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A Terra Extrema

 

 

 

 

(Texto de 2018)

 

O Ano “Novo” de 2018 mal entrou, e a TERRA EXTREMA já mostra a sua assustadora face. Mesmo debaixo de um período com dois eclipses chegando, o lunar (31/01) e o solar (15/02), e outra Lua de Sangue (31/01), a primeira de outra TÉTRADE em seguida (2014/2015), o planeta já abriu o “feliz Ano Novo” com temperaturas extremas no Norte (Inverno) e no Sul (Verão), as quais, definitivamente, derrubam duas teorias famosas:

a) Aquecimento Global
b) Mini Era Glacial

O Sol derretendo na Austrália com temperaturas em torno ou acima de 50° positivos, e o Frio trincando e congelando até praias, com temperaturas despencando para quase 60° negativos, demonstram a Teoria que eu aqui defendo desde o começo: a Causa de tudo isso, a Causa da TERRA EXTREMA, é a perturbação que o núcleo planetário está sofrendo por sucessivos alinhamentos gravitacionais com “massas desconhecidas” no espaço do sistema solar, e a cada novo par de eclipses e outros alinhamentos planetários com a Terra, mais energia é injetada no núcleo, acelerando seu pulso e provocando intensificação dos efeitos climáticos e geológicos na superfície, procedentes dos movimentos e transformação da energia na Dinâmica Interna do Planeta em convulsão.

Tudo isso já tinha sido previsto e anunciado há séculos pelo Calendário Maia/Asteca, cuja data que marcou o fim do Ciclo Longo da Terra aconteceu a cinco anos atrás; qualquer um pode fazer por si mesmo a análise da aceleração dos processos climáticos e geológicos do planeta desde 21.12.2012, incluindo outros fenômenos celestes, a saber, explosões solares, índice de asteroides e meteoros, etc.


E desde então, e de tal forma, o núcleo do Planeta, para que todos compreendam, está se comportando como um coração que está acelerando seus batimentos, injetando assim calor (energia) no corpo por causa do estímulo sobre a circulação sanguínea e a pressão interna.

Sim, muito calor e pressão interna estão se acumulando DENTRO DO PLANETA, e é claro, cedo ou tarde, eles sobem para a superfície… até o ponto crítico do ENFARTE… que é a sobrecarga máxima do coração, aquela que o planeta pode suportar, sucumbindo em seguida…

Isso não é HAARP… é um processo da cosmologia de morte e renovação de todo o planeta após cada final de Ciclo longo, como previram acertadamente os maias.

Esse modelo planetário explicaria os fenômenos naturais cada vez mais intensos, e que não tendem somente a ondas de calor ou ondas de frio isoladas, e sim, a CONTRASTES DE TEMPERATURA CADA VEZ MAIORES a cada novo ano, quando a Terra se posiciona nos solstícios e abre sucessivos verões e invernos nos Hemisférios Norte e Sul. Não somente a questão térmica, mas temos visto também a intensificação de processos vulcânicos, sísmicos, ciclônicos e pluviométricos (chuvas) ou secas, neve em lugares nunca vistos, chuva na Antártida, perturbações no campo magnético e na rotação, recuo da maré em alguns litorais, enquanto ela sobe em outros, a ascensão exorbitante da Ressonância Schumann, e uma soma elevada de perturbações da ordem natural dos fenômenos, em todas as regiões da superfície terrestre.

Tudo isso no ano em que Israel completa 70 anos, e a atenção do mundo cai sobre os capítulos 24 e 25 de Mateus.
O Chifre 11. Os sete anos.
Vigiai e Orai.

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Ps: atualizando para o ano “novo” de 2019 (porque o texto acima foi escrito em 2018) eis que todos os recordes já foram quebrados, confirmando mesmo a teoria da Terra Extrema!

Ventos solares, feixes sísmicos, furacões, vulcões, incêndios, queimadas… até quando a Terra vai aguentar?

 

JP em 02.09.2019

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