O Cavalo Amarelo do Apocalipse é a China, e traz doença e morte

Vamos analisar a fundo o contexto do Apocalipse sobre essa mensagem.
Porque uma coisa é certa, estamos vivendo cenários apocalípticos no mundo com tudo isso.

E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem, e vê.
E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer.
E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e vê.
E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.
E, havendo aberto o terceiro selo, ouvi dizer o terceiro animal: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo preto e o que sobre ele estava assentado tinha uma balança em sua mão.
E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.
E, havendo aberto o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem, e vê.
E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra.

Apocalipse 6:1-8

Não é novidade para muitos que esse quarto e último cavaleiro do Apocalipse, o mais terrível de todos, se associa à praga da peste (doenças), e sendo o último da lista dos quatro cavaleiros e suas pragas, tem um efeito somatório sobre o planeta, reunindo as guerras, a fome e as outras calamidades trazidas pelos cavaleiros anteriores, num somatório que tem o argumento Morte em escala global, dai este ser o seu nome.
Porque ninguém se esqueça, por maior que seja o número de pessoas morrendo por Coronavírus no mundo, muito mais gente já morreu antes por fome ou por guerras, como a fome na África ou os incessantes conflitos no Oriente Médio.

Esse é o primeiro aspecto desses quatro cavaleiros somados, e que se refletem igualmente naqueles quatro Anjos atados no grande rio (centro do mundo) e que, no dia e hora, quando tocasse a Sexta Trombeta, seriam desatados com suas pragas. O contexto dos quatro Anjos e quatro cavaleiros basicamente é o mesmo.

Só alguns números de desalinham, porque enquanto o quarto cavaleiro levaria consigo a quarta parte da humanidade, os quatro anjos matariam a terça parte da humanidade. A conexão aparece porque, na soltura destes quatro anjos, se vê nos céus uma cavalaria armada para a guerra (cavalos, como nos quatro primeiros selos rasgados do Livro).

Depois da visão dos quatro cavalos coloridos, na ruptura do quinto selo do Livro, João vê o templo de Deus aberto, e dentro dele, diante do altar, as almas dos mártires de Cristo clamando por Justiça perante Deus, e lhes foram dadas vestes brancas e o consolo de que aguardassem mais algum tempo, até que o número de conservos como eles fosse completado (em 144 mil).

Finalmente, quando o Sexto selo do Livro é rasgado pelo Cordeiro, os sinais astronômicos aparecem como indicadores da chegada do Dia do Juízo Final: eclipses poderosos, luas de sangue, asteroides e estrelas caindo do céu e o grande Nêmesis ou Dragão vermelho de longa cauda… esses sinais astronômicos marcariam a data do Julgamento do mundo, tal como suplicaram os mártires de Cristo, um selo atrás.
A sequência estabelecida é lógica.

E tudo indica que o mundo entrou mesmo no Grande Julgamento, a começar pelo sincronismo dos números 2020, arcano 20 do Taro, Julgamento em dobro, e 20+20 = 40, que significa penitência, literalmente, quarentena, período de 40 dias. A preparação ao que virá. Incerto, sim, e inevitável, também.

O Livro dos Sete Selos é a Agenda do Destino da humanidade pela Justiça Divina programada, e contra a qual não há defesa ou apelação.

E se este for o ano em que veremos o maior de todos os sinais nos céus, a estrela da amargura, então isso realmente será a visão derradeira que confirmará o início do fim.
A Terceira Trombeta diz que a estrela cairia nas fontes das águas e rios, e converteria essas águas em amargura, e que os homens dela beberiam e morreriam, a terça parte deles.
As águas tem relação com a vida, as fontes da vida, e contaminar essas fontes significa doença.

Isso quer dizer que a aproximação do astro invasor, perturbando todas as energias planetárias há algum tempo, entra no processo de alteração do clima, magnetismo e biosfera que, modificadas, se tornam cada vez mais propícias ao desenvolvimento de doenças e pragas, dentro de um mecanismo ainda pouco aclarado para a ciência moderna.

Ou seja, a terceira trombeta e a queda do astro de fogo na Terra (queda de suas energias) contamina as fontes das águas da vida com amargura, e isso significa doenças.
A primeira praga do Egito foi a conversão da água do rio Nilo, a fonte de vida do Egito, em sangue, trazendo mortandade. O paralelo é o mesmo.

Mas, de volta aos quatro cavaleiros do Apocalipse e seus cavalos.
Uma das chaves de interpretação destes cavalos e suas quatro cores é associar com as quatro grandes raças da Terra: raça branca, vermelha, negra e amarela.
O primeiro cavalo é branco, e sobre ele, um líder armado para a Guerra, e sairia pra vencer.
Vejo nessa personagem o oposto do Messias, o Rei dos reis no cavalo branco, conforme o Apocalipse 19, e que lideraria os exércitos do céu contra os exércitos das trevas e do Anticristo.
Então, esse primeiro cavaleiro é o Anticristo, e ele sairá da raça branca (caucasiana).

Lhe segue o cavalo vermelho, e seu cavaleiro ganha uma grande espada para a guerra e matança.
Aqui, duas interpretações se ajustam.

Se pensarmos em termos de raça vermelha, estamos falando dos indígenas das Américas. E a primeira interpretação nos leva ao maior genocídio de todos os tempos, o assassinato dos indígenas da América pré-colombiana nos tempos da colonização européia – os brancos, que vieram como cavaleiros armados para a guerra, tal como o cavalo anterior, o branco. A sequência é lógica.

Mas se pensarmos aqui na cor vermelha como uma referência ao Comunismo, então estamos diante das potências do Leste, Rússia, China, e ainda, dos povos do Oriente Médio, altamente belicosos. Somados, estes elementos é que recebem a espada e instigam todo tipo de guerra sobre o planeta.

Quanto ao cavalo negro e a balança das medidas dos alimentos, não é difícil localizar a relação com o povo africano, dizimado pela fome há muito tempo. Inclusive grandes regiões daquele continente tem sido atualmente atacadas por pragas de gafanhotos, o que aumenta a crise alimentar por lá.

Mas, o cavalo amarelo e seu cavaleiro podem se relacionar com a China e o coronavírus?
Sim.

No mesmo aspecto das raças e suas cores, a cor amarela sempre foi associada aos orientais, em especial, aos chineses, porque a China é o pais mais populoso do mundo.

A China é o país de maior população do mundo há muito tempo. Quando realizou seu primeiro censo, em 1953, a contagem revelou 582 milhões de habitantes; o quinto censo, de 2000, contou quase o dobro, com 1,2 bilhões de habitantes.

Assim sendo, países com muitas populações sempre têm a chance de desenvolver maiores casos de epidemias pela simples aproximação entre tanta gente reunida numa mesma área.

O coronavírus, e outros vírus similares, já são conhecidos e identificados desde 1960, e algumas epidemias já aconteceram na Coréia do Sul e na China. Mas nenhuma tão grande quanto a atual pandemia do Covid-19.

Não é preciso inventar nenhuma guerra biológica aqui.
Superpopulações sempre foram um problema para a natureza, que sempre encontra mecanismos de equilíbrio e redução populacional de indivíduos.

E percebemos que esses vírus são cíclicos em suas mutações.
O grande perigo dos vírus é sua capacidade de mutação, enquanto o perigo das bactérias é a sua resistência aos antibióticos, tornando-se super bactérias.

O nome do quarto cavaleiro é Morte, e ele se soma aos cavalos anteriores trazendo suas pragas.
O que temos visto diante dessa pandemia é um efeito dominó, e a crise econômica resultante é o primeiro impacto. Crises sociais lhe seguem. Crise de abastecimento, idem.
Crise política, também.

Por isso é que esse cavalo amarelo, a peste, foi colocado no final, somando-se aos anteriores em seus efeitos negativos.

Ano de 2020, Julgamento em marcha.
Eu não tenho dúvida alguma.
E quando o segundo sol chegar, os dois pratos da Balança realinharão todas as coisas.

Então, saberemos que o Julgamento da humanidade começou.

JP em 21.03.2020

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