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O magnetismo do corpo físico e o impulso astral

 

 

 

 

Todas as criaturas vivas possuem campos magnéticos operando em seus corpos, por causa da bioeletricidade circulando na rede nervosa, especialmente no cérebro, coluna vertebral e plexos nervosos, onde a fiação nervosa se concentra, originando o que chamamos em nosso corpo físico de chakras, temo hindu para vórtices ou rodas.

É bastante lógico imaginar que a nossa coluna vertebral, repleta de filamentos nervosos internos, conectando o plexo sacro (cóccix) até o Encéfalo, comporte um verdadeiro campo magnético biológico, já que quantidades enormes de eletricidade pura circula nessas fiações todas, gerando vórtices e magnetismo em seu caminho.

Assim, a nossa coluna vertebral funcionaria como uma barra imantada pela contínua circulação de bioeletricidade dos neurônios do sistema nervoso, central e periférico, colocando o pólo sul no cérebro e o polo norte no cóccix, e também, nos pés, nosso fio-terra e terminal de descargas de eletricidade na terra (chão), o que está confirmando quando, por exemplo, caminhamos a beira-mar por alguns minutos, sabendo que a água do mar é fortemente iônica e condutora de eletricidade por causa do sal (NaCl) ali dissolvido. Banhos de sal grosso resgatam essa terapia, que esvazia nosso sistema nervoso de eletricidade acumulada, geralmente produzida por estados de stress e tensão mental prolongada.

É para o cérebro que toda essa carga eletromagnética circulante no corpo físico converge, o polo sul do corpo físico.

Tal disposição magnética do nosso corpo se comporta como um dipolo magnético, dipolo este que interage fortemente com o campo magnético da Terra, o que explica por que grande parte das experiências astrais bem sucedidas acontecem quando a pessoa dorme com a cabeça voltada para o polo norte magnético da Terra.

Sabemos que o chakra coronário, ou o vórtice que gira no sétimo e último chakra do corpo, que tem sua raiz na glândula pineal e nos estados alterados de consciência (fase entre a vigília e o sono) gira no sentido anti-horário enquanto dormimos, o que produz um vetor impulso magnético ascendente (para fora), explicando, à luz da bioquímica e eletromagnetismo corporal, os ciclos de atividade da alma, dentro e fora do corpo físico.

Pois bem, tendo em conta que o cérebro é o polo sul, naturalmente que, se a cabeça estiver voltada para o norte magnético, haverá atração e indução magnética natural sobre este chakra e demais vórtices cerebrais, provocando um estímulo energético a favor das experiências extra-físicas, o que podemos incluir essa informação como chave adicional nas práticas (realizadas com o corpo deitado: se for sentado, o ideal é que a nuca esteja voltada para o Norte).

Essa relação entre o nosso corpo físico e o magnetismo da Terra já é conhecida, e determinadas flutuações na energia magnética da Terra, como a elevação da ressonância Schumann ou o aumento de partículas carregadas na atmosfera, via explosões solares ou ventos solares intensos, afetam diretamente a psique das pessoas, acelerando estados mentais como ansiedade, stress, tensão, pressa, etc.

Um eixo magnético norte-sul se prolonga, assim, dos pés a cabeça, e quando o corpo está deitado, esse alinhamento pode ser intensificado desta maneira, quando então o cérebro pulsará seu polo sul com mais intensidade, fazendo girar aquele vórtice coronário com mais intensidade que o normal.

O Impulso Astral

O impulso astral aplicado sobre o chakra coronário é duplo, no sentido de ser, ao mesmo tempo, interno e externo, e se o direcionamento ao polo norte da Terra produz um impulso externo de energia sobre ele, algumas práticas produzirão o mesmo impulso de energia internamente, acelerando-o de tal forma que ele abra as percepções mais elevadas da mente para o despertar da consciência em outras frequências e dimensões de realidades paralelas.

Esse chakra é a antena da alma, é através dele que as emanações cósmicas fluem diretamente para o nosso cérebro, muitas vezes sendo captadas como inspiração, ideias criativas, e mesmo comunicação com outros seres e mundos.

Uma espiritualidade ativa e concreta simplesmente não existirá enquanto essa porta da alma estiver lacrada em nosso aparelho mental, e seguiremos vivendo de crenças, especulações, ilusões e expectativas emocionais das verdades maiores ainda não constatadas, apenas conceitualizadas.

A melhor maneira de acelerar o vórtice da cabeça é através de mantras, o que explica por que os hindus retrataram cada um dos sete chakras em mandalas geométricas com número específico de pétalas – ou seja, vibrações e frequências – e dentro de cada um, colocava um mantra-semente.

No caso do chakra sahasrara, ou coronário, AUM (OM) é o mantra-semente que ativa esta porta astral. Assim, com a vocalização certa, a frequência certa e a direção certa, o Lótus de mil pétalas desabrochará na cabeça e será nutrido pelo magnetismo luminoso da Mãe-Terra em seu santuário do Norte.

JP em 11.09.2019

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