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Argumentos sobre profecias, apocalipses e outras reflexões – p1

Investigando profecias aos milhares (e põe milhares aí), e tirando muita coisa fora, reparei que a maioria delas está batendo com uma tremenda coerência e efetividade no exato tempo em que vivemos.

Fica difícil não crer que aquelas palavras ali escritas, sim, por mãos humanas, não tenham sido ouvidas de lábios divinos, ou de seres não humanos com uma presciência sobre o tempo, o espaço, a Terra e as ações de causa e efeito.

Penso sempre nisso, que para eles, esse conhecimento do tempo e seus efeitos é comum, é até banal. Isso a Física Moderna nos permite até argumentar. E como acredito muito nas palavras de Jesus Cristo, ou nas palavras daqueles que disseram ter colhido o que ele disse, ali se declara sim que no final, todas estas catástrofes naturais seriam sim direcionadas como castigo.

Elas estão acontecendo no tempo previsto, então, não tenho como resistir e não crer. Claro, considerando a mesma lei de causa e efeito, muita coisa que estamos passando foram obra de nossas mãos, o próprio clima alterado como resultado de queimadas e destruição de matas, tudo bem.

Mas entra aqui a questão da fé: tenho fé que estes seres, que Jesus Cristo, tinham um conhecimento e uma consciência além da nossa, porque as coisas estão realmente acontecendo. Dentro destas leis do universo somos inseridos, e se não entrassem como “castigo”, seríamos poupados. Acredito sim que a tecnologia dos Anjos extraterrestres possa nos salvar, como nos salvou de muita coisa.

Mas se um dia, por ordem do Criador, Ele determinar: deixai assim, o mundo agora merece isso, então o cometa, da lei natural do universo em transformação, não será desviado, e o mundo perecerá.

Então, essa seria uma forma de entender as leis naturais atuando junto com princípios inteligentes que regulam a Ordem e amparam a Evolução, e quando a Involução, o caos e a destruição se fizerem necessárias, as aplicam por igual: porque elas também são leis naturais. A morte é tão natural como a vida, e crenças a parte, também estão dentro de padrões filosóficos, morais e espirituais que tentamos entender.

Porque no final de tudo não existe nascer e morrer como entidades absolutas da existência: não passam de duas portas, a porta de entrada e a porta de saída de uma mesma entidade absoluta, a VIDA.

Se de uma parte é grande a indignação contra todas essas crendices exageradas, fraudes da internet e notícias sem fundamento, de outra, sinto que a NASA, o ESA, CIA, FBI e nenhuma outra agência irá avisar o mundo quando realmente houver uma ameaça presente.

A grande verdade é que o Apocalipse já começou pra muita gente. E que, para elas, morrer seria lucro.

Igrejas ou instituições religiosas não tem nada a ver com profecias. Todas as profecias, sabedorias e ensinamentos dados pelos mestres foram, em certo grau, apoderados pelas instituições, que usaram-nos de forma boa e má. A Igreja, com todos os seus crimes, é a instituição que mais construiu escolas e hospitais de caridade. Por exemplo, aqueles haitianos sem eira nem beira que chegaram no Brasil depois do grande terremoto, em SP? 

Sabe quem os recebe? A Igreja Católica, e ninguém mais, nem a Igreja Evangélica, nem a prefeitura, nem qualquer outra instituição pública ou privada.

Então, temos que ser justos na hora de julgar.

Não somente vendo os erros, mas os acertos, em função daqueles ensinamentos que não pertencem a Igreja nenhuma, mas são da humanidade, patrimônio cultural de todos nós.

Não devemos medir a sabedoria antiga em função das instituições. Esse é o erro mais comum.

A sabedoria antiga existiu antes de qualquer instituição ou templo de pedra.

É legado dos Irmãos maiores, os mais adiantados na sala de aula, para nos ajudar.

Que não morra a coisa mais importante em nosso espírito, a compaixão.
Gosto de uma citação budista: o Universo evolui para a Compaixão Infinita.
Enquanto ela existir, haverá esperança.

A pedra mais dura ainda esta no coração do homem sem compaixão.
Temos que nos lembrar de agradecer todas as noites pelo que temos.
E pensar que as pessoas só reclamam pelo que ainda não tem…

A TERRA nunca acabou, apesar de sucessivos fins de mundo.
A Terra se renova em sua superfície como uma cascavel trocando de pele, daí a cosmologia maia usando o símbolo da cascavel em muitos ensinamentos.

Prova maior é que estamos aqui.

Os maias comparavam o planeta Terra à cobra cascavel, que apenas troca de pele a cada estação.

Ao que parece, motivos para as teorias do Fim do Mundo é que não faltam.

Não são coisas fantasiosas, mas muito reais, circulando acima das nossas cabeças e pequenas vidas. Não creio que seja tão quimérica assim a imaginação dos teóricos do fim do mundo. O que não faltam são motivos cósmicos e terrestres para isso. Até o ano passado, o planeta X não existia, e era motivo de chacota para quem lhe desse algum crédito…e agora, 2016, ei-lo!

Nem se trata somente de fé em coisas invisíveis. São coisas já bem visíveis.

Então o médico das almas não tem o dever de mostrar a doença da humanidade? Não seria pior se Ele nada falasse, e nos deixasse ao sabor do caos saído de nossas próprias mãos? E se o pai fechasse os olhos para todas as coisas erradas que fazem os filhos? No que estes filhos se transformariam? Em delinquentes?

Como chegamos a este ponto? Fazemos tudo errado, Deus nos dá alertas, e ainda botamos a culpa Nele?
Porque nunca vemos que os culpados somos, sempre, nós mesmos?

Temos que tirar essa arrogância do coração, porque essa é a maior das doenças na alma humana.

Temos que aprender a reconhecer os erros, isso se chama humildade. Ou será que queremos fazer todas as coisas erradas e não sermos punidos por isso?
O Universo é Lei, não é Caos. É ordem, não desordem. É harmonia, não anarquia.

Não basta o próprio exemplo da impunidade no Brasil, criando monstros de todo tipo e instalando o inferno da criminalidade?

A vida ensina: o mal traz o mal. E a culpa é de quem o praticou. E de mais ninguém.

Ser piedoso não significa que Deus deixou de ser Justo.

Até porque Misericórdia sem Justiça nunca funcionou.Olha só o que tanta piedade está causando no Brasil, tanta piedade com a bandidagem.

Não é questão de botar medo, e sim, de alertar o estado de doença, de maldade, de loucura.
Só o orgulho tem raiva de ser acusado.

Para germinar e dar fruto, a semente precisa morrer. Mas a morte não significa o fim da semente. Apenas o começo da árvore.

“Os que andam com Deus podem até passar por problemas, na medida em que os problemas aparecem como didática de crescimento espiritual. Mas nunca por tragédias. Porque o homem sem Deus é quem as redige de próprio punho”.

Estudando a Física do átomo, a quântica da energia e a certeza de um universo consciente e inteligente por trás de todos os fenômenos,percebemos claramente que não existem acidentes ou golpes de sorte ou de azar, e que tudo é orquestrado segundo a budista e newtoniana lei de causa e efeito.

O que salvou Noé não foi a Arca, mas a sua integridade em tempos de tremenda corrupção. O homem justo continuará a história, sempre foi assim, em outros ciclos que também terminaram. Porque o espírito é imortal, mas a carne é chamada a se renovar.

A Biblia insiste nisso: o homem justo é sempre amparado. Mas o homem ímpio, este será vítima de seus próprios acidentes.

E a fé nesse argumento é que faz toda a diferença nesses momentos.

Os justos sofrem pelos pecadores para lhes ajudar a carregar o peso da culpa. Coisas que nos parecem injustas, mas vamos para a imagem da escola e da sala de aula. Enquanto existem alunos adiantados ali, existem os atrasados, e os adiantados tem que esperar por todo o ano letivo para que os atrasados os possam alcançar. Não podem os adiantados terem o ano letivo encurtado por causa de seu adiantamento, eles tem que esperar pelos atrasados, e se puderem, ajudá-los na lição que estão sem compreender. Assim funciona com a Lei Maior.

Aparentemente, o justo sai perdedor nesse esquema, mas isso é aparentemente: o lucro maior é no espiritual, e todo bem assim feito e sofrimento em nome da injustiça recebe um salto evolutivo extraordinário no mundo espiritual.

Haja visto o exemplo maior de Jesus Cristo, que não teria adquirido lugar de honra do lado do Pai se não fosse pela Cruz, grande sofrimento em nome da injustiça.

Bem, esta é a didática do céu, e o livro de Jó debate muito profundamente sobre ela:

“Quem quiser perder a sua alma, por amor de mim, este a ganhará, mas aquele que quiser ganhar a sua alma, este a perderá”

No final, o maior perdedor nessa história é o ego.

E o maior vitorioso, sempre, o amor.

JP em 12.02.2019
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