Nêmesis e a força do Espírito Santo em dóis sóis

 

 

 

 

Desde o ano passado (2018), eu acompanho com atenção os estudos e publicações não-oficiais na Internet sobre um astro chamado P-7X (e por uma incrível coincidência, fotografado por um astrônomo amador brasileiro no dia 11.11.2018!).

 

 

Esse objeto real, tanto fotografado como acompanhado por telescópios, estaria agora entre as constelações de Sagitário e Capricórnio, e na altura da órbita de Saturno, já em rota de aproximação da órbita de Júpiter.

Agora, de dezembro a abril do ano que vêm, seguem os meses de ocultação do Sol, que atravessa as referidas constelações, impossibilitando a captação óptica do objeto aqui da Terra.

Estimativas anunciam que sua manifestação a olho nu começaria a partir do ano que vem, 2020, talvez iniciando seu brilho mais forte (porque se trata de uma estrela anã marrom, sem luz visível, exceto radiação infravermelha.

Os astrônomos liberais estimam o seu periélio solar para o ano de 2021, entre os meses de fevereiro e março, época em que o objeto se comportará como um enorme cometa com vasta cauda (por tal razão, chamado de Planeta-Cometa) e sua aparência se encaixa com precisão na simbologia profética do Apocalipse (o Dragão Vermelho no céu, derrubando estrelas com sua enorme cauda – o efeito gravitacional do objeto sobre os asteroides).

Além dos estudos e observações destes astrônomos sobre o astro P 7X, há décadas que eu estudo o fenômeno
CROP CIRCLE, e detecto em vários deles a mensagem de um sistema solar binário. Na verdade, desde a série dos pictogramas de 1990 e seu código 11-11, entendendo neles sofisticados marcadores astronômicos, eu já interpretava desde aquela época a identidade binária do sistema solar revelada ao mundo por alienígenas (venusianos).

As conexões entre o objeto P 7X e as profecias da Bíblia, especialmente o Apocalipse e a escatologia do evangelho de Mateus, são impressionantes. E a primeira conexão acontece com o grande sinal astronômico do Apocalipse 12 (porque ambos os sinais, João notifica no céu, não na Terra). E o grande primeiro sinal aconteceu precisamente no dia 23 de Setembro de 2017, quando doze astros se reuniram na “cabeça” da constelação de Virgem, se colocando o Sol no seu “corpo” (vestida de Sol) e a Lua aos seus pés, literalmente.

E passados um, dois anos, os estudos sobre o objeto P 7X se aprofundam, respeitando a cronologia do referido capítulo 12 do Apocalipse, que fala de outro sinal depois daquele grande e primeiro sinal da Virgem celeste: a chegada de um Grande Dragão Vermelho!

1 E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.
2 E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz.
3 E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas.
4 E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.

O dragão tem sete cabeças, podemos estimar que sejam os referidos planetoides que acompanham o sistema Nêmesis, segundo Sol. E sua cauda derruba muitas estrelas do céu, estima-se a sua força gravitacional abalando os asteroides do cinturão entre as órbitas de Marte e Júpiter.

E o Dragão Vermelho parou diante da Virgem: talvez seja um cenário astronômico durante o deslocamento do objeto P 7X ao longo das constelações, conforme ele se aproxime do periélio solar a partir de 2020 e 2021, alcançando uma nota crítica, quando irá arrostar o Anjo do Sol, Miguel (regente do Sol): de repente, veremos o Sol desafiando por um enorme cometa com cauda flamígera, realizando assim a pintura da profecia do Apocalipse 12.

Considerando que o periélio aconteça mesmo por volta de fevereiro/março de 2021, a distância entre os dois sinais cumpre um período profético repetido no Apocalipse: 3 anos e meio! (setembro-2017 a março-2021).

Finalmente, após a batalha contra o Sol (periélio) o Dragão Vermelho é atirado na Terra (talvez, quando o objeto
P 7X faça a curva de retorno, é que passará mais perto da Terra e impactará o nosso planeta com efeitos mais drásticos, incluindo a queda prevista de asteroides. Esse é o tempo da fuga da Mulher para o deserto. O tempo do arrebatamento, porque a maior tribulação planetária começará.

O Apocalipse 12 parece marcar um cronograma astronômico exato, se soubermos interpretar suas simbologias na forma de coordenadas celestes.

Se a Virgem coroada por doze estrelas, vestida de Sol e com a Lua aos pés foi um sinal astronômico exato, como relata o profeta: “um grande sinal no céu”, então o Dragão Vermelho, no mesmo contexto de interpretação (fora outros contextos) necessariamente também é um sinal astronômico que vem depois daquele sinal da Virgem, ocorrido em setembro de 2017, após tantos eclipses e luas vermelhas em sequência, igualmente anunciados ANTES destes dois sinais (no Sexto Selo do Livro, Apocalipse 6).

E mais uma vez, a cronologia acertou, porque os primeiros eclipses solares e lunares (vermelhos) aconteceram entre 2014 e 2015, portanto, antes de 2017 e o sinal da Virgem celestial.

O aspecto do estudado objeto P 7X, conforme seja mesmo confirmado como sendo uma estrela anã marrom massiva e em aproximação do Sol, se parecerá como um grande cometa (planeta-cometa) conforme se aproxime do periélio, justificando o Sinal do Filho do Homem, mencionado por Mateus 24, e que dele fala, e que a vinda do Filho do Homem seria como a de um relâmpago que, brilhando de leste a oeste, vai se mostrando ao mundo. Tal comportamento é exato para descrever um grande cometa com cauda extensa acompanhando o Sol no céu durante o dia!

Tudo isso (sinais escatológicos) em resposta ao questionamento dos discípulos de como seria o cenário do mundo no tempo do retorno do Mestre:

“E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?”
Mateus 24:3

“Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do Filho do homem.
Pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntarão as águias.
E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas.
Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.
E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.”

Mateus 24:27-31

Se as estimativas astronômicas estiverem corretas, este objeto começará a se tornar visível a olho nu a partir do ano que vem, 2020, quando então, a profecia do retorno de Cristo comece a se tornar efetiva, real e concreta.

O ano de 2020, dentro da cosmologia secreta de Nêmesis, também se refere ao início do trabalho das Duas Testemunhas de Cristo, ou dois luzeiros espirituais (como os dois sóis, dois faróis no céu) que representam a encarnação do Espírito Santo na Terra, da mesma forma que o humano Jesus foi a encarnação crística há dois mil anos.

O Espírito Santo sempre foi representado por uma dupla ou par de entidades, desde o par de querubins guardiões do Éden (Adão e Eva, o primeiro par/casal da humanidade) ou dos dois querubins esculpidos sobre a Arca da Aliança, e as duas colunas de bronze do Templo, até os dois homens ou anjos resplandecentes em diversas ocasiões, no Velho e Novo Testamento, marcando a manifestação “personalizada” do Espírito Santo, canal de Poder do Filho, o Verbo.

Então, os dois sóis, duas entidades cósmicas que são como as duas colunas de sustentação energética do nosso sistema planetário, representam o grande poder transformador do Espírito Santo em escala cósmica, anunciado para o final do ciclo por todas as civilizações antigas e seus profetas, profecias e modelos cosmogônicos, uma vez que, em todas os sistemas religiosos, a Santíssima Trindade possui atributos semelhantes:

1. PAI: Emanação
2. FILHO: Criação
3. ESPÍRITO SANTO: Transformação

E para atuar com poder de transformação, o Canal do Espírito Santo atua sempre no jogo das polaridades, como as energias do universo, eletricidade e magnetismo, por exemplo, e as polaridades gravitacionais (dois ou mais corpos para exercer força de atração) e a própria sexualidade no plano dos seres vivos (macho e fêmea).

Na escala cósmica, nosso sistema de mundos encontra nos dois sóis a saída ou canal de toda essa energia transformadora chegando até nós nestes instantes.

E além do conteúdo do Apocalipse 12, há outra passagem muito esclarecedora a esse respeito e que, devidamente interpretada na escala cosmológica dos símbolos, fortalece ainda mais a compreensão do assunto.

 

Trata-se do Apocalipse 10 e da visão do profeta, que viu um imenso Anjo descendo do céu e pousando seus pés e pernas como colunas de fogo sobre o mar e sobre a terra (na antiga cartografia, mar e terra representava as duas metades de mundo, ou seja, o Leste, terra conhecida, e o Oeste, o mar desconhecido, o que significa que a influência do dito Anjo de duas colunas de fogo (dois sóis) se fará sentir sobre todo o planeta).

O Anjo do Senhor tem rosto de Sol, e aqui já começa a ilustração oculta: o Espírito Santo revela a identidade do seu poder na face do Sol pleno, e o Anjo pisa na Terra com duas pernas de fogo puro: dualidade de fogo, dois sóis, duas potências de fogo como canal transformador planetário.

Polaridades gravitacionais gerando intensa perturbação gravitacional, magnética, sísmica e térmica que já começaram há algumas décadas a manifestar potenciais de transformação, tanto física quanto psíquica, em termos coletivos e globais, e de uns anos para cá, desde 2012, em escala crescente (quando provavelmente Nêmesis, o segundo Sol, penetrou no nosso sistema solar em suas órbitas conhecidas, lá para os lados de Plutão).

 

 

As duas pernas de fogo do Anjo com face de Sol são as polaridades das estrelas que, reunidas, geram o “fogo”, elemento que simboliza a transformação nos potenciais que despertam.

Este Anjo anuncia que o tempo da humanidade havia expirado (final de ciclo computado pelo calendário maia) e que os mistérios divinos anunciados aos antigos profetas da humanidade, finalmente, começariam a se cumprir. Este Anjo aparece no céu quando tocou a sexta trombeta, dizendo que a sétima trombeta seria a data-limite da humanidade.

O Sexto Anjo se relaciona, na Cabala Secreta, ao espírito de Jesus Cristo, que se liga ao planeta Júpiter, cuja órbita é localizada no sexto céu do edifício cósmico. E isso parece uma indicação secreta que diz que, quando o objeto (segundo Sol) alcançasse a órbita de Júpiter em sua aproximação do Sol (ainda está um pouco abaixo da órbita de Saturno atualmente), é que começaria a se tornar visível no céu, configurando assim as duas testemunhas simbólicas da Luz para todos os povos da Terra.

Há também um argumento cósmico para a personagem das duas testemunhas bíblicas, e quando o Sol brilhasse ao lado do seu companheiro estelar, diante de todos os olhos da Terra no cenário celeste, então uma parte substancial do Apocalipse 11 se cumpriria, e em Terra, estariam seus dois agentes humanos análogos, recebendo daquela rara reunião de estrelas toda a sua força e inspiração luminosa.

O Apocalipse é um livro de Revelação em muitos sentidos, planetário, espiritual, social, cósmico.

E Jesus, relacionado ao planeta Júpiter e ao Sexto Anjo na Cabala teúrgica, declara, segundo o capítulo 24 de Mateus, que este seria o Sinal do Filho do Homem no céu, visível a todos os povos e nações, e este sinal prepararia o cenário do grande arrebatamento dos seus escolhidos nos quatro cantos da Terra, justamente porque a chegada da nova estrela iniciaria o processo mais drástico de tribulação global.

No mesmo Apocalipse, Nêmesis, a estrela que cai, é chamada de Absinto, nome que significa Amargura, porque ela traz amargura ao mundo, especialmente quando cair nas fontes das águas, isto é, nas origens da energia, nas raízes do planeta, no núcleo planetário, causando todo tipo de abalos por repercussão de energia na superfície..

Outros povos antigos relataram a mesma estrela sob denominações diferentes, por exemplo, os maias, chamando-a de segundo Sol ou Xochtili, serpente de fogo, ao lado do Sol, Tonatiuh, também uma serpente de fogo. E os hopis falaram da estrela vermelha purificadora, a Kachina Vermelha, que viria para purificar o mundo de suas maldades. O Apocalipse é, todo ele, um roteiro de purificação planetária para abrir caminhos a um novo tempo, novo mundo e humanidade redimida.

A Bíblia, bem como outras antigas escrituras sagradas, narravam grandes eventos na Terra, tanto de ordem espiritual como planetária, assinalados por grandes sinais cósmicos, envolvendo estrelas e raras configurações planetárias.

E da mesma forma que o nascimento de Cristo foi anunciado ao mundo por uma nova estrela no céu (a Estrela de Belém), a descida (e encarnação dual) do Espírito Santo na Terra na forma de duas colunas de fogo será sinalizada ao mundo por duas estrelas irmãs brilhando no cenário celestial, e a nova estrela desta vez não será azul, como a de Belém, e nem brilhará somente numa região específica, mas será vermelha, terá enorme cauda e brilhará sobre o mundo inteiro, para não deixar dúvidas sobre as coisas que chegam… num contexto totalmente diferente ao do Natal da Estrela de Belém, contexto oposto em tudo…

O Paráclito

O Evangelho de João, capítulos 14, 15 e 16, registra a vinda do Espírito Santo sob os nomes ou denominações Paráclito ou Consolador, a ser enviado ao mundo pelo próprio Jesus Cristo quando chegassem os tempos anunciados pelos profetas, e o perfil do Paráclito, conforme a narrativa de Jesus, será exatamente o de uma TESTEMUNHA das verdades que Jesus anunciou em seu tempo, confirmando e ampliando todas as suas palavras e ensinamentos.

Dobre esse número e teremos DUAS Testemunhas, na analogia dos evangelhos, Moisés e Elias.

Isso porque Cristo previu que o mundo, justamente no final do grande ciclo, estaria vivendo o ápice da mentira e do controle das forças inimigas num tempo em que nunca precisou tanto do Poder libertador da Verdade Divina.

No capítulo 15, essa declaração é direta:

“E quando vier o Consolador, o Espírito da Verdade que procede do Pai, Ele dará TESTEMUNHO de mim!”
(João 15: 26)

Mas é no capítulo 16 de João que as funções do Espírito Santo são reveladas em detalhes, convencendo o mundo do pecado, da justiça e do juízo.

Os espíritas creram e sustentam o absurdo de que KARDEC foi o Consolador prometido por Cristo (na verdade, foi o contrário dele, distorcendo muitos ensinamentos bíblicos e leis divinas a favor das “entidades” altamente suspeitas…) enquanto os Mórmons ou as testemunhas de Jeová, seitas protestantes da Igreja Católica, pregam nas ruas em duplas, assumindo a identidade genérica destas duas testemunhas reais de Jesus Cristo, dois profetas ungidos do nosso tempo a combater o Anticristo (também na forma pessoal de Duas Bestas, inteligência político-militar e inteligência sacerdotal).

E esse papel não cabe a nenhum dos anteriores, senão que a Moisés e Elias (outras versões falam de Enoque e Elias).

E da mesma forma que Jesus iluminou o mundo sob a luz de uma Nova Estrela há dois mil anos, duas testemunhas receberão o poder do raro encontro dos dois sóis, e caminharão sobre a Terra como as duas pernas de fogo do Anjo de Deus, realizando a última profecia, corrigindo todas as doutrinas e derrubando todos os falsos ídolos e gurus da nova era dos equívocos, mestes de uma falsa luz que se levantam em nosso tempo, inspirados pelos Inimigos da Verdade, sempre de prontidão para manter o cativeiro do pensamento humano mergulhado na teoria especulatória, que é trevas de consciência.

O próprio Cristo falou sobre os falsos profetas e muitos Cristos em nosso tempo, distorcendo doutrinas em nome dos seus egos, porque Deus nunca os inspirou e nem os enviou, senão que eles enviam a si mesmos como iluminados diante das pessoas, e se forem seguidos, serão cegos guiando cegos na direção do abismo.

Um fogo purificador sairá da boca dos dois ungidos e filhos do óleo, e penetrará em ouvidos preparados para ouvir e despertar pelo poder da Verdade, Verdade essa que estes dois agentes de Deus, vindos em Nome de Jesus Cristo, resgatarão outra vez do seio da escuridão humana, abençoados e guiados pela luz de dois irmãos siderais que, depois de milhares de anos, se reencontram outra vez para transformar o mundo, se movendo como colunas de fogo cósmico que a tudo transformará, por dentro e por fora, Batismo do próprio Espírito Santo em escala cósmica num raro evento que muitos testemunharão.

Observação:
Não temos ainda certeza de que o objeto P 7X estudado seja Nêmesis, a companheira do Sol.
Tudo indica que sim, mas caso não o seja, outro será e virá, validando cedo ou tarde os teoremas espirituais deste tópico.

 

 

A Profecia do Anjo de Deus
Apocalipse X

Ele descerá com o Arco-Íris sobre a cabeça, e isso significa que Deus vai realizar uma nova aliança com a humanidade, tal como fez no tempo do Dilúvio, assim que Noé saiu da Arca e deu graças ao Criador por uma nova oportunidade.

Alfa e Ômega se tocam: um arco-íris anunciou o recomeço desta atual humanidade, que agora chega ao fim do Ciclo, e este Anjo do Apocalipse X usa o mesmo sinal (Arco-Íris), levanta a mão ao céu em juramento e declara, em Nome do mesmo Criador, que o tempo desta humanidade se esgotou.

O Anjo tem a face do Sol, e isso significa revelação: todas as verdades que restam encobertas precisam ser reveladas, para que o ciclo termine e a humanidade desperte e tome consciência da sua real situação na Terra.

O Anjo ruge como Leão, e sua voz ecoa em sete trovões, e cada um deles exprime um mistério que ao profeta não foi permitido revelar.

O Anjo pisa o mundo com duas pernas de fogo, uma sobre o mar, outra sobre a terra, as duas direções do mundo conforme a cosmologia dos antigos: terra é o leste, mar é o oeste.

As duas pernas de fogo do Anjo representam as duas testemunhas que vão caminhar no mundo por três anos e meio, fazendo o mundo recordar de todas as leis, verdades e ordens deixadas por Jesus Cristo, em nome de quem elas falarão.

O Anjo anuncia que tudo vai acontecer nos tempos em que a sétima trombeta (a última) soar. Porque ele mesmo, o Anjo, desce no toque da sexta trombeta.

Se a sétima trombeta representa o último alerta do fim, a sexta trombeta representa a última mensagem de Deus para a humanidade, e que virá destes dois ungidos do Espírito Santo.

O Espírito Santo vai encarnar nestas duas personalidades de poder, Moisés e Elias, segundo os evangelhos, ou Elias e Enoque, segundo versões paralelas.

Depois que estas duas testemunhas falarem, por três anos e meio, o mesmo tempo de pregação de Jesus na Terra, elas serão mortas pelo Sistema do Anticristo, mas ressuscitarão e ascenderão aos céus após três dias e meio.

Aqui, Deus encerrará a comunicação espiritual com a Terra.
E a execução dos planos de transformação global intensa iniciará imediatamente.

O capítulo X acrescenta informação a tudo isso, porque X é a Roda, é o tempo, o ciclo que se encerra.
E se este ciclo e mundo não forem encerrados, não haverá como começar um novo ciclo e mundo.

Não existe primavera que aconteça sem o inverno antes dela.

O tempo do Anjo do Apocalipse X é agora.

JP em 09.12.2019

 

 

(***)

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