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Algo muito estranho está acontecendo na série de terremotos da Califórnia, que não pararam até agora…

Onda de terremotos na Califórnia – mais estranha do que se imagina

 

A maioria das pessoas que vivem no sul da Califórnia toda a sua vida seria rápida em dizer que os terremotos não são nada fora do comum.

Onda de terremotos na Califórnia - mais estranha do que se imagina
Mapa do USGS representando locais de choque duplo e tremor secundário logo após o evento M7.1, que exibe um padrão distinto de ‘T’, criado pelas duas zonas de falhas perpendiculares. (USGS / domínio público).

No entanto, com a chegada do feriado de 4 de julho, moradores do norte de Los Angeles tiveram mais do que apenas fogos de artifício para agitar as coisas, enquanto um enxame de terremotos sacudiu as comunidades do deserto em toda a região até a semana seguinte.

 

A NBC Los Angeles informou que até segunda-feira de manhã “quase 3.000 tremores secundários foram registrados na área desde o grande choque de magnitude 7,1 de sexta-feira e magnitude 6,4 no terremoto do Dia da Independência, os terremotos mais fortes que atingiram o sul da Califórnia nos últimos 20 anos”.

 

Os terremotos foram centrados nos arredores da cidade de Ridgecrest, no deserto de Mojave, a cerca de 240 quilômetros ao norte de Los Angeles.

 

Embora os terremotos não sejam incomuns na região, isso não significa que a onda de tremores da semana retrasada tenha sido algo típico.

 

Os geólogos observam que existe apenas cerca de 5% de probabilidade de que um terremoto significativo seja seguido por um terremoto ainda maior. No entanto, essa foi apenas uma das maneiras pelas quais os primeiros pares de terremotos que atingiram a região aparentemente desafiaram as probabilidades.

Live Science informou que o terremoto do Dia da Independência (4) ocorreu em uma região de falha não mapeada ao longo da zona de falha de Little Lake, perto de Ridgecrest, e envolveu rupturas de ângulo reto, que podem ser mais facilmente detectadas hoje do que há anos atrás.

A geocientista Michele Cooke disse à Live Science:

Isso é muito interessante geologicamente. Não temos muitos terremotos em nosso registro que mostram o deslizamento simultâneo de duas falhas perpendiculares.

Muitos de nós estamos imaginando se essas complicações são realmente a norma e que nossos instrumentos há mais de 10 anos não eram sensíveis o suficiente para detectar essas complicações.

 

Cooke sugeriu que esses eventos sísmicos ‘raros’ podem não ser tão incomuns.

 

No entanto, os geólogos não foram os únicos a perceber coisas estranhas coincidentes com os recentes terremotos na Califórnia. Segundo a Associação Nacional de Radioamadorismo – EUA (sigla em inglês, ARRL), distúrbios na propagação de HF (Alta Frequência) na costa oeste pareciam coincidir com o terremoto de 4 de julho, resultando em um ‘grande apagão de rádio de ondas curtas’ durante o feriado, um fenômeno que foi observado por um número de operadores de rádio HAM na região.

 

Alex Schwarz, operador de radioamador da Colúmbia Britânica, Canadá, que opera o sismógrafo de RF, relatou que havia correlações “entre a atividade do terremoto e as condições da faixa de alta frequência”, disse que a interrupção do rádio começou por volta de 1600 UTC em 4 de julho e continuou em 5 de julho.

 

Segundo a ARRL:

[Schwarz] disse que em 4 de julho o apagão foi total exceto 20 metros, onde as condições foram “severamente atenuadas”… O sismógrafo RF também detectou o terremoto de magnitude 7,1 em 6 de julho na mesma vizinhança.

 

Finalmente, a NASA também estava monitorando os tremores, com uma pequena ajuda da Agência Espacial Japonesa (JAXA) e um de seus satélites, o que resultou em imagens coloridas das áreas afetadas pelos terremotos:

 

Onda de terremotos na Califórnia - mais estranha do que se imagina
Imagem que descreve o deslocamento da elevação do terremoto após os eventos sísmicos de 4 de julho (Crédito: JPL / Caltech / NASA). 

De acordo com o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, a equipe da Agência Espacial de Análise e Imageamento Rápido (de sigla em inglês, ARIA) emprestou dados coletados pelo radar de abertura sintética, que foi colorido para revelar pequenas alterações que eram visíveis na área dos terremotos.

Science Alert informou:

Cada cor … representa 12 centímetros de elevação ou afundamento na paisagem, com evidência de rachaduras nas linhas cortando as franjas de algumas cores.

 

Apesar da força significativa dos terremotos da semana retrasada, poucas lesões foram relatadas já que o epicentro dos tremores foi localizado em uma área remota.

Também é possível que mais terremotos e tremores secundários continuem durante as próximas semanas, embora os dados únicos coletados em seu rescaldo possam ajudar a reformular nossa compreensão de fenômenos sísmicos semelhantes nas próximas décadas.

 

Fonte: mysteriousuniverse.org

 

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Nossos leitores acompanharam, desde junho, nossa leitura dos crops circles da temporada 2019, que dizia que em Julho, uma série de alinhamentos planetários somados a eclipses poderiam mesmo gerar toda essa onda sísmica e eletromagnética incomum na Terra.

 

Nossas previsões se confirmaram, e esta série atípica de terremotos nos EUA, Califórnia, que já estouraram a marca de 3000 tremores, parecem ter sido desencadeados, ou melhor, estimulados pelo grande terremoto de 7.1° naquela região,  em 6 de Julho, já que os feixes sísmicos começaram antes, pouco depois do eclipse solar total de 2 de Julho, e se a ciência oficial ainda não sabe relacionar a causa-efeito entre alinhamentos planetários, energia gravitacional, ondas gravitacionais e perturbações sísmicas, as estatísticas já demonstram que são leis verdadeiras e reais.

 

Agora, todas essas situações incomuns em torno desse feixe de terremotos, desde o desenho em forma de letra T na região até a perturbação de instrumentos, apagões, geração de altas frequências de interferência… mostra, por um lado, que estamos mesmo diante de um grande e misterioso evento que não atinge somente a Califórnia, mas que tem uma assinatura global, e por outro lado, o quanto ainda a ciência moderna ignora tudo isso.

 

Hoje, 16 de Julho, é o eclipse lunar parcial, e ainda que parcial, esse eclipse promete outro gatilho poderoso a ser disparado em forma de energia gravitacional propagante no espaço, e se alguns astrônomos fora do círculo acadêmico oficial estiverem corretos, esse eclipse será ainda mais poderoso em seus efeitos que o solar anterior porque a Lua estará exatamente na mesma região do planeta 7X, o candidato mais forte a Nêmesis, o segundo Sol, na atualidade.

 

O tempo… e os eventos falarão por si!

 

 

O Disparo do Eclipse Lunar de 16 de Julho

Reavaliando o interessante crop circle de Yarnbury Castle, em 03 de Julho, vemos que ele mostrou um cronômetro cujo eixo de disparo de tempo está representado pelo eclipse lunar, ou seja, Sol no centro, Lua na extremidade e a Terra entre ambos, como ocorre nos alinhamentos do tipo, anualmente.

Mas, por que um cronômetro, e por que aquela disposição de 7 objetos (círculos) na figura, e principalmente, por que um objeto bastante afastado, e como se aproximando?

Que objeto é esse?
Creio que o crop circle deu a resposta.

Se você contar, o crop circle tem 7 círculos pequenos, dispostos simetricamente no círculo maior principal. E quatro destes circulos formam a letra X! E esse X intercepta justamente a Terra, no centro do eixo interno.

Agora, junte 7 e X, e temos 7X, a identidade do planeta (ou segundo Sol, estrela anã) que se aproxima ao longe, e que vai disparar uma enorme energia gravitacional hoje, 16 de julho.
Sabe por que?

Porque a Lua, no eclipse, estará entre as constelações de Sagitário e Capricórnio, o local exato onde alguns astrônomos posicionaram este objeto P 7X atualmente, e que se aproxima do Periélio, que eles calculam, será entre fevereiro e março de 2021.

Então, o eclipse de hoje será uma forma interessante de avaliarmos se realmente esse objeto detectado na região de Sagitário e Capricórnio é, de fato, o segundo Sol, em função das energias geradas a partir de hoje em diante, e que serão intensamente reforçadas pela presença da Lua no mesmo lugar, mais os planetas, Sol e Terra alinhados no eixo onde as energias gravitacionais farão um corredor espacial.

Hoje, o botão do cronômetro vai ser acionado…

 

 

Eclipse Lunar e a identidade do segundo Sol revelada: 7X

Muitos crops circles deste ano e de anos anteriores mostraram, na linguagem dos padrões, um segundo Sol ou misterioso objeto não identificado já dentro do sistema solar, algumas vezes relacionando-o a quinta órbita do Sol, em Júpiter.

Mas este ano, ao lado da fantástica série de crops circles com o tema alinhamentos, especialmente os franceses, esse objeto foi retomado, e destaco agora o crop circle de Yarnbury Castle, em 3 de Julho, um dia depois do eclipse solar (2 de julho).

Ele contém sete círculos pequenos ao redor de um grande círculo que lembra exatamente um cronômetro, e traça a letra X. Unindo essas informações, temos o código 7X, que é exatamente o nome do “planeta” ou misterioso objeto que alguns astrônomos liberais estão estudando, atualmente entre a constelação de Sagitário e Capricórnio, e dizem eles, segundo seus estudos, que tal objeto alcançará o periélio (ponto mais próximo do Sol) entre fevereiro e março de 2021, e logo depois, este objeto passará muito perto da Terra.

Ao que me parece, já que a Lua se alinhará no eclipse exatamente na região celeste onde, atualmente, transita o objeto P 7X, o eclipse lunar de hoje poderá disparar tanta energia que, nos próximos dias, teremos muitos eventos desatados sobre a Terra, daí a analogia com um cronômetro, sugerindo uma espécie de contagem regressiva que começa hoje, dia do eclipse lunar, este eclipse que irá apertar o botão de “Start” das grandes mudanças.

Na mesma direção da Lua, estarão Saturno e Plutão, e um pouco mais afastado, Jupiter. Alinhamentos poderosos acontecem hoje.

E conforme venham estes eventos, poderemos ter diante de nós uma demonstração experimental e estatística de que realmente esse objeto p 7X é importante, e possa ser mesmo a estrela anã vermelha candidata a segundo Sol: Nêmesis.

 

 

 

O Que o Sol-Pai fecundou no eclipse solar de 2 de julho, hoje, a Lua-Mãe concebe no eclipse lunar. E hoje, 16 de Julho, a  Lua-Mãe concebe no Útero de Gaia, a Terra, seja lá o que for.

Hoje será apenas o primeiro dia desse algo que nascerá e crescerá nos próximos dias, meses e anos até sua maturidade.
Que Deus envie sinais ao mundo.

Porque os crops circles já enviaram estes sinais, mas a grande maioria ainda não acredita neles…

 

JP em 16.07.2019

 

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