O Mapa Astral da Crucificação de Jesus Cristo

 

 

 

(com impressionantes sinais planetários)

A data que possuímos, de acordo com o Calendário Juliano, e fortes indicadores, seria, para a Crucificação, o dia 3 de Abril do ano 33 DC, uma Sexta Feira, entre 15 e 16 horas (o sistema de contagem de horas era diferente naquela época).

Alguns estudos falam no dia 7 de Abril do ano 30 dC, mas eu avaliei outra data, também sugerida por estudos, como a mais válida: 3 de Abril de 33 dC.

Análises astrológicas do dia 3 de Abril de 33 dC se encaixam com precisão nos argumentos do Hermetismo gnóstico-cristão, validando perfeitamente esta data além de outras apontadas anteriormente, como 07 de Abril do ano 30.

Alguns estudos vinculam o dia 3 de Abril de 33 dC com uma intensa atividade sísmica na época da crucificação, exatamente como relatam os evangelhos, dizendo que a região tremeu após o evento. Por outro lado, esta data marca, exatamente, um dia de eclipse lunar, de lua de sangue, e segundo a teoria dos alinhamentos, isso também se encaixa com a atividade sísmica no dia avaliado da crucificação. A própria crucificação teria ocorrido debaixo deste eclipse de lua vermelha, que terminou uma ou duas horas após a crucificação.

 

 

Interessante relacionar a crucificação sob eclipses solar e lua de sangue, mais terremotos, com os eventos recentes da era em que nos encontramos, e desde 2014, já tivemos vários eclipses solares poderosos e luas de sangue, e a sétima foi contada em janeiro deste ano, 2019, logo após o aniversário de 70 anos de Israel e as profecias relacionadas ao Sexto Selo do Apocalipse, e os sete anos finais de contagem para eventos relacionados a um Juízo Universal (aliás, ano que vem, 2020, duplica o arcano 20 do Taro, que significa JULGAMENTO).

Até os números envolvidos neste dia parecem conspirar para fortalecer mensagens herméticas alinhadas ao contexto oculto da crucificação. Por exemplo, dia 3 e o sagrado triângulo (Jesus e a doutrina da Santíssima Trindade) e o ano 33, o número mestre da Maçonaria, e 3:33, somando 9, a Hora Nona da passagem de Jesus numa Sexta Feira 13, porque somando a data, 3+4+3+3, temos 13, o número da morte/passagem (Páscoa significa Passagem), o 13° membro da mesa, o Cristo central solar e seus doze satélites espirituais, etc. Ajunte-se aqui o tempo de cerca de 3 horas que o mestre permaneceu em sofrimento, pregado na cruz, e que ele expirou por volta de 3 horas da tarde, ao lado de outros dois crucificados, somando três cruzes sobre o monte Calvário… tudo parece criar um cenário codificado dos mistérios da divindade na carne, sangue e humanidade de Cristo.

Mas chave final desta questão tão polêmica é a pura, simples e direta análise astrológica dos argumentos planetários e sua configuração celeste naquele dia e hora. Elas dão a resposta mais exata de todas, caracterizando um evento pré-determinado pelo Destino que, no caso de Jesus Cristo, fora totalmente articulado pela Providência Divina, e não pelo acaso, antes, durante e depois da Cruz, apoiando igualmente a nota gloriosa da ressurreição e ascensão.

 

 

Quanto a data de nascimento de Jesus Cristo, ela é mais difícil de ser obtida pela falta de referências nos evangelhos, além da controversa Estrela de Belém, evento astronômico sobre o qual não se tem nenhuma certeza concreta do que realmente teria sido. Por outro lado, a crucificação de Cristo foi associada a uma festa judaica (a Páscoa) dentro de um conceito astronômico bem conhecido. Uma vez definido o ano, o dia e mês seriam fáceis de encontrar.

Sobre o nascimento, se estima que ele possa ter ocorrido em setembro, início das colheitas, e entre os anos 4 e 7 aC.
A Igreja Católica colocou, nos primórdios, a data do Natal em 25 de dezembro por dois motivos principais:
Primeiro, por realmente desconhecer a data verdadeira.

A Páscoa pode ser localizada facilmente todos os anos (é uma festividade de data móvel) por causa de sua associação com um fenômeno astronômico, a primeira Lua cheia do Sol em Áries, início do Zodíaco e Equinócio de março, mas não acontece o mesmo com o Natal.

E por isso, procurou uma data com ressonância no mundo pagão (25 de dezembro) até para poder melhor transmitir a mensagem desta nova personagem no cenário espiritual da humanidade, já que o mundo pagão daquela época era um tanto ignorante sobre os aspectos da religião judaica e de suas profecias sobre o Filho de Deus (os romanos por exemplo, pagãos, não conheciam vários elementos da pessoa profética de Jesus, julgando-o por isso na época como um simples agitador político ou mais um novo profeta na cidade).

Essa estratégia da Igreja Católica procurou então popularizar melhor a imagem de Jesus Cristo no mundo pagão ao associá-lo, com a data do Natal, com as divindades solares pagãs reconhecidas, até pelo simbolismo astronômico envolvido, no caso, quando a Terra (nesta época do dia 25 de dezembro), se coloca perto do periélio, quando a Terra fica mais próxima do Sol, e portanto, mais próxima da luz.

Por outro lado, o dia 25 de dezembro se encontra próximo do Solstício de Inverno no Hemisfério Norte, quando o mundo ficava mais frio e sob noites mais longas, o que significa o princípio obscuro dominando a humanidade.

É o momento exato em que Deus envia seu Filho ao mundo, a luz encarnada, para resgatá-lo das trevas.

 

 

Então, para associar a pessoa e obra de Cristo ainda desconhecido no mundo pagão, tornando-o alinhado com os valores familiares dos pagãos, é que a data de 25 de dezembro foi escolhida, para que o evento do Natal tivesse um dia fixo no calendário religioso para ser comemorado, como a Páscoa e outras festas.

Então, o valor do Natal em 25 de Dezembro é puramente simbólico, o que não diminui o seu valor, porque o nascimento de Cristo, o Filho de Deus, realmente aconteceu em Belém numa outra data, sinalizada pela misteriosa Estrela que conduziu os três reis magos até o lugar de nascimento.

Mas falemos agora da data da crucificação.

 

Efemérides do mês de Abril em 33 dC

 

Cidade, Jerusalém, Israel.
Dia 03 de Abril de 33 dC, entre 15 e 16 horas (a chamada Hora Nona)

Posições planetárias:
Sol: 13°29′ Áries
Lua: 11°10′ Libra
Mercúrio: 20°08′ Peixes
Vênus: 21°25′ Peixes
Marte: 08°46′ Gêmeos
Júpiter: 14°58′ Gêmeos
Saturno: 16°12′ Câncer
Urano: 17°34′ Leão
Netuno: 00°26′ Aquário
Plutão: 14°37′ Sagitário
Sirius: 16°40′ Gêmeos
Nodo norte lunar: 04°49′ Áries

O mapa da ressurreição se desenhou no domingo, logo pela manhã, com a Lua cheia (na Páscoa) entrando no signo de Escorpião. Lembrando que a primeira Lua cheia do ano (zodiacal, que começa em março ou abril, sob Áries) é o fenômeno que caracteriza a Páscoa.

 

Configuração astrológica da crucificação de Cristo

 

Os elementos zodiacais do momento exato da crucificação (indicando que a Lua passava por um eclipse, porque transitava próxima do nodo lunar) são totalmente alinhados com os códigos secretos do Cristianismo hermético, a começar pela exaltação do planeta Júpiter, que transitou no meio do céu durante a crucificação inteira (cerca de três horas).

Júpiter, o sexto planeta na ordem cabalística, se relaciona diretamente a pessoa mística de Jesus Cristo, e isso fica mais elucidado em textos apócrifos, como o Pistis Sofia, quando Jesus se remete á divindade de Júpiter como sendo o seu Pai e relacionado ao seu Ser profundo.

E o mais interessante, durante a crucificação, Plutão, o planeta relacionado ao Hades (Infernos) e o princípio tenebroso, transitou na casa inferior, IV, na base, e fez oposição direta a Júpiter no Meio do céu, numa oposição intensa, de grau exato, representando justamente os princípios tenebrosos (plutonianos) se opondo aos princípios crísticos (Júpiter), este se movendo nas alturas, enquanto Plutão rolava nas profundezas do mapa.

 

Sirius

 

E mais um indicador incrível, há 2000 anos, conforme o movimento de Precessão dos Equinócios sobre as estrelas das constelações zodiacais, a brilhante estrela Sirius estava na faixa de Gêmeos (atualmente, ela está na faixa de Câncer, cerca de 14 graus) e a estrela Sirius fazia conjunção com Júpiter, no tempo da crucificação. Sirius sempre foi a estrela da Cristandade, a estrela da luz, representando o Templo Cósmico da divindade congregada.

Ela irradiava sua luz e energia sobre Júpiter, o planeta-vetor de Cristo encarnado como humano na Terra em missão, recebendo a oposição do princípio tenebroso, Plutão, representado pelos fariseus, que o enviaram a Cruz.

Mercúrio e Vênus estavam em conjunção praticamente exata no signo de Peixes, signo este que carrega os principais arquétipos relacionados ao Filho de Deus, tanto sua assinatura pessoal como divindade encarnada como sua obra messiânica (a pescaria de almas na Terra).

Urano em Leão confirma a identidade Leão de Judá, ao mestre associada no Apocalipse.

Urano, ao lado do Sol em trígono, mais o eixo Júpiter-Plutão, desenham com perfeição o modelo da CRUZ latina nos céus, exatamente colocada em relação aos planetas: Júpiter e Sirius no topo do céu, ao lado de Marte (dando forças ao Mestre), confrontados por Plutão na base, o princípio tenebroso. E nos braços, a esquerda e direita, Sol-Áries (Ram, o signo do Cordeiro) e Urano-Leão (Leão de Judá, título de realeza crística).

Além de tudo isso, o triângulo de fogo (Áries, Leão e Sagitário) está exaltado pela presença daqueles astros, Sol, Urano e Plutão, que se casa com o triângulo da água que se forma quando, no domingo da Ressurreição, a Lua entrou em Escorpião, criando um laço com Venus-Mercurio em Peixes e Saturno em Câncer. Há toda uma cosmologia operando aqui, desde a crucificação até a ressurreição, quando os planetas desenham comandos específicos que, se para as pessoas comuns, são inertes, para os elevados mestres, que tem todos os canais de sintonia estelar abertos e ativos, esses mesmos comandos planetários e estelares são capazes de interagir profundamente com sua natureza física, vital, mental e espiritual ao mesmo tempo. Essa Astrologia é totalmente ignorada pela adivinhação barata de jornal a que se reduziu atualmente essa nobre ciência, bastante decaída em relação ao seu conteúdo original.

Netuno acabava de entrar no signo de Aquário. Jesus Cristo trouxe doutrina revolucionária, que abalou todos os sistemas políticos e religiosos de seu tempo, e por tal, foi rechaçado e executado. Tipo de coisa que é quase um padrão entre os mártires da Verdade encarnados num mundo que sempre foi governado pela mentira dos que estão no Poder.
Aliás, Netuno entrou em Aquário naquele preciso ano de 33 dC.

 

Configuração astrológica da manhã da ressurreição

 

E o sinal mais poderoso! A Estrela de Davi, símbolo de Israel até os dias de hoje, que se formou mais precisamente na manhã da ressurreição, quando a Lua se moveu para Escorpião, como podemos ver no desenho das configurações planetárias.

Este é o sexto selo do Apocalipse, e a imagem do Sexto Dia da Criação, o mais sagrado de todos.

Ou seja, da sexta feira da crucificação (e a cruz foi desenhada no céu naquele dia) para o domingo da ressurreição (e a Estrela de Davi foi desenhada no céu naquele dia), Jesus transitou da morte para a imortalidade, da Cruz do sacrifício para a Estrela da Vida e da Luz divina, com todos os astros relacionados ao arcano crístico envolvidos na formação.

E Jesus, então, estava simplesmente comprando a quinta raça (atual) na Cruz, pactuando com o Universo através do sangue do sacrifício assinando os termos da Lei Maior, para poder conduzir aquela parte selecionada da humanidade rumo ao Sexto Sol, que, na cosmologia dos maias, é a nova Era, a Era da luz, depois que a atual era e civilização forem encerrados, no tempo que lhe fora consignado pelas estrelas.

Essas configurações planetárias, que acompanham a vida e obra de Cristo desde a magnífica estrela de Belém (Sirius, além de outros fatores), demonstram o quanto estão integradas as efemérides cósmicas e os grandes eventos da humanidade, carregados por elevados seres encarnados, estes que tem poder para mudar a História do mundo, todas as vezes que necessário.

O grande Anjo das estrelas (Uriel) escolheu aquele momento exato das configurações planetárias para conectar a grande obra do Mestre à Estrela Sirius, que é a capital cósmica e reconhecido Templo maior da Cristandade dos espíritos conscientes do universo, simbolizada na Estrela de Belém anunciando uma nova encarnação crística na Terra, há dois mil anos, e que agora se repetirá na pessoa das Duas Testemunhas.

Dentro destas configurações, Júpiter recebeu a energia de Sirius, quando Jesus, com seu sacrifício, reabriu as portas do Templo na Terra e resgatou o sagrado e secreto ritual do Pão e do Vinho, já empregado nas antigas civilizações, como chaves secretas da imortalidade divina, ritual esse importado diretamente da sabedoria dos Sirianos.

Enquanto isso, Plutão, símbolo dos Infernos, era suplantado pela Cruz que se erguia, sublime e majestosa, nos arcos de Júpiter atraído pela Luz de Sirius, a Pedra que calcaria as portas do Inferno e venceria todas as maquinações das trevas.
Cruz imersa no triângulo de fogo anunciando a transfiguração do humano em divino!

Nesse dia e hora, Jesus reabriu o Sexto Selo da Criação, o Dia em que a humanidade foi criada e, mais tarde, caiu na geração animal, pecadora e mortal, de tal modo que, recebendo o beijo da Luz de Sirius alinhada com Júpiter, seu planeta pessoal, Jesus recebeu o tremendo poder das alturas que mudou para sempre a história da humanidade, a qual, através dele, recuperou a esperança de regressar ao Éden perdido e ao estado de consciência divina e imortal perdido na queda animal.

A Verdadeira Astrologia, praticada por Mestres e Iniciados desde a antiguidade, não se reduz a leituras ordinárias e muito vagas e imprecisas de como será o seu dia conforme a Lua ou Vênus… ela é uma poderosa ferramenta a serviço do Auto-conhecimento, capaz de nos guiar em legítimas construções internas aproveitando o fluxo das estrelas e os ventos favoráveis das influências planetárias, solares e lunares… considerando uma coisa que sempre foi verdadeira, mas a ciência reluta em aceitar, prostrada pela sua miopia: o fato de que todos nós estamos integrados ao Sistema Solar, como se ele fosse uma célula coesa e estruturada num organismo maior, o Cosmos, com suas infinitas células, todas elas trocando vida e energia entre si, para que o Corpo do Criador viva.

O Universo é o corpo físico do Criador.

A Astrologia real é grandiosa por conseguir mapear toda essa fisiologia espiritual dos órgãos deste corpo, então, as luas, sóis, planetas e estrelas vibrando, pulsando e fluindo vida consciente em todos os quadrantes da Criação, muito eficiente em localizar cada um de nós como pequenina célula em toda essa Infinita Compleição do Espírito na Matéria.

Desde a Estrela de Belém, no ano zero de referência histórica, até o evento da Paixão de Cristo, todos os astros estavam articulando os elementos necessários para gerar energias de apoio à obra gigantesca do Filho de Deus num contexto interligado cuja ciência e mecanismo por detrás de tudo isso ainda fluem em vetores de poder e mistério elevados demais para o entendimento da humanidade atual, em seu nível de consciência muito baixo, e cada vez mais estranho às grandes sabedorias que Jesus Cristo reviveu, de outras eras e mestres antes dele, abrindo o caminho para as futuras eras e os mestres depois dele… e tudo começou com uma estrela nova e rara brilhando sobre uma manjedoura, naquela noite gloriosa de Belém assinalada pelo profeta…

 

Para quem sabe ler o Livro dos céus e identificar com precisão a escrita dos astros, poderá extrair muita informação desta data singular, quando os planetas entraram numa tal configuração que pareceu conspirar naquele momento para concretizar a obra do Filho de Deus na Terra em seu momento crítico… quando todas as energias do universo fluíam para confortar o seu coração pregado na cruz da maldade humana… e o grande de Júpiter calcou aos pés o maligno de Plutão, matando a morte…

 

 

 

Veja também:

 

Estudo revela o dia da Crucificação de Cristo: 03 de Abril de 33 dC

 

A Crucificação de Cristo ocorreu debaixo de uma Lua de sangue!

 

JP em 23.12.2019

Comentários
Compartilhar