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Mudanças climáticas sem precedentes

urlCientistas do mundo inteiro advertiram que a mudança climática que atinge o planeta atualmente, já ocorre desde 1850. As informações foram dadas durante a Conferência Internacional Científica, que acontece durante esta semana, em Paris, sob o tema “Nosso futuro comum sob a mudança climática”.

As mudanças incluem o aumento das temperaturas, o aumento do nível do mar, da concentração de gases do efeito estufa e da emissão de CO2. Essas mudanças atingem o ar, a terra, as águas salgadas e doces e todas as espécies de seres vivos.

Os cientistas enfatizam que “a influência do ser humano é evidente”. E é a maior causa dessa desarmonia que criamos com a natureza.

Com isso, eles fizeram um apelo: que a comunidade científica se aprofunde no estudo dos impactos do aquecimento global no oceano e na atmosfera, para evitar surpresas.

 

Desde 1850, a temperatura média global aumentou de -0,6°C para 0,2°C em 2012.

Desmatamentos, crescimentos industriais e populacionais desenfreados, mal uso dos recursos naturais, entre outros, são as coisas mais destacadas desse desalinhamento natural.

Hoje, mais do que nunca, é urgente tomar uma atitude. A Terra bateu novos recordes de calor em julho de 2015, com temperaturas mensais sem precedentes desde que começaram os registros, em 1880, e os sete primeiros meses foram os mais quentes de todos os anos. Uma reunião ministerial em julho, com presença de cerca de 50 países em Paris, permitiu “progressos” sobre algumas questões chaves, como a necessidade de um acordo permanente e de criar um mecanismo regular para atualizar os compromissos coletivos para reduzir gases de efeito estufa.

“Quando falamos de mudança climática nos vêm à mente imagens de gelo derretendo, mas as mudanças mais graves no clima acontecerão antes em outras latitudes. Serão os trópicos, e não os polos, que experimentarão mudanças sem precedentes no clima” Camilo Moura, biólogo colombiano.

O furacão Katrina, um dos mais avassaladores da história dos Estados Unidos, destruiu a região metropolitana de Nova Orleans e causou mais de mil mortes.

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