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O Hipercubo continuado e as dimensões paralelas

 

 

“Em geometria, entende-se por hipercubo um análogo n-dimensional do quadrado (n=2) e do cubo (n=3). Todo hipercubo é fechado, compacto e convexo, cujo esqueleto é formado por grupos de segmentos paralelos alinhados em cada dimensão do espaço, formando ângulos retos com os outros segmentos de mesmo tamanho e comprimento”.

Wikipédia

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Dimensões são ambientes distintos num mesmo espaço. O Espaço 3D é a base para todas as dimensões paralelas, e segue o modelo do Hipercubo continuado.

O Hipercubo continuado é simplesmente um Cubo cujas projeções internas (diagonais traçadas entre os 8 vértices) se prolongam até se encontrarem no centro geométrico 0 (zero) da estrutura, partilhando internamente vários “cubos” em série “n” de regressão geométrica.

Essa ilustração serve para exemplificar o espaço base 3D como sendo o Cubo maior, enquanto os vários cubos internos, estes representam as várias dimensões paralelas ao espaço 3D de referência, todas elas migrando ao ponto central zero, para onde as diagonais do Cubo matriz convergem, se cruzando, interceptando-se no ponto da singularidade atemporal e adimensional do Universo, ao cubo original comparado.

Este ponto zero central representa o Absoluto, a origem de tudo anterior ao próprio Big Bang, sem dimensão e sem tempo, e saltar de um cubo a outro, retratando ai a mudança de coordenada dimensional, é uma questão de calibrar a vibração correta.

Além da geometria, os números desta geometria têm algo a dizer. Considerando dois cubos ligados pelas diagonais, temos 8 + 8 = 16 vértices totais, e somados ao ponto central, 17 pontos marcados no espaço, dessa forma.

Nos arcanos do Tarô, coincidentemente, o Arcano 16 ilustra uma Torre capaz de chegar ao céu, enquanto o arcano 17 mostra a estrela distante que a Torre acessa nestes movimentos misteriosos do universo.

 

 

Essa disposição funciona bem para argumentar sobre wormholes e stargates, assim representados nessa geometria do cubo e do hipercubo, idealizando saltos dimensionais dentro de um mesmo espaço-tempo considerado.

 

 

Teoricamente, no centro zero de convergência das diagonais dos cubos, deixam de existir espaço e tempo, para alcançarmos a região que é infinita, adimensional e atemporal (eterna), dentro de um conceito que somente a realidade espiritual pode situar.

E todos os “n” cubos internos projetados dentro destas diagonais representam as diferentes dimensões que comportam diferentes status de espaço e tempo em suas naturezas, todas porém dentro de uma mesma engrenagem cósmica partilhada, a qual, o modelo das rodas concêntricas também explica!

 

Matemática e geometria são as duas colunas do templo do entendimento sobre as dimensões paralelas do Universo-Onda… a começar pelo fato de que uma onda é uma expressão geométrica senoidal regulada por uma função matemática harmônica, e que, dependendo da onda/frequência manifestada, lá estará a sua localização dimensional!

 

JP em 28.07.2019

Veja também:

A Roda do Tempo

 

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