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Morte, Evolução e Involução

 

 

 

A Evolução nunca foi uma roda, mas sim, uma espiral.

Se o homem morre e retorna a mesma condição mortal e corruptível do ego reencarnado, apenas repetindo erros, ele não evoluiu, apenas rodou.

Reencarnação realmente significa evolução… ?

Não!

Essa foi a distorção do Espiritismo sobre os ensinamentos sagrados dos Vedas.
Se alguém não assumiu condições de santidade, consciência e desapego nesta vida, o fato de morrer não o tornará evoluído na próxima. Ele apenas vai rodar e voltar ao ponto de partida.
Isso se não estiver já involuindo…

Um aluno que repete de ano, evoluiu?
Ou apenas voltou para repetir lições ainda não aprendidas?
Não seria melhor entender que evolução se deu com aquele que passou de ano na escola para um grau superior?

Se somos alunos na escola da Terra e voltamos a mesma estação humana, cheia de dor, sofrimento, doença e escravidão, é porque repetimos o ano na escola. Conforme declarou Jesus: eu vim não para libertá-los de Roma, e sim, do seu pecado!

Para considerar evolução e não mero retorno, o homem teria que retornar em condições mais elevadas, santificadas, conscientes. Mas a julgar pelo nível médio de decadência geral da humanidade, mais e mais adormecida e manipulada pelos tentáculos do Sistema, pior do que roda, ela está mergulhando numa espiral inferior, que ao invés de ascender, está fechando suas curvas rumo ao centro de gravidade da energia, no núcleo planetário, sentido para baixo, e não para cima.

Um sábio me disse que cedo ou tarde, o Inferno se materializaria na superfície.

E vendo como as pessoas gostam de culturas do horror, de monstros e assassinatos, terror, violência, guerra, sangue, zumbis, demônios, alienígenas malignos e tudo mais… vejo que o sábio estava coberto de razão.

Para quebrar a correnteza que já pegou o cardume humano na espiral involutiva, só resta uma saída: romper totalmente com esse sistema de coisas e valores mundanos e aplicar a espiral ascendente interna através do autoconhecimento e transformação interior, aniquilação dos defeitos e crescimento das virtudes.

A involução já pegou o mundo, não há como o mundo escapar dela.
Somente um trabalho individual poderá fazer.

A grande maioria já está nadando na direção do abismo, e justamente por ignorar isso, e por achar justamente o contrário, ou seja, que está evoluindo e progredindo, é que tal humanidade não terá como evitar seu destino.
Nossa civilização já abandonou o status de roda e mergulhou no status de espiral involutiva.

Se fosse espiral evolutiva, como prega o espiritismo, tudo tenderia na direção de se recriar o Paraíso perdido.
Evolução exige sacrifício, e não apenas repetição.

O que reencarna é o ego humano, não a alma.
Se liberada estivesse, a alma não precisaria mais reencarnar, alcançando o estado de ANAGAMI.
Se reencarna, não é e nunca foi por estar evoluindo.
Apenas está voltando aos aprendizados que ainda não conquistou.

A evolução dos espíritos livres do Universo jamais precisou de reencarnações, nascimentos e mortes em série para ser aplicada. Ela segue em linha contínua de imortalidade. Morrer e voltar não é e nunca foi evoluir. É rodar e voltar ao mesmo lugar.

Veja a imagem: o homem liberto está no centro, rasgou a própria individualidade, desintegrou o próprio ego, e assim, quebrou a roda das reencarnações. Não está mais preso aos desejos carnais insaciáveis e ás ilusões da matéria que o tornam ESCRAVO desse mundo. Se fez livre por dentro, quebrou o eixo da roda em seu coração.
Ganhará asas e evoluirá nas curvas mais e mais elevadas da Grande espiral. Não se comporta mais como um animal insaciável nos seus desejos, e sim, como um santo repleto de bondade e sabedoria.

Ao conceito limitado e desinformado de morte da cultura popular falta profundidade, lhe falta, por exemplo, o conhecimento sobre morte do ego. A transformação física conhecida como morte ou defunção é o sintoma terminal de uma vida dedicada ao pecado, nos dizeres da Bíblia: o salário do pecado é a morte!

Ou seja, sem pecado, sem morte física, o que justifica a imortalidade dos Anjos e Santos, mas isso não significa que a lei da morte ou transformação não continue sendo experimentada em suas vidas eternas sob moldes que sequer suspeitamos, porque tudo o que conhecemos por morte se resume ao argumento dos cemitérios.

Precisamos expandir a nossa visão e entender melhor o conceito Morte. O mesmo conceito da sabedoria antiga, dos Vedas, do Budismo tibetano, dos seres realmente iluminados que alcançaram o centro da Roda e que, ao continuarem morrendo (se transformando) por dentro (psiquicamente falando) não precisam atirar seus corpos milhares de vezes em tumbas para aprender alguma coisa, porque isso não é aprendizado, e sim, prisão.

O que gira e repete posições é a roda, não a espiral.
Para ascender, para fazer uma roda acelerar, para abrir os braços da espiral para cima, precisamos aumentar a energia, e esse aumento da energia advém do sacrifício, da transformação.

Ficar na mesma é girar e voltar ao mesmo lugar.
Mas seguir o cardume, pior que isso, é seguir caindo com ele.

(***)

Infelizmente, tudo o que a superfície está plasmando é a realidade dos infernos.
Porque, com o tempo, tudo o que está oculto seria revelado.
E outra vez, temos a certeza de que o Inferno nunca foi uma criação de Deus.
Mas do próprio homem.
Nossa raça foi marcada pela Guerra. Nunca deixou de existir guerras localizadas sobre a superfície da Terra.
Nunca deixou de haver dominação, materialismo, violência, doença, injustiça, cobiça, promiscuidade e assassinato.
Os séculos passaram e tudo piorou.

Não precisamos ser profetas para ver claramente que já deixamos de rodar faz tempo, e o mundo agora mergulha numa espiral involutiva rumo ao núcleo de desintegração do sistema em marcha de entropia.
Ou, em outras palavras: Caos.

A mesma terminologia científica para os Infernos anunciados não somente na Bíblia, mas em todas as Escrituras sagradas do passado, quando um sistema entra em corrupção total e passa a ser gerido pelas forças involutivas e desintegradoras, que procuram lhe purificar. O fogo sempre teve um sentido de purificação e não de punição. Purificação que liberta e ilumina, e o sacrifício que a humanidade não quis, a Terra cumprirá em seu lugar!

Cristo ofereceu a Cruz como chave dos céus, mas a Prostituta, a Rameira do Apocalipse, trouxe uma taça repleta de orgias e corrupção, misturada com o sangue dos justos, com poder de embriagar os homens e anestesiar sua consciência, fazendo-a insensível e surda às verdades maiores.
A humanidade agarrou a taça e repeliu a cruz.
E ela está bebendo dessa taça até a última gota.

 

 

 

A Morte ou transformação como porta da Evolução

Ao conceito limitado e desinformado de morte da cultura popular falta profundidade, lhe falta, por exemplo, o conhecimento sobre morte do ego.
A transformação física conhecida como morte ou defunção é o sintoma terminal de uma vida dedicada ao pecado, nos dizeres da Bíblia:
o salário do pecado é a morte!

Ou seja, sem pecado, deixa de haver morte física, o que justifica a imortalidade dos Anjos e Santos, mas isso não significa que a lei da morte ou transformação não continue sendo experimentada em suas vidas eternas sob moldes que sequer suspeitamos, porque tudo o que conhecemos por morte se resume ao argumento dos cemitérios.

Mas os santos e anjos seguem morrendo de outra forma, a saber, transformando incessante o seu psiquismo na direção da perfeição, o que os eleva nos braços da espiral evolutiva dessa maneira, já que essa espiral ascendente é atraída pela Perfeição do Ser Eterno e Absoluto por trás da Criação de tudo.

E é lógico que os seus veículos imortais, refletindo toda a transformação psíquica interior na direção da perfeição, vão assumindo formas mais e mais perfeitas, sutis e serafínicas dentro dos níveis para nós incompreensíveis de sua existência eterna, imaterial, lumínica, celestial, com base de que, se a transformação psíquica está acontecendo, ela será o fator estimulante da evolução da existência “material” (considerando corpos, veículos) no processo.

Porque o corpo veste a alma, não o contrário. O Corpo é a casca, não a essência. E quando a consciência da humanidade caiu para as sensações físicas, deslocando o centro de gravidade da consciência psíquica, assumindo assim consciência sensorial, passou a viver uma falsa existência, e a involução a pegou, com efeitos degenerativos sobre o DNA transmitidos de geração a geração.

Quando transformamos a alma para melhor, o corpo refletirá esse melhoramento numa efetiva evolução cósmica cuja porta de entrada se chama Imortalidade. O corpo dos Anjos seguirá se transformando sem ter que morrer (defunção) para promover esse mistério de Alquimia cósmica, corpos cada vez mais aparelhados para captar e irradiar a Energia Divina Infinita!

Precisamos expandir a nossa visão e entender melhor o conceito Morte.
O mesmo conceito da sabedoria antiga, dos Vedas, do Budismo tibetano, dos seres realmente iluminados que alcançaram o centro da Roda e que, ao continuarem morrendo (se transformando) por dentro (psiquicamente falando) não precisam atirar seus corpos milhares de vezes em tumbas para aprender alguma coisa, porque isso não é aprendizado, e sim, prisão.

Morte como porta que liberta não é a morte do cemitério, porque, se fosse morte libertadora, não teria o ser humano que nascer, crescer e recapitular todas as suas dores e sofrimentos novamente, e morrer novamente, e renascer novamente.
Onde está libertação nesse sistema?
Morte como porta que liberta é a morte do psiquismo impuro, dos defeitos, das imperfeições.

As pessoas confundem evolução com experiência.
Morrer e reencarnar milhares de vezes nos outorga experiência, não evolução. Experiência vem com o tempo e não necessariamente evolui as pessoas.
Nem todos aprendem com experiência. E como fica a questão do livre-arbítrio?
Se experiência evoluísse as pessoas, todas as pessoas idosas, sem exceção, seriam boas e sábias… pois é.!

Para evoluir é preciso se permitir transformar com a experiência.
Entendam que nem todas as almas querem se transformar pela experiência.
Reencarnar não aplica automaticamente esse efeito sobre a vontade, sobre o querer aprender, o querer não errar mais. É um impulso revolucionário que vem de alguns corações, não de todos. Nem mesmo da maioria…

O aluno repetente certamente terá muita experiência na bagagem… mas… e se ele não quer aprender? Entende a diferença? O livre-arbítrio é que impede que experiência não se torne evolução por ato mecânico. Essa é a sutil diferença que não torna o processo da reencarnação como necessariamente de evolução

O que encarna é a alma, o psiquismo. E se essa alma encarna repleta de imperfeições, terá que voltar à escola da dor e do Karma até sanar tudo isso. Seu status não será de evolução, mas de repetição ou roda.

Se ela porém, cair na involução, poderá passar algumas eternidades nas infra-dimensões porque se tornou incapaz de aplicar a morte psicológica em sua natureza, se tornando escrava de todos os sistemas de aprisionamento externos.

A morte como porta é o arrependimento, é a transformação psicológica sempre buscando mais e mais perfeição, sabedoria, amor, altruísmo e iluminação. E quem vai dizer que esse processo tem fim?

Não, ele é infinito. Porque DEUS é infinito, e infinita é a sua escala de perfeição, o que quer dizer que a evolução dos espíritos livres que não morrem mais lhes toma, em tempo integral, esse trabalho de transformação interior, incessante, procurando nivelarem-se cada vez mais com as alturas do Universo perfeito no qual vivem, se movem e trazem seu ser imortal.

Onde, por Deus, precisam ficar padecendo doenças e sofrimentos físicos, e mortes físicas incessantes em tal esquema?

Só os seres conscientes e imortais, ligados a Vontade do Criador, podem comandar seus destinos. Os mortais são marionetes do Karma. Infelizmente, todos nós, como indivíduos, compartilhamos um karma pesado de humanidade (coletivo) que veio caindo deste o ato de rebelião nas estâncias criativas da Terra, quando a primeira humanidade foi concebida sem pecado, mas recebendo também o direito de escolha para poder aprender, distinguindo o bem e o mal. Como raça, esta humanidade já foi condenada. Mas não como indivíduos. Cada um está livre para mudar essa sentença para si, se desligando do cardume. Compreende a diferença? A lição a ser dada é realmente uma só, a morte dos desejos, das ilusões motivadoras do ego materialista, e o desenvolvimento das qualidades perdidas, que ainda jazem como raízes de bondade e santidade em nosso subconsciente. Removendo as pedras do ego e regando essas raízes com as águas do amor renovado com Deus, conseguiremos sim!

A Bíblia menciona os corpos espirituais do homem, e o distingue do corpo mortal e corruptível, porque se tornou escravo do pecado e, por isso, recebe o salário da morte. Aquela alma que viveu a vida inteira se deixando arrastar por desejos e pelos vícios do mundo, não poderá jamais encarar sua morte como porta de libertação ou transformação, apesar de as falsas doutrinas lhe emprestarem tais crenças equivocadas, que serão todas negadas do outro lado.

O corpo espiritual é imortal, é a vestidura branca dos santos e resgatados da colheita espiritual na Terra.

Jesus Cristo nos ensinou, com sua paixão e morte, o magistério da ressurreição, que nos permite resgatar o corpo espiritual puro com o qual ascenderemos na Espiral viajando juntos na jornada em busca da perfeição, enquanto o corpo dos mortais ainda atados ao pecado e ilusões nos mundos inferiores, este continuará rodando e caindo para baixo, para condições de maior sofrimento, enquanto o espinho do pecado não seja removido da delicada alma ferida.

Morte como transformação é o conceito a ser compreendido aqui.
O corpo que morre não se transforma: ele se deforma, se desintegra.
Mas o corpo que morre e ressuscita como Anjo, como ser imortal, esse se transformou.

E se esse corpo se tornou imortal, é porque a alma dentro dele capturou a Verdade divina, e se transformou por ela através da sagrada Alquimia do Espírito Santo, mistério completamente desconhecido pelas pseudo-doutrinas.

Mas se o corpo mortal se desintegrou sem qualquer transformação, é porque continua escravo do pecado e do desejo.

Percebem a escancarada diferença?

 

 

JP em 04.09.2019

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