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Não só o espaço se curva, mas também o TEMPO

 

Sergei Paramanenko, Um Viajante do Tempo

(Este é um bom exemplo de evento real que ilustra bem o salto no futuro):

“Era 23 de abril de 1958, quando Sergei Paramanenko, residente na extinta União Soviética se encontra na mesma data, porém no ano de 2006.

Agora na atual Kiev, Ucrânia, um estranho aparentemente desorientado é reportado para os policias pelos transeuntes. No início pensaram se tratar de um turista perdido, então a polícia tenta auxiliar o homem que estava em busca de um local que já não mais existia, e ao ser exigido que mostrasse os seus documentos, Sergei mostrou seus documentos originais da União Soviética, com a data de nascimento em 1932. Mas ele era homem aparentando menos de 30 anos, em pleno ano 2006.

Sendo assim foi tido como louco, e levado para uma clínica para ser atendido por um psiquiatra.

O homem então desorientado e nervoso, entrou na sala do médico, alegando que a última coisa que se recordava, era estar na Quarta-Feira, 23 de Abril de 1958. O psicólogo diagnosticou o caso como um transtorno mental”

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A Ciência moderna fala muito sobre buracos de minhoca (Wormholes) como os famosos atalhos do espaço, onde, por exemplo, um UFO aparelhado para isso pode saltar do nosso Sol até Sirius, distante em 8,611 ano-luz em alguns minutos ou mesmo segundos.

Sim, o conhecimento da Quarta dimensão e de uma Hipermecânica (o sentido de movimento no Hiperespaço) conceitua muito sobre atalhos no espaço, mas pouco ou nada fala sobre os ATALHOS DO TEMPO.

Foi o caso (entre outros) deste moço ucraniano.

A mecânica no Hiperespaço igualmente permite atalhos no tempo – mais precisamente, saltos no futuro (nunca ao passado, isso contraria as relações do tempo e espaço com as dimensões em relação ao eixo central da RODA que sustenta tudo isso, chamada ETERNIDADE).

No caso, talvez por interferência UFO, este jovem simplesmente penetrou na Quarta Dimensão e, quando percebeu. tinha saltado no tempo por um atalho temporal, ou seja, 48 anos (de 1958 a 2006).

É que, na Quarta Dimensão, o tempo não passa (as equações de Einstein revelam que o tempo tende a ZERO, quando perto da dimensão paralela, rompida depois da velocidade da luz – limite).

Então, quando, por efeito do UFO (provavelmente), o rapaz penetrou no Hiperespaço ou dimensão paralela, entrou também em outra dinâmica de tempo, e deixou de viver BIOLOGICAMENTE AQUELES 48 ANOS que viveria se continuasse aqui, no mundo físico tridimensional.

O mesmo conceito de atalho de espaço (Wormholes), só que desenvolvido em sentido de tempo: atalho temporal, também inserido dentro do conceito da Física que estuda Wormholes.

Ambos os fenômenos se interceptam dentro da dinâmica do Hiperespaço, uma vez que, lá, tempo e espaço são altamente relativos, perdendo aquela condição rígida e imutável que sentimos aqui, no mundo tridimensional.

Lá, tempo e espaço são, de fato, distorcíveis, como tecidos sob influência de energias e vibrações específicas (lei da Ressonância).

*De repente, lendo o artigo acima, sinto que os meus relógios piraram…
A pergunta não é mais somente ONDE ESTOU…
Ela passa a ser… QUANDO ESTOU?

Assim, estavam certos os antigos budistas, que conceituavam o TEMPO como uma grande Roda cíclica de eventos em eterna repetição… e sendo uma roda ou círculo, o tempo é curvo, e sendo curvo, assume distorção conforme as flutuações do Universo, estas que sempre convergem para o centro da mesma Roda, onde t= 0 e toda a nossa ciência falece ao tentar explicar qualquer coisa que seja em seus domínios…

 

JP em 02.06.2019

 

Veja também:

 

Sergei Paramanenko, Um Viajante do Tempo

 

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