uma prisão ao espírito livre, dentro de tantos condicionamentos impostos à existência física. Todo profeta olhou para dentro e viu o amanhã. Por tudo isso se diz com muito acerto que o pensamento contém todas as causas do nosso futuro, e quem sabe usar o pensamento de forma construtiva, igualmente construirá seu destino (futuro) de forma positiva. O que está absolutamente correto, porque é olhando para dentro que alcançamos a dimensão da mente, da alma, ou o invisível essencial e subjacente à forma visível, porque o interior é a matriz do exterior, da mesma forma que a raiz invisível abaixo do solo é a matriz e sustentação de toda árvore à luz do Sol. E se tudo o que há lá fora é externo e forma, e se tudo o que é externo e forma é passado e separatividade, é a partir da alma, da mente interior consciente, janela que mira o lado oposto da Criação, que alcançaremos a dimensão da essência das coisas, onde rolam os tempos futuros articuladores de tudo o que é externo e se projeta com força ao passado da luz.


Este é o profundo sentido de Ouroboros.

Aqui se completa a jornada do Autoconhecimento pleno.

Olhando para fora, temos o espelho das realidades como elas foram, e olhando para dentro, temos um vislumbre da essência das realidades que virão a ser. O passado é o fruto, e o futuro é a semente, e o fruto traz novas sementes: porque o passado empurra o futuro, que gera o passado, eis a roda, cujo centro é o AGORA. Essa é a roda de giro eterno. E somente olhando para as duas direções é que teremos condições de inserir o Eu no TODO, e fazer do autoconhecimento o passaporte para a consciência cósmica. E tudo acontecerá em um breve instante de duração eterna chamado Segundo Nascimento.

A Teoria de Tudo

As equações de Einstein sobre distorção de tempo, espaço e massa são as que nos permitem continuar do ponto onde ele parou, dentro destas reflexões cosmológicas.


Conforme a velocidade de um sistema aumenta (e isso pode ser obtido por outros meios, sem ser necessariamente pela aceleração da velocidade) se diz que o tempo começa a passar mais devagar, quando as transformações E=mc2 de um sistema desaceleram. O modelo dos gêmeos, de Einstein, explica bem o paradoxo dos tempos relativos em sistemas inerciais distintos.

Nessa linha, quando a velocidade alcança a da luz, então t=0, e a roda para de girar: cessam todas as transformações. Uma singularidade é alcançada: as coordenadas de altura, largura e comprimento vão sendo encurtadas até que, em d=0, o centro da roda girante é alcançado: não há mais tridimensionalidade. O que há? O hiperespaço e todas as suas singularidades.

Isso entra na relação com as dimensões e respectivas densidades do universo. O interior do átomo, em relação a todo o resto, deve ser a região menos densa do universo, com mais energia livre e menos matéria (afinal, trata-se de matéria puramente elementar) o que justifica a relação com E=mc2 de tempos cada vez mais próximos do t=0 em sua singularidade de raio se aproximando do centro cósmico real – o misterioso núcleo do núcleo do átomo, onde d=0 e outra condição das equações de Einstein se satisfaz, dentro do modelo atemporal.

As regiões mais densas do universo são, com toda certeza, os núcleos galácticos, feitos de super buracos negros de massa incrivelmente densa: daí a relação com os ciclos/revoluções das galáxias extremamente longos. O tempo se consome em excesso e muito longe fica da singularidade t=0 e d=0 da qual se aproximam, na extremidade oposta, os núcleos atômicos e sua densidade leve, em relação àquelas. A relação entre raios, massa (densidade) e tempo se verifica de fato no universo repleto de dinâmicas de tempo que se cruzam.

As zonas mais profundas do átomo, com matéria mais rarefeita, raios diminutos e tempos brevíssimos estão mais próximas da singularidade do que o corpo extenso das grandes e lentas galáxias rotativas mas, no entanto, a mesma singularidade do núcleo atômico é a que alcança aquela existente no núcleo das galáxias em seus buracos negros, quando da mesma forma d=0 (furos no espaço) e t=0 (atemporalidade), os indícios da singularidade, e podemos concluir que as duas extremidades se tocam, e o que é infinitamente grande se comporta como o que é infinitamente pequeno, de tal sorte que as duas extremidades se tocam, como num círculo, e naquela dimensão do além tempo e além espaço, conceitos como massa, energia, velocidade e tamanho das coisas são completamente transcendidos.

Quanto mais nos aproximamos do centro das coisas, mais alcançamos d=0 e t=0, coordenadas que significam infinito e eternidade de um Plano Absoluto donde todo o cosmos e suas realidades paralelas brotaram e se criaram, para o qual retornam na grande dissolução.

Nas periferias planetárias, estelares e galácticas, a densidade de matéria e os enormes volumes de energia é que criam enormes ciclos, com t>>>0 (muito maior que zero) e igualmente, distâncias e raios de órbita (d>>>0). O laço de todas as coisas é construído sob E=mc2. Aqui se insere a distorção temporal de sistemas e ciclos. Tudo está em função direta: densidade de matéria, módulos de energia, duração temporal, dilatação espacial, são quatro parâmetros da equação-síntese, quatro colunas da sustentação cósmica: matéria, energia, espaço e tempo. Além dessa trama cósmica, existe outra, que é estabelecida segundo os harmônicos da música, e se houver uma equação unificadora que explique todo o universo, ela não conterá, em sua estrutura, nem coordenada de matéria, nem de energia, nem de tempo e nem de espaço, mas tão somente, modelos simples de ondas interferentes, como as que regem a harmonia musical.
A Teoria de Campo Unificado foi a última tentativa de Einstein em torno dessa simplicidade original, nada que seja escrito com diferenciais complexas ou integrais sobrepostas. Apenas um centro que pulsa e ondas combinadas que propagam esse pulso eterno em simples somas matemáticas elementares. Tudo começa no ponto, disse Kandinsky. E no universo além do próprio universo feito de massa, peso, densidade e calor ou frio, o que existe é música em escalas, que sobem desde os átomos e suas partículas até as mais poderosas galáxias, um mesmo princípio harmônico regulando por igual todos os objetos da criação interligados por ondas puras, mecanismo-padrão do universo de criação e transformação. Ondas puras em toda parte, consonantes ou dissonantes, mas sempre propagantes, conectando todas as coisas, ressoando por trás das forças e campos, do micro ao macrocosmo, em toda e qualquer partícula, sempre propagantes, do centro à periferia, do zero ao infinito, e bastam duas ondas para que o processo seja deflagrado, binário esse que carrega junto com sua melodia a voz dos espíritos criadores, e na visão global desse edifício, DEUS é Realidade, e não conceito.

Mas o mergulho no centro é que invalida também esta equação, na nova paisagem além da singularidade, onde os sábios do passado encontraram DEUS em toda a sua Realidade.

Realidades paralelas

A observação entre as mesmas é que dá conceito relativo às distorções de tempo, espaço e massa. Chegando no zero, encontramos o porto da atemporalidade, quando todas as situações explicadas pelas leis da ciência rompem com a ordem vigente e a realidade conhecida.

Todas as realidades paralelas estão em tempo presente, em seus próprios sistemas de matéria-energia (e vibrações incorporadas) e ao observador cabe essa experiência de distinguir estes tempos mas, ao saltar de um sistema material para outro, passará a viver outro tempo, e não irá para o futuro ou passado do próprio tempo-ciclo do sistema em que estava.

O Universo múltiplo, de tempos múltiplos, um para cada realidade, é o que melhor se adapta a estrutura de espiral destes tempos, todos convergindo para o centro, a atemporalidade, a ruptura de v>c.

São realidades paralelas numa linha extensa até um ponto zero de singularidade absoluta, onde qualquer exemplo que nos reporte, por comparação, à nossa realidade material, são impraticáveis.

este Momemtum é a prerrogativa de todos mistérios que ainda não vemos, coexistentes, e que só são perceptíveis se pudermos viajar na flecha do tempo chamada presente eterno e passar todas as realidades, uma a uma.

Algo como Einstein viajando em seu raio de luz e vendo o universo todo torto.

Mas agora é a nossa vez de viajar na flecha da continuidade atemporal e vislumbrar a face da eternidade e da Super Realidade que abarca tudo e todos.

JP em 13.04.2019

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