O mistério dos 48 cromossomos da primeira humanidade

O mistério dos 48 cromossomos da primeira humanidade

A espécie humana possui 23 pares de cromossomos, o que contabiliza 46 cromossomos totais na célula viva, comportando todos os gens e suas cadeias genéticas que produzem nossa identidade como espécie.

Mas existem certos conhecimentos que declaram que o número original de cromossomos da célula humana, tal como fora criada pelos “deuses” na evolução dos Seis Dias criacionais, era de 48.

Um número que, por si só, tem total correspondência com a geometria harmônica, numerologia e diversos arcanos aí associados.

Alguns tratados gnósticos antigos e modernos (Ouspensky) falam que nosso círculo da existência humana é regido por 48 leis, e estas leis teriam analogia de conteúdo exatamente com os 48 cromossomos.
Onde estariam os dois cromossomos perdidos?

Dentro de nós mesmos, porém, invisíveis aos microscópios, por se tratarem de cromossomos etéricos, ou seja, que existem nas células mas em status de quarta dimensão, porém, inativos.

A teoria continua e diz que, se forem reativados, estes dois cromossomos seriam o nosso elo de ligação com o mundo vital da quarta dimensão, o que seria a primeira medida de correção genética para transformar nosso corpo mortal em corpo imortal. Isso porque reassumiríamos o nosso status de androginia, ou energia andrógina vital e mental perfeitas, que caracterizam o novo modelo de vida naquela dimensão, sem doenças e corrupção orgânica: a fonte da juventude e da imortalidade, a ingestão dos frutos da Árvore da Vida: 6×8 = 48, 6 Dias da Criação e o laço (8) da Vida universal!

O número 48 Hz, por exemplo, evoca a nota Sol, a quinta pura de Dó, tônica fundamental, e é um número múltiplo de vários outros (48 = 2×24, 4×12, 8×6, 16×3).
Nessa identidade cromossômica estaria contida a nossa real identidade perfeita e espiritual antes da queda na geração animal, que nos roubou os dois cromossomos faltantes nas células (ou melhor, os desativou).

Interessante que um dos filhos de Noé se chamava Ham, nome que, na Cabala, vale exatamente 48, e este nome significa calor, energia. A energia que ficou faltando ao corpo físico mortal para que vivesse eternamente, como um imortal?

Cham, um dos quatro integrantes da Arca, além de Noé e os outros dois irmãos, e sabemos que a Arca, entre outras coisas, se refere a Arcano, mistério, segredo da passagem da vida mortal para a vida imortal (a Bíblia é repleta de códigos genéticos, a começar pela Árvore da Vida, o Livro da Vida, as serpentes, etc).

Portanto, esse par de cromossomos é o elo final entre nosso corpo físico atual, decadente, doente e cheio de falhas genéticas herdadas e desenvolvidas por agentes externos (poluição de todo tipo) e internos (as falhas psíquicas interagindo diretamente nas células e DNA) e o corpo físico imortal do passado, sem doenças e eternamente jovem. Sonho de consumo de muitas empresas de Engenharia Genética que sonham encontrar a fórmula da juventude para vendê-la a bilionários que investem muito dinheiro nisso, além de curas para doenças do tipo hereditário (incuráveis) etc.

Conexões cabalísticas

Na Cabala, este homem primordial perfeito é conhecido por Adam Kadmon, ou Adão do Leste, Adão oriental, por referência à direção do Jardim do Èden nas Escrituras, onde ele foi gerado, puro e perfeito, à semelhança do espírito.

Haviam quatro membros que construíram a Arca de Noé, Arcano que, entre outras coisas, significa o resgate da vida orgânica na Terra. Como os quatro filamentos moleculares que compõem a dupla hélice do DNA.

As letras possíveis são A, C, G e T, representando os quatro nucleotídeos (sub-unidades) de uma cadeia de DNA – as bases adenina, citosina, guanina, timina, covalentemente ligadas a uma “coluna vertebral” de fósforo.

E se juntarmos 4 com 8 (o formato da helicóide) = 48!

Em Gênesis 48, Jacó abençoa seus doze filhos, que originaram as doze tribos de Israel.
Em Ezequiel 48, o profeta define os termos das doze tribos, diante da Nova Israel e do Templo reedificado (o simbolismo do templo-corpo da futura raça).

No Salmos 48, um hino ao monte Sião, local preciso da reunião dos 144 mil eleitos de todas as doze tribos da Terra, os herdeiros da nova vida e consciência a ser partilhada pela Criança profética.

E de forma simples, 4+8 = 12, número dos filhos de Jacó e das doze tribos (descendentes) que significam, na Bíblia, as doze estirpes humanas espalhadas nas quatro direções.

É no capítulo 12 do Apocalipse que a Virgem Mãe da nova casta, coroada por doze estrelas, dá luz à Criança que é significadora de tudo isso.
E se temos quatro grandes “raças” saídas da raça humana original, a raça branca, a amarela, a vermelha e a negra, multiplicando 12 x 4 = 48.

Os 144 mil são os herdeiros dessa nova linhagem que irá restituir a natureza de Adam Qadmon, o primeiro ser humano perfeito e puro criado por Deus.

ADM vale 45
QDMON vale 200
Somando, temos 45+200 = 245.

Fazendo HwMNUAL (Emanuel, o nome de Cristo) valor 197 + 48 = 245, o mesmo número de Adam Qadmon!
A Criança de essência crística é o novo nascido dos tempos, eras e cosmologias estelares combinadas à existência física.

FAzendo ADM (Adão, 45) + 3 (a tripla essência da existência, corpo, mente, espírito) temos 48.
E se fizermos 6 x 8 (o Hexagrama, matriz da geometria sagrada e o Signo do Infinito, a dupla cadeia) = 48.

No hebraico, a palavra ChIL vale 48 e seus dois significados:

  1. Dores de parto (nascer, dar a luz)
  2. Força, poder, capacidade, faculdades.

São conceitos muito estreitos com a identidade cromossômica 48 da humanidade primordial.

4×12 = 48, as doze estirpes das quatro direções, temperamentos, elementos, raças, etc, se expandindo e abarcando todas as pessoas.

O número 48 também é da palavra hebraica KUKB, Estrela, o que é outro indicador que realmente nosso corpo nasceu no barro da Terra, mas nossa alma e semente genética vem das estrelas, Plêiades, Órion, Sirius, Vênus, os pontos mais cotados.

A questão da pureza genética

A pureza é a base de todas as operações genéticas bem sucedidas e, em contraponto, a acelerada degradação do DNA em tempos modernos em função das agressões de agentes poluidores, tanto externos como internos (degradação moral se refletindo nas estruturas da vida), e em português claro, a luxúria e todos os seus derivados a arrastarem a humanidade em seus hábitos e condutas imundas que destróem lentamente o DNA.

Tal condição de pureza está claramente destacada no simbolismo do Apocalipse 12, e a Criança (nova estirpe da sexta raça futura) nascida de uma Virgem, tal como Cristo nasceu de uma Virgem, o que está alinhado de forma nítida com a famosa profecia do poeta Virgílio sobre a criança que vai trazer em seu ventre a semente da nova era, filha de Virgem e de suas virtudes.

Tudo isso se relaciona ao resgate da identidade de 48 cromossomos no código genético humano, tal como pertenceu a Adam Qadmon nos primórdios antes da queda na geração animal e suas paixões degradantes.

A figura bíblica do Livro da Vida também se alinha ao DNA.
SFR ChI, Sefer Hai, soma 340+18 = 358, o mesmo número de Nachashi, serpente, e a alusão á serpente do Èden no contexto do código genético da raça humana criado por IHVH.

As conexões cabalísticas, portanto, são evidentes aqui.

Coincidência ou não, aconteceu uma conexão histórica com 48: a famosa “raça eleita” dos israelitas (geneticamente modificada por YHWH), dispersa no mundo desde a destruição de Jerusalém e a invasão de Israel, retornou para seu país em 1948.

O Segredo do DNA no Caduceu de Mercúrio

O nosso DNA é uma fita helicoidal dupla entrelaçada, e que sempre foi representada no formato idêntico do Caduceu de Mercúrio, associado justamente por isso ao elemento de Cura a partir da mente (Mercúrio, na Astrologia, rege a mente humana). Tanto que, no passado e no presente, este signo, o Caduceu, ou a serpente isolada, são símbolos da Medicina e da Enfermagem.

Porém, a chave de ouro do Hermetismo prático anuncia que a energia mental tem íntima relação com o código genético, e o DNA é a ponte entre o corpo físico e a mente.
Assim sendo. esta chave anuncia que se a energia mental for amplificada pela transmutação dos instintos básicos da natureza animal do homem (cujo núcleo está no cóccix) através de mecanismos combinados de concentração e controle da respiração, o homem poderá não só reparar seu DNA (e encontrar fonte de cura para todas as doenças que começam na mente) como também poderá reescrever o seu DNA, o nosso livro da vida, programando a nossa evolução pessoal de uma forma totalmente revolucionária e distinta da evolução fator tempo versus ambiente que Darwin descobriu aplicar-se aos reinos vegetal e animal. Mas não necessariamente humano! A menos que o homem renegue sua identidade divina e continue fazendo papel de animal controlado pela luxúria, pela gula, violência e outros instintos básicos destemperados.

Essa é a forma de o homem encontrar a reedição do seu DNA através de comandos mentais conscientes e inteligentes, se tornando, ao lado do Criador, o co-autor de sua própria evolução em todos os espectros do espírito na matéria em códigos genéticos.
Só plantas e animais estão presos à evolução (e involução) debaixo do fator tempo e meio-ambiente.
Mas o homem foi criado com potencial para escrever o próprio aperfeiçoamento, cujo ápice o levará a descoberta do perdido cromossomo da imortalidade, quando quebrará de vez a roda dos renascimentos.

Por isso eu insisto em lhe dizer que muita coisa que você leu sobre o tema está incompleta e, mesmo, errada.
Mas quem ancora a mente numa crença, sua consciência fica estagnada.

JP em 17.01.2020

A mensagem do crop circle de Stonehenge 2002
O cromossomo 24 perdido

Em 4 de julho de 2002, Inglaterra, bem diante do monumento de Stonehenge, apareceu um gigantesco crop circle em formato hexagonal. Ele era composto de seis grandes fitas, girando num vórtex em uma incrível perspectiva 3D.

Cada fita trazia uma “onda” completa, alternando a cor claro-escuro em relação às faces externa e interna.

Cada um dos seis eixos trazia três faces da mesma fita, e no centro, uma curva ligando cada uma delas ao centro da formação. E isso totaliza 4×6 = 24 unidades geométricas.
O mesmo número do cromossomo perdido, 24, porque a identidade genética da humanidade termina nos cromossomos sexuais, o par 23 (todos os cromossomos são pares).

Se Stonhenge é um monumento composto para avaliar alinhamentos e direções estelares no céu, então a primeira mensagem “subliminar” deste crop circle é a de que nossa herança genética é estelar.
E nossa identidade cromossômica total é de 24 pares cromossômicos (48 cromossomos).

O nosso DNA é uma fita helicoidal dupla, representada pelo número 8.
O crop circle veio em estrutura hexagonal (6), e se multiplicarmos o Hexágono 6 (a matriz do Espírito) com a cadeia 8 (o laço, a vida – porque toda vida resulta num laço entre vidas, a vida é um fenômeno de coletividade de vidas, a partir do próprio conceito celular) isso gera 48.

Se diz que a Terra foi povoada por doze tribos de quatro “raças” distintas, na antiguidade representada pelas cores vermelha (indígena), amarela (oriental), negra (africana) e branca (caucasiana).
Multiplicando o número das tribos pelas raças, 4 x 12 = 48.
A Bíblia é repleta de codificações envolvendo os números 12, 24 e 48, além de 72 e 144.

Aliás, no hebraico, 48 é o número do termo KUKB, Estrela.
O que, mais uma vez, demonstra que nosso corpo até pode ter vindo de evolução mineral neste mundo (o barro do Éden), mas certamente a nossa alma e a sua identidade genética vieram ambas das estrelas… da nossa Mãe Sirius.

Coincidência ou não, a Estrela de Seis pontas é o símbolo da nação de Israel.
E foi no ano de 1948 que os judeus espalhados pelo mundo voltaram para sua nação.
Israel, na Bíblia, sempre representou essa nação pura e selecionada pelas Mãos do próprio Deus, tanto em termos genéticos como em termos de qualidades e virtudes desenvolvidas.

A mesma Bíblia, contudo, após a crucificação de Cristo, alta traição de Israel, verifica que Deus quebrou todos os pactos com aquela nação, e o termo Israel passou a representar os povos que, espalhados pela Terra, fossem assumindo ou melhor, reassumindo sua pureza espiritual e genética com base no pacto de sangue com Jesus Cristo, que ao morrer na Cruz, prometeu devolver à raça humana caída a sua constituição genética e espiritual imortal, isto é, o Adam Qadmon divino antes da queda no humano instintivo e mortal.

O mesmo Apocalipse inclusive ensina que a frequência oculta de 144 Hz pode realinhar gradualmente nosso DNA em medida 48 (porque 48 x 3 = 144).

São muitos os mistérios que tanta gente ignora desta matriz de conhecimentos por puro preconceito criado por causa dos maus religiosos.

JP em 18.08.2020

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