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DNA, a Engenharia Genética da Alma

 

 

 

 

Herança paterna, ambiente ou construção da alma encarnada?

Qual é a sentença mais correta?
O que é o DNA? O que é o código genético?

Uma infinita cadeia de moléculas ordenada numa sequência única para cada indivíduo, e similar para cada grupo de espécie viva, e que, lida pela mente encarnada, se traduz em todas as características físicas e psíquicas da alma encarnada dentro desse corpo, possuidor deste Livro da Vida, assim chamado no Apocalipse…

Sabemos, mas a ciência ainda não sabe, que o DNA está a meio caminho entre o corpo físico e a mente, porque o corpo físico é plasmado pela mente quando ela justamente lê os códigos do DNA.
Mas quem os escreveu?

Nossos pais? OU alguém escreveu, antes, para eles também, e os pais dos nossos pais, e assim, seguindo em regressão infinita até alcançarmos o ponto zero da evolução, que localiza o início da vida na Terra, que começou com um pequeno organismo unicelular provavelmente marinho e com um DNA bastante simples.

Deste ponto em diante, o zero da evolução da vida em sucessivas cadeias genéticas, a ciência moderna não enxerga.

E se não enxerga deste ponto em diante, como poderia enxergar do ponto anterior ao ponto zero da evolução genética da Vida na matriz planetária? Esse ponto que, antes do zero, se chamava espírito consciente operando na matéria mutável através de comandos energéticos específicos dentro desse plano de evolução planetária de um átomo de vida original em infinitas formas vivas derivadas?

Complexo, para não dizer, sublime e sacrossanto segredo da vida!

O código genético não é diferente do código dos elétrons, prótons e nêutrons criando átomos diferenciados, ou do código dos átomos ionizados criando moléculas diferenciadas. São sempre códigos envolvidos num determinado campo ou esfera material de combinações possíveis eleitas para materializar a forma segundo os propósitos da inteligência espiritual consciente operando por trás de todas as suas camadas. Até chegar na combinação de códigos genéticos que incorporam o DNA individual de cada espécie. O Universo padroniza unidades conforme códigos de repetição, que se baseiam, no final das contas, em sequências numéricas.

E se a ciência moderna ignora o mapa da engrenagem genética de toda a vida, é porque desconsidera essa personagem central que começou o processo antes do ponto zero identificado, quando a primeira criatura viva nasceu num tempo qualquer dos dias criacionais, que são períodos evolucionários, porque a teoria certa não é nem o Criacionismo e nem a Evolução, e sim, a Evolução Criacionista, ou o Criacionismo Evolucionário, entendendo que o Espírito não criou nada automaticamente, sem a participação do tempo e a incubação do espírito vivo nas formas materiais.

Não poderíamos falar em herança genética destas primeiras criaturas, que não tiveram ancestrais vivos, exceto um meio material propício, uma energia específica e uma força inteligente e mente consciente operando em tal sistema.

Quando alguém nasce, herda uma combinação genética de seus pais.
Mas nem por isso o seu DNA resultante será somente uma combinação linear do DNA dos seus pais.
E por que?
Por causa do engenheiro ali trabalhando, o espírito encarnado usando a tecnologia mental para operar mutações genéticas!
Se o DNA está a meio caminho entre a mente e o corpo, e se a mente está a meio caminho entre o espírito e o DNA, tijolo da vida, é evidente que o Espírito encarnado passa a construir uma nova linha genética a partir do material cedido pelos nossos pais na fecundação.

A fecundação e a combinação 44 + XX ou 44 + XY não completa nossa identidade genética.

Na verdade, ela começa. É a base do novo templo físico, e como em toda construção, esse templo pode sofrer (e sofre) inúmeras reformas. O Espírito interno (chamado espírito santo, por trabalhar com a raiz da vida) começa a construir um código genético específico para aquela nova encarnação sua, realinhando moléculas e ajustando códigos conforme o novo ser encarnado, e conforme seus valores mentais inerentes, e que certamente são diferentes dos valores mentais dos seus pais, apesar da similaridade genética entre pais e filhos.

Se até gêmeos idênticos apresentam diferenças genéticas, conforme a ciência já sabe, que diremos de irmãos, ou filhos diferentes dos mesmos pai e mãe? E essa diferença acontece justamente por causa do espírito individual que é diferente entre um e outro gêmeo, entre um e outro irmão sanguíneo.

 

“Gêmeos idênticos são exatamente iguais, certo? Afinal, eles vêm de um único óvulo fertilizado, que contém um grupo de instruções genéticas, ou genoma, formado a partir da combinação dos cromossomos do pai com os da mãe.

Mas a experiência mostra que gêmeos idênticos raramente são completamente iguais. Até pouco tempo, quaisquer diferenças entre gêmeos eram atribuídas em grande parte a influências do ambiente (também conhecidas como “criação”).
No entanto, um estudo recente contradiz essa crença.”

 

Não é só o ambiente diferente que modifica o comportamento e, por efeito, as reconstruções genéticas.
O espírito diferente de cada um é a chave final para a combinação genética diferenciada até entre gêmeos idênticos com DNA oriundo do mesmo óvulo/espermatozóide partilhado.

Ambiente e herança paterna, na verdade, comportam o material de trabalho do Espírito no controle da escritura do Livro da Vida.

Então, o que acontece é que, quando o primeiro filho nasce, ele nasce com a matriz genética de seus pais, e ela será apenas a base de apoio para as construções genéticas do seu espírito encarnado, conforme seu nível de consciência a atrair fatores ambientais próprios. E quando vier o segundo filho, outro espírito encarna ali, na herança genética dos mesmos pais, mas esse outro espírito seguirá outra construção completamente diferente, atraindo ambientes de experiências diferentes, etc.

Assim é que podemos contemplar o mapa total do DNA, a ponte entre mente e corpo.
E a boa notícia é que o DNA pode ser reparado, transmutado, de diversas formas. Ele não é imutável, nem o sistema nervoso é irrecuperável, conforme pensa a Neurologia oficial. Ambos podem ser restaurados, refinados, reescritos.

Se o DNA é o Livro da Vida, todo livro pode ser editado, reescrito, corrigido!
E como fazemos isso?

Vibrações, mantrans, frequências, meditação, introspecção, mudança de hábitos, eliminação de defeitos, de pensamentos, sentimentos e ações de baixa vibração que degeneram diretamente o código genético, e tudo o que dê suporte ao poder do pensamento positivo: fé, auto-cura, conhecimento, aumento da compreensão, aumento do amor, aumento da integridade e de todas aquelas virtudes e faculdades mentais positivas que a alma encarnada transferirá mentalmente para as linhas do DNA, corrigindo o que estava incorreto, como uma palavra que você escreveu errado por um longo tempo mas, num dado momento da sua vida, você aprendeu a escrever corretamente.

O que melhora o DNA são todos esses procedimentos que as doutrinas antigas classificaram nos códigos disciplinares dos neófitos, dos monges, dos iniciados, e de todos aqueles que se separavam das ilusões de mundo e se concentravam naquela pérola de maior valor, a sua alma, e por ela davam tudo o que possuíam, até a vida, entendendo que a vida vem da alma, e não o contrário. E se sacrificar pela alma encarnada em busca de sua emancipação deste mundo, tornando-a desperta e assumindo a sua identidade perdida e esquecida, era a meta suprema, e que, por efeito, todo o DNA seria reeditado pelo poder da alma transformada, já que os defeitos da natureza humana, especialmente aqueles defeitos mais baixos, mais animalescos, mais grotescos, de instintos desenfreados, são certamente os que causam mais dano às estruturas vivas e pensantes do DNA que interagem todo o tempo com a energia do pensamento e dos desejos.

E o espírito permitiu que você a corrigisse no Livro da sua Vida chamado DNA, a assinatura do espírito individual na matéria celular, aquele construtor da morada física, que pode reconstruir o templo tantas vezes quantas a nossa mente instruída na direção da expansão da consciência puder fazer.

Aliás, foi dessa maneira que as criaturas simples da vizinhança do ponto zero da evolução mencionada antes puderam seguir se transformando para novas formas de vida, mais e mais complexas, até alcançar a forma humana, coroando a presente evolução da biologia terrestre, num trabalho de cooperação entre espírito interior e mente em aprendizado dentro do veículo de matéria biológica mutável.

E se o Som, o Verbo, a Palavra, a Frequência e a Vibração criaram todas as coisas, como declaram as sabedorias antigas e as ciências modernas mais avançadas, é através da mesma ferramenta que o Espírito encarnado haverá de realizar suas criações e recriações internas individuais, em todos os departamentos do seu templo.

E o que o Espírito escreve e a nossa mente humana compreende, poderemos não só escrever junto como também participar de todas as reedições deste Livro, quando elas se fizerem necessárias.
Porque toda evolução é feita por caminhos de escolhas conscientes.

Bem como a involução e degradação do DNA por causa de más escolhas e todo tipo de atitude e pensamento negativo e de baixa vibração que afete diretamente o mesmo DNA, manchando sua pureza e inserindo uma grande quantidade de debilidades que se tornarão doenças hereditárias a serem herdadas pelas gerações futuras, já que se trata de uma corrente de transmissão.

E por tudo isso é que o espírito escolhe muito bem quais serão nossos pais, porque haverá de trabalhar a partir daquele material genético flexível em suas mãos.

Tudo pode parecer casualidade aos nossos olhos, mas para o espírito, ele sabe exatamente porque escolheu tal ou qual código genético paterno e materno ao reencarnar.

É com Ele, então, que devemos nos informar sobre o Livro da Vida que desejamos reescrever!

Porque, se numa extremidade da cadeia está o nosso corpo físico de matéria orgânica mutável, do outro lado está o espírito consciente e inteligente com poder para modificar esse corpo, sempre para melhor, esperando apenas que a alma e mente encarnada, no meio dessa cadeia, opere junto em sintonia com seus sábios comandos, modificando seus pensamentos, valores e hábitos para criar os meios de operação daquele espírito, já que, sabendo do nosso livre-arbítrio na escola da Vida, temos o poder de permitir que Ele trabalhe como também o de bloquear o trabalho dele com nossos erros repetidos e não corrigidos.

Se o Destino é uma escritura partilhada entre Deus e a humanidade, com o Livro da Vida chamado DNA não poderia ser diferente, já que ele escreve os comandos que nós iremos usar como polos de atração do Destino que semeamos no ambiente onde vivemos e atuamos.

 

 

 

O construtor do código genético emprega tanto a hereditariedade como o ambiente para promover a evolução e reedição do DNA pessoal, assinatura viva da alma encarnada. Como a ciência ainda não reconhece o espírito inteligente por trás de todas as funções biológicas, roda em círculos sem conquistar a chave real da evolução de toda vida na matéria através das espirais do DNA!

 

Genes de gêmeos idênticos não são iguais

 

JP em 30.12.2019

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