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O Chakra-Mãe, a entrada da vida, a fonte da alma

 

 

 

 

Antes, recordando os três núcleos de energia do corpo físico

1. A alma entra (e sai) pela porta do chakra coronário, sai quando dormimos, entra quando acordamos, porque tal chakra (da coroa) se liga com a raiz da glândula pineal, e esta já foi chamada de Porta da Alma. Quando a criança nasce, a alma penetrará por esta porta, pela cabeça. E quando morre, sai definitivamente por ela.
Mas há outra porta da alma anterior a esta.

2. A alma precisa também acionar uma bomba de energia chamada Coração, e isso ela faz antes mesmo de nascer, durante a vida embrionária, dentro do ventre materno.

3. Por fim, a alma precisa acionar a corrente elétrica que circula no sistema nervoso, disposta pelos dois terminais, negativo e positivo (cérebro e plexo sacro ou cóccix), e ao fazer essa eletricidade circular pelo sistema nervoso, como uma máquina ou aparelho pronto que só faltava ser ligado na tomada, finalmente a alma pode encarnar, habitar seu corpo, e despertá-lo com consciência e movimentos e funções autônomas.

Antes, eu já tinha escrito que o umbigo (o chakra umbilical) é a nossa segunda boca.
Além disso, é a entrada de energia por onde recebemos os estímulos mais fortes do mundo exterior.

É pelo umbigo que somos nutridos no ventre materno, e é pelo umbigo que o corpo físico mantém a conectividade energética com o corpo astral: cortar o cordão de prata ou fio Antakarana que faz esta conexão significa morrer. Então, esse cordão é a garantia de vida ao corpo físico, porque a vida vem da alma, mas essa alma não pode satisfazer sozinha todas as demandas de energia do corpo físico para que ele sobreviva. A outra parte da energia vital, aquela que vem de fora, das fontes externas, como o Sol, precisa ser ingerida pelo chakra umbilical.

MANIPURA (Cidade das jóias), é o significado do nome deste chakra/plexo nervoso chamado Solar, com 10 pétalas.

O terceiro chakra na ascensão do Kundalini, relacionado ao raio de Vênus, é a fonte de alimentação vital da alma encarnada, fonte externa, ao mesmo tempo que essa mesma alma sustenta três fontes de energia internas, ligadas aos três núcleos do corpo: cérebro, coração e cóccix. O cérebro gera fonte psíquica (energia mental) enquanto seu pólo oposto, o osso terminal do cóccix, plexo sacro, cria a polaridade da eletricidade vital circulante, e o coração, como uma bomba gerando vibração que se esparrama pelas células, funcionaria como um equilibrador do sistema por inteiro.

Muitas doenças começam no coração, não só o coração físico, mas o coração emocional, justamente porque o coração é o fator equilibrante do sistema, e emoções negativas são exatamente aquelas energias psíquicas que tem poder para desequilibrar tudo dentro do organismo, além de potencializar as doenças já existentes.

A alma, portanto, tem quatro pontos principais de conexão direta com o corpo físico, no aspecto de centros de energia, distribuídos da forma: 1-3.

Ou seja, o centro original (1), que é o umbigo, e deste, repartidos nos outros três centros secundários, ou seja, cabeça, coração, cóccix, núcleo psíquico, núcleo emocional e núcleo instintivo.

O chakra manipura ou umbilical é o verdadeiro fator de alquimia energética no corpo, porque é a partir dele que as energias internas, geradas no organismo, se misturam com as energias de fonte externa, e criam uma resultante final que permite que a vida corporal aconteça, interagindo com todas as formas de vida do mundo exterior, numa cadeia vital complexa. Se o chakra coronário (cabeça) liga nosso psiquismo com a Mente Cósmica via glândula pineal, é pelo chakra da barriga que temos nossa energia vital interna conectada à energia vital do mundo externo.

A Vida, como resultante final deste nosso corpo, é uma combinação entre as fontes internas de energia com as fontes externas, o Sol, o ar, alimentos em geral.
Além disso, esse chakra possui o cordão de conexão com a alma que reparte os seus poderes na ativação daqueles três centros de energia relacionados:

1. Cérebro (Morada do Pai)
2. Coração (Morada do Filho)
3. Cóccix, base da coluna vertebral (Morada do Espírito Santo)

Em termos de estímulos externos de energia, esta é a porta de entrada, o Umbigo, nossa segunda boca, enquanto que a primeira boca, esta trata de ingerir alimentos sólidos e líquidos para a sustentação celular, enquanto o nariz inala aos pulmões o oxigênio e o Prana da vida. Mas todos são fontes de alimentação externa, geridas no final das contas pelo chakra umbilical. Porque tudo o que comemos e bebemos irá cair no estômago, na barriga, que é a área de atuação do vórtice do chakra umbilical, envolvido com a digestão e todo tipo de assimilação de energia externa.

Mas contamos três elementos nos alimentos citados:

Elemento terra (alimentos sólidos), elemento água (alimentos líquidos) e elemento ar (o prana do oxigênio).
E onde estaria o elemento fogo?
De que fonte energética ele procede?
Simples: do Sol. Ele é a principal fonte de alimentação do elemento FOGO na boca do Umbigo, que por esta razão é também chamado de Plexo Solar. Sem o Sol, sem a luz e o calor do Sol, não haveria vida.

O quarto alimento energético, do elemento Fogo, entra diretamente pelo umbigo, diferente dos outros três alimentos e elementos, a entrarem no corpo pela boca e nariz. E então, os quatro elementos combinam-se com as fontes de energia interna, geradas no nosso corpo (como o metabolismo celular, a pulsação cardíaca, a bioeletricidade nervosa, a energia muscular, etc) para nos manter vivos e saudáveis.

Vejam a importância do chakra umbilical, chamado de Manipura, que significa CIDADE DAS JÓIAS, a Jóia da energia vital que ele absorve e concentra. Ele é o ponto ZERO, porque a Alma, antes de encarnar, dentro do ventre materno, se conecta no umbigo, e já recebendo alimento materno ali dentro. Antes da criança nascer e a alma entrar pela cabeça (sim, a porta de entrada e saída da alma é a cabeça), esta mesma alma já estava conectada ao seu embrião fetal pelo chakra do umbigo, ao longo dos nove meses de desenvolvimento, que acontece por causa dessa conexão.

Portanto, o primeiro ponto de contato entre a alma e o corpo físico acontece pelo cordão de prata, amarrando a alma no corpo, e mantendo a transferência de energia vital do corpo para os veículos superiores (astral, mental, etc.)
Através desse cordão, chamado Antakarana, é que acontece a alquimia entre as energias de fonte externa com as energias de fonte interna, num câmbio cuja resultante final é a vida.

A partir desse ponto é que a energia da alma se mescla com as energias externas e as energias internas do corpo físico, portanto, três correntes confluindo em harmonia nesse ponto vital chamado UMBIGO.

Portanto, o “empurrão final” para a alma entrar no corpo e nascer em nova vida consciente acontece no umbigo, e até por uma analogia, o ventre materno é que empurra o embrião da criança já pronta para nascer, aos nove meses, com as contrações musculares.

A alma viva só pode ingressar no corpo físico pronto quando aqueles três centros internos de energia (cérebro, coração e cóccix/ coluna vertebral) tiverem completado a lenta construção deste corpo, então, já desenvolvido e pronto para receber a alma. E é interessante porque, nesse estágio fetal, é o mesmo cordão Antakarana que fornece a energia pura da alma para que estes três centros físicos internos concluam a lenta edificação do novo templo-morada.

A Alma alimenta o corpo físico pelo cordão de prata, da mesma forma que o cordão umbilical materno nos alimenta durante o estágio embrionário da vida. E aqui, novamente acontece aquele conceito de fusão de energias para manter a vida, ou seja, a energia da própria alma com a energia vital da mãe no tempo da vida embrionária.

No momento do nascimento, impelido pelo ventre materno em contrações, o corpo do novo nascido escapa e deve ser estimulado para “acordar” do outro lado (o tapinha do médico).

E assim que respira, o sistema nervoso da criança é acionado pela eletricidade da alma em potência total (contudo, o coração já batia desde o inicio da vida embrionária), e assim fazendo, a alma encarnada pode assumir o comando do novo corpo físico, como uma máquina pronta que foi ligada na tomada, fonte de energia!

Vejam a grande importância do chakra umbilical aqui.

Não é a toa que a proporção do corpo, entre altura total e a altura do umbigo, produzem o número áureo, Phi (1.618).
Se o centro geométrico do corpo se localiza nos órgãos sexuais, o centro vital está, com toda certeza, no umbigo.

Tanto que UMBIGO, do latim, Umbilicus, significa CENTRO.
É o centro da vida, onde ela começou antes mesmo do coração pulsar no embrião.

O centro umbilical, chakra manipura, plexo solar, a segunda boca, boca que ingere o elemento fogo diretamente das fontes do Sol e da luz ambiente, e que completa o balanço de energia dos outros três alimentos elementais, terra, ar e água, e que combina com as energias geradas internamente pelo organismo vivo, este é o primeiro núcleo de energia da vida e da consciência numa única emanação, antes dele derivar, no embrião em desenvolvimento, aqueles três núcleos secundários, cérebro, coração e sistema nervoso (cóccix),

Por isso, este é o chakra-mãe, em todos os sentidos.
A primeira fonte de energia da alma transferida à forma física nascida.

 

Uma curiosidade

No idioma hebraico, o termo para barriga ou ventre é o mesmo para o número cinco, ou quintessência:

Ch M Sh (Ventre, barriga, abdômen), (Cinco, Cinquenta, quinta parte), (organizar em grupos de cinquenta).

A quintessência e a barriga tem a mesma expressão.

Porque o corpo é a quintessência da alma, e a alma é a quintessência do espírito.
E o número cinco, na geometria sagrada, nos leva ao Pentagrama, que é o símbolo do Microcosmo Humano, gerado pelo número de Deus, Phi, razão áurea presente em todas as coisas.

 

JP em 16.10.2019

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