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As Origens da Humanidade

 

 

(Imagem, crop circle de 1998, com o Pentagrama Vênus duplo ao centro e símbolos venusianos ao redor – uma assinatura evidente dos autores!)

A equação da existência humana sobre a Terra é complexa, não pode admitir poucos fatores ou atirar tudo para a Panspermia ou para os bonecos de barro dos Anunnaki.

É preciso localizar o fundamento da existência humana, que é o poder do Espírito consciente, cada vez mais diluído em tantas teorias que preenchem todas as lacunas atribuindo tudo são somente a ação de Alienígenas e suas tecnologias.

Em parte, considerando a parte estritamente mineral das origens da vida, é claro que interagem diversos fatores que, no final das contas, reuniram os elementos necessários à vida não somente humana, mas de toda a Biosfera que lhe depende, porque a vida tem que ser considerada em seu conjunto.

E dentro dessa sinfonia caótica, percebemos que o acidental, na verdade, é orquestrado, e o caos também é parte da ordem. Cometas que caem na hora certa produzindo panspermia ou cometas e meteoros que poderiam causar extinções em massa, e são desviados por forças e inteligências por trás dos bastidores do Universo se apresentam, para que o cenário ideal seja criado, e nesse Holograma final (como muitos gostam de chamar) tudo estará no lugar certo e na hora certa.

Entre um caos e outro transita a ordem, e entre uma ordem e outra, transita o caos. Ordem e Caos, ou Cosmos e Caos, irmãos gêmeos da refinada Partitura da Criação que, para ser, precisa da destruição.

A vida humana depende da animal, que depende da vegetal, que depende da mineral.

Nesse consórcio de reinos escalonados na pirâmide da qual atingimos o topo, entram aí influências planetárias, e o próprio Sol, a matriz principal dos átomos primários que compuseram a Terra e demais planetas.

Entram em jogo os cometas, os acidentes cósmicos, as transformações planetárias que abriram as profundezas da Terra e fizeram saltar minerais raros e precisos à vida na superfície e que lá foram gerados por milhões de anos debaixo de temperatura e pressão, e toda essa cíclica renovação dos elementos que depura, remodela e permite a evolução dos átomos para moléculas, e estes para células e vida vegetal e animal.

Acredito que a Terra e o Sol são auto-suficientes para disporem todos os elementos atômicos fundamentais à vida por meio de suas próprias transmutações internas, já que conhecemos muito pouco da dinâmica interna dos sistemas.

Cometas (e Panspermia) não respondem a questão, mas A EVOLUÇÃO MINERAL, sim.

Não dá mesmo para simplificar esta equação que contempla a existência no final dos seus termos.

Tudo isso consta no currículo vitalício da humanidade, mas não parou aí.


Esse modelo antes descrito criou o cenário ideal, e quando a Natureza estava pronta e habitável, então a civilização venusiana veio aqui e fez migrar uma parcela de sua civilização, que se tornou irmã da raça humana e com ela se mesclou.

Os tais filhos dos deuses tendo comércio sexual com as filhas dos homens, parte de uma casta que se rebelou e gerou Gigantes.
Gênesis 6. Somos todos híbridos. Ou descendentes deles.

Isso no caso da nossa Terra, porque cada mundo tem seu próprio histórico de origem.


Porque os venusianos também vieram de outros lugares.
Estudos apontam para planetas em torno de Sirius.
E não podemos seguir atribuindo a existência da vida inteligente a transmissão de outras vidas inteligentes anteriores sem chegar ao denominador comum de todas elas, o ponto zero real de tudo isso:

O ESPÍRITO DIVINO

Mas afinal, seres inteligentes vêm do macaco ou do Espírito?

Mas se o macaco também veio do espírito, como todas as demais espécies vivas, como equilibrar todas essas afirmações de verdade?

Existem duas correntes de vida, uma ascendente, e outra descendente.
A vida mineral e vegetal alcançou o seu ápice evolutivo no reino animal, e nas espécies mais inteligentes é que essa evolução é coroada e completada, quando o cérebro evolui ao ponto de abrigar uma mente auto-consciente na evolução (porque animais seguem predominantemente os comandos do Instinto natural).

Mas essa evolução é do tipo involuntária, ela não alcança o arco da evolução voluntária humana.

Não há um elo comum para ambas. O ser humano  procede de uma evolução descendente do espírito consciente, quer dizer, de uma expressão do Espírito puro desde as dimensões superiores, caminho inverso ao realizado pelos animais e plantas. Ambos se encontram no estágio humano. Porque não faria sentido ao espírito dizer ao macaco, a tartaruga ou ao carvalho: eis que te fiz a minha imagem e semelhança!

Pelo menos, a semelhança pretendida pelo Espírito consciente por trás dessa orquestração sinfônica em três atos, mineral, vegetal, animal, com os acordes finais desenhando o seu rosto na espécie humana.


Pelo menos, o Espírito hieratizado e HUMANO em feições e padrões chamado IHVH e associado ao planeta VÊNUS e que criou o homem, sua réplica orgânica. Não falo do DEUS Ente universal que contém cada forma de vida em seu seio, mas falo desse ENTE ESPIRITUAL que é Hierarquia de poder que gerenciou a vida na Terra rumo a evolução humana e que representa o próprio Deus em nosso mundo.

Claro, estou falando de modelos evolutivos de casca física, não exatamente do que está dentro dela. A alma viva está dentro de toda e qualquer forma de vida, e conforme a evolução dessa vida, será a sua casca no plano das encarnações. Uma alma animal pode amadurecer em seus aprendizados até se preparar para encarnar como ser humano, e por outro lado, um ser humano pode involuir muito e descer para os reinos inferiores da natureza nas próximas encarnações, decaindo para o animal, o vegetal e o mineral na espiral cósmica.

Escrituras orientais desenvolvem muito essa temática, porque a religião do Ocidente amputou um importante conceito desse universo, o da transmigração das almas.


Nem sempre a evolução de consciência de uma espécie viva corre paralelamente à evolução de sua forma, o que explica tanto a existência de animais super-evoluídos como a de seres humanos bárbaros e decaídos.

Isso não é simples de entender. O Espírito Universal da vida corre em duas estradas paralelas. Todos os fatores da equação da existência devem ser considerados, desde as interferências cosmológicas na criação do cenário mineral ideal até as forças do Espírito da Vida concorrendo na evolução criativa (ou criação evolucionária) dos dois lados.

Do reino mineral ele ascende até a existência animal, e do plano espiritual puro ele descende, camada por camada, até a existência humana ou alienígena inteligente (mente auto-consciente).

Porque a mente cosmo-consciente é uma questão de trabalho interno de transformação.

Deus cria o homem a sua imagem e semelhança, e o homem deve recriar-se a imagem e semelhança de Deus, fazendo o caminho consciente de retorno do amor que o criou, amor que a criatura redescobre pelo seu Criador!

Não saltamos do macaco diretamente ao status humano. Houve aqui um encontro de duas ondas, a ascendente e a descendente.

Assim, espécies símias muito evoluídas quase se tocam, em semelhança genética e biotípica, com as espécies humanas ancestrais, mas entre ambas existe um abismo de separação que não pode ser preenchido por um simples elo perdido de comunhão animal-humana. São duas correntes de evolução da vida na forma correndo paralelamente no mesmo planeta, a que sobe do mineral ao animal, e a que desce do mundo espiritual puro à expressão humana/alienígena inteligente.

A Criação não partiu de um ponto comum de origem, mas de dois.

Do Espírito movendo o mineral até o humano, de baixo para cima, e do mesmo Espírito movendo o divino até o humano, de cima para baixo. O homem se encontra no Mesocosmos do Universo, o Cosmos do Meio.

Espíritos divinos criaram duas vertentes evolucionárias: a vertente mineral-vegetal-animal para abrigar consciências simples, e a vertente Anjo-Homem para se tornar veículo apropriado para eles mesmos, os deuses. A vertente simples se reproduziu pela geração animal, mas a vertente divina tinha nos poderes da Palavra (Verbo) os plenos poderes de sua existência imortal e perfeita: a queda de muitos Anjos se deu precisamente aqui, quando abandonaram a geração divina e caíram na geração animal que não lhes correspondia.

Os deuses, governados por IWHW,  criaram a vida na Terra e precisaram criar um veículo ADÂMICO evolutivo a parte para si mesmos, para habitar aqui e cuidar do Jardim dos inocentes, preparando-as para os níveis mais avançados do aprendizado que seguiriam ao tempo.

Porque, segundo a mais antiga sabedoria védica, a Terra já teve quatro grandes ciclos antes do atual que chega ao fim, e humanas raças muito diferentes, todas elas, ensaios do espírito na matéria.

A primeira se chamou Protoplásmica e era feita de pura energia, células de plasma condensado, num tempo em que não havia sequer a célula. Ela concorria no cenário com a evolução mineral, era formada por uma espécie de plasma vivo e se reproduzia por divisão direta (como ocorre na mitose celular).

Depois, a segunda raça humana-divina era do tipo vegetativa, chamada Hiperbórea e que corria paralela à evolução da criação vegetal sobre a Terra. Era uma raça semi-mineral, já com semelhança de padrão vegetal em sua matriz, reprodução por brotação.

Finalmente a terceira raça, a lemuriana, era do tipo “animal”, digamos assim, porque já se lhe conformava cabeça, tronco, membros e mecanismos de movimento de membros coordenados pelo cérebro. A esta espécie é que apareceu a função sexual que a tornou semelhante às espécies animais que lhe dividiam o espaço de evolução, mas em outro arco de energia e padrão de mente.

Nessa época em que a função sexual apareceu é que a combinação com a semente de outras raças, como a venusiana, se tornou possível. Depois, o homem completo da forma que o conhecemos ainda teve o cenário de Atlântida, a Quarta Raça-Raiz, para evoluir e aprender. Todas as quatro raças foram extintas, e de seus remanescentes criava-se a raça seguinte. Estamos vivendo nos tempos do final do Ciclo da Quinta.

Mas a existência dos deuses em forma humana era totalmente diferente da existência dos humanos simples da evolução mineral, vegetal e animal. Uma conduziu a outra, apesar de suas semelhanças anatômicas.

Assim, a manifestação do espírito puro em evolução descendente resultou num ser humano experimental das origens, que certamente recebeu a hibridação de venusianos em primeiro grau, e de outras raças, em menor grau. Esses seres sempre acompanharam os seus filhos da Terra, até que pudessem se emancipar e criarem sua própria história de evolução rumo a consciência cósmica, qual seus pais.

Dizem até algumas correntes que o Homem primeiro sofreu toda as etapas de sua Criação evolutiva em Vênus, e depois, em função da queda *Adão e Eva, então foram banidos para a Terra.

E os venusianos nunca deixaram de nos acompanhar e instruir, haja visto o enorme acervo de símbolos paralelos presentes na cultura antiga e a grande maioria deles identificando aquele planeta e civilização.

E o surpreendente é a constatação de que todos estes símbolos estão sendo reproduzidos nos agroglifos ou crop circles.
O que deduzir?

Quanto às origens venusianas, para quem estuda a sério os agroglifos (crops circles) desde suas origens mais significativas, o que ocorreu a partir da série pictográfica de 1990, sabe reconhecer que muitos padrões que se repetiram ao longo dos anos até então se concentrou numa única identidade cósmica: Vênus.

E não podemos ficar indiferentes a isso, é quase um chamado dos nossos divinos instrutores e mentores ancestrais!

Em outras palavras, é como se estivéssemos todos dentro do mesmo vestibular, e cada crop circle é uma questão, a outro encadeada. Quem decifra – e isso se dá individualmente – consegue acionar os comandos do contato que estão sendo ali colocados, desde 1990, em pictogramas que sempre o sugeriram, mas que somente agora estão completando os fatores faltantes do código.

Para quem assiste neste vestibular desde o começo, isso está absurdamente claro. E pelo que se vê ali, esse contato estipulado pelos crops circles, desde o início, nunca s dirigiu de uma forma global e aberta. O fenômeno pode até ser global, mas a forma como cada um reage e conduz a sua inteligência sobre sua linguagem é que arranja as coordenadas de um contato individual.

Porque uma coisa é certa: ao longo de 29 anos esses padrões recorrentes foram rigorosamente respeitados, tanto na Inglaterra (*o berço principal do fenômeno) como em diversas outras partes do mundo).

E isso é o tipo de coisa que grupos de fazedores de falsos círculos jamais poderiam sustentar por tanto tempo e em lugares tão afastados entre si do planeta. Essa continuidade de padrões e essa lenta evolução coordenada das mensagens organizadas é a maior prova da legitimidade do fenômeno, ao melhor estilo de um contato aberto, mas de um resultado individual de cada consciência dentro do vestibular aberto, que pode ir do cinismo à indiferença, ou do estudo profundo à solução do enigma e, finalmente, ao contato proposto, desde o início.

Nesse sentido, o fenômeno também agrega um caráter seletivo sobre a massa humana da parte daqueles que o dispuseram, e ao se considerar as diversas assinaturas recorrentes, venusianos eles são, sem sombra de dúvida.

Desde o começo, e para quem se interessar, o vestibular começou em 1990.
Antes foi só o preparo.

Parece tudo confuso á primeira vista, mas com o tempo e o estudo, os padrões aparecem, e a mensagem intuitiva e indutiva que neles se encerra é finalmente captada em primeiro, pelo nosso próprio subconsciente no qual jaz a linguagem dos arquétipos cósmicos.

Depois é que o subconsciente transfere à parte racional e consciente o entendimento maduro da expressão simbológica. Quem estuda esse idioma arquetípico sente aquela atração de um misterioso olhar para dentro da alma, sondando todas as mentes através de sua Escritura universal disposta nestes símbolos cada vez mais raros.

Um chamado para dentro, um olhar para o fundo de nossas almas, lá onde os mecanismos de defesa da razão consciente falham, e nos sentimos nús e expostos à forças e inteligências muito maiores que nós, que cuidam de nós, que nos amam e nos educam, intencionando dirigir-nos para cima e para dentro, enquanto nossos desejos e ilusões insistem em nos atirar para baixo e para fora.

Um aprendizado que não deveria ser desprezado e desperdiçado.

A fase do código final ou senha completada que libera o arquivo para ser baixado, aquele arquivo de consciência que o download da memória baixa devagar nos neurônios da mente e desperta a consciência madura para o contato, para tudo o que ele significa.
Porque ele não significará dizer um simples “olá” para aqueles que chegam.
Ele significará muito mais do que isso.
Ele significará um salto evolutivo naquelas espirais antes comentadas.
Um salto que nos levará de volta para casa, ás estrelas…

 

Muitas são as coordenadas da equação que redige a Origem da Humanidade que simplificar nem sempre é o caminho que nos conduz a verdade, já que a ciência predominante sempre fecha os olhos ás informações que não se encaixam dentro dos quadrados do pensamento acadêmico com formatos geométricos mais avançados…

 

JP em 04.04.2019

 

Veja também:

 

Evolução Mineral

 

Evolução ou Involução: eis a questão!

 

Evolução Mineral – o fundamento da vibração da geometria na bases da Criação?

 

Evolução ou Probabilidade? Deus joga dados com o Mundo?

 

Teorias da evolução da vida na Terra em outros crops circles proféticos de 2009

 

A Evolução da Vida na Terra segundo os registros da América pré-colombiana

 

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