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O Mistério das Plêiades na Antiguidade

Uma  coisa que deixa os estudiosos perplexos é esta concordância incrível entre muitos povos e culturas do passado em relação a constelação das Plêiades e sua relação com ciclos.

Não somente os maias, os egípcios, os aborígenes, hebreus, os nativos da América do Norte, e muitos outros povos, mas, também  a maioria dos índios brasileiros comemora o seu ANO NOVO quando as PLÊIADES nascem antes do Sol (o nascimento helíaco das Plêiades), coisa que acontece em meados de 10 de Junho dos anos.

Mesmo ao lado de outras constelações formidáveis, como Órion, Cão Maior, Ursas, e tantas outras (que são significativas para eles)… por que essa fixação dos antigos por essa quase apagada constelação de Sete estrelas?


E, principalmente, por que em todas as concepções deles, as Plêiades tinham o atributo de CENTRO?


Por que centro do céu? Não é um grupo de estrelas em posição “polar” (o centro fixo da rotação da esfera estrelada) nem traz a estrela mais brilhante do céu (Sirius, no Canis Major).

O que explica esse atributo de CENTRO?

Qual a informação em OFF que os seres das estrelas passaram ao povos antigos, praticamente todos eles, sobre a magnitude e importância energética e espiritual do grupo das Plêiades, aquela que os hebreus chamavam de Kimá, o centro?

Ou ainda, traduzido do verbo Kamá: buscar (ansiosamente)!
Buscar … o que?

Talvez a resposta esteja aqui:

16 E ele tinha na sua mão direita sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece. (Apocalipse 1)

Sete estrelas menores diante da Grande Estrela
Arcano 17 e o centro de energia espiritual da nossa Galáxia (não confundir com essas modernas pseudo-teorias de anéis fotônicos de Alcyone, que não são reais).
A energia que nos alcança desde as Plêiades, portanto, não é nem luminosa e nem gravitacional, mas anterior a estas duas:
Pura energia harmônica de cordas esticadas vibrando no mesmo tom cósmico!
JP em 21.05.2019

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