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A Chave Mágica do Triskellion Celta

 

O Triskelion celta é uma chave antiga, muito antiga, procedente do antigo conhecimento ariano-venusiano das origens obscuras da Europa…
e vem daí também a famosa SUÁSTICA, mas com um sentido completamente diferente.

Enquanto a Suástica (quatro braços em rotação) é uma espécie de cruz dinâmica mais aplicada aos aspectos da matéria e da forma (os quatro elementos, a noção de movimento, ciclos de tempo e transformações), o Triskelion, com três braços (ou três pernas, vindo desse termo seu nome GREGO), tem uma sintonia exclusivamente PSÍQUICA, com pouca ressonância no mundo da forma, e nesse aspecto, a Suástica e o Triskelion se complementam, 3 e 4, mundo psíquico e mundo físico.

O Triskelion diz mais respeito à fusão do psiquismo interno em suas três correntes conhecidas, correntes psico-nervosas, a saber:

1. A corrente mental/cerebral (superior)
2. A corrente emocional (mediana)
3. A corrente vital/instintiva (inferior)

A corrente mental brota no cérebro, especificamente, na região da testa (entrecenho), irrigando todo o cérebro, e se opõe à corrente vital/instintiva, cuja raiz está no osso coccígeo e se relaciona ao famoso chakra da base.

Na região mediana se situa o centro emocional, no umbigo, o plexo solar das emoções.

No ser humano comum, estas três correntes, além de impregnadas de energias densas e negativas procedentes do EGO, não fluem, em tal situação, dentro de um quadro de harmonia e equilíbrio que lhes permita fluir em sintonia. E então, acontece que o CENTRO DO SER, que não está em nenhum daqueles três pólos mencionados, mas está no CORAÇÃO, fica desconectado com esses três veículos de manifestação da alma no mundo externo, e o resultado fatal dessa situação é um estado permanente de inconsciência e impotência.

Para que estas três correntes de energia voltem a se conectar com o Centro Real do Ser, o Coração, precisam ser trabalhadas e purificadas INDIVIDUALMENTE, e quando então começarem a verter puras e niveladas, por si mesmas formarão o padrão do TRISKELION, e por si mesmas estabelecerão a reconexão com o coração, COMO QUE POR EFEITO DE MAGIA, MAGIA DO SER!

E o Segredo do TRISKELION se manifestará!

Daí eu diga que se trata de uma antiga chave mágica dos povos arianos, e das origens do mundo indo-europeu.

As pessoas infelizmente não são equilibradas, o que concorre para dizer que não tem a conexão real de consciência e poder com o coração.

Ora se inclinam para o tipo racional-intelectual em excesso, ora tombam para o sentimentalismo, ora caem na vida instintiva do comer em excesso, da atividade sexual sem freios e sem pureza, etc.
Assim, exagerando num dos três pólos determinados da ação, cairão em débito nos outros pólos, criando assim buracos de energia e enormes defasagens de psiquismo interno, o que rompe imediatamente com a conexão ao centro cardíaco.

Muitos confundem o centro do coração com o pólo das emoções, e isso está errado. O centro emocional é no umbigo, na região do plexo nervoso chamado plexo solar, e nada tem a ver com o centro do coração, que é a origem do psiquismo que se reparte em três.

Porque o psiquismo é, ao mesmo tempo, mental, é emocional e é instintivo-sensorial, e por isso o Triskelion tem essa imagem e conceito de TRÊS EM UM.

Naquele estado descrito, o equilíbrio se perde, as três correntes caem impuras e com notas de defasagem, ora mostrando excesso, ora carência.

A conexão com o centro espiritual do coração é rompida, e a alma cai em trevas e em fraqueza virtual, não havendo, em tal condição, a manifestação de uma CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL REAL que proceda do SER INTERNO nestes três veículos psíquicos.

O que vai acontecer é que nos tornaremos meras criaturas construídas pelas impressões externas dos cinco sentidos, somando impressões intelectuais, emocionais e físicas das experiências vividas do lado de fora da vida, e projetaremos essas impressões, julgando que sejam amostras de consciência real do Ser Interior divino, e que jamais poderiam ser a partir do quadro patológico de doença de alma que trazemos, conforme o que foi descrito.

Teremos a tendência de ser ou intelectuais/racionais, ou emocionais/sentimentais, ou instintivos, de acordo com as preferências, inclinações astrológicas, enfim, de acordo com as coordenadas do mundo externo que assim nos construiu e nos moveu segundo nossas tendências internas.

Mas é preciso saber que ainda falta muito para desenvolvermos a nota real de consciência espiritual, ensinada pela chave mágica celta, altamente divina. Seremos e manifestaremos uma soma de memórias, lembranças, gostos, preferências e tendências em nossos veículos psíquicos que não vem do centro real, mas da construção das impressões do mundo exterior, pessoas, contatos, memórias, etc, e elas se apresentarão em nosso juízo como sendo consciência real, mesmo estando longe, muito longe de sê-la.

Sem essa ciência, não há como trabalhar consciência, digo e falo da consciência real, a voz interior.

A chave mágica do Triskelion ensina que teremos consciência real da fonte do ser no coração somente quando começarmos a limpar as emanações mentais, emocionais e instintivas, e depois ir calibrando-as entre si, procurando viver a esfera mental, emocional e física em doses certas, moderadas e que se equilibrem naturalmente.

É como a árvore com sua raiz, tronco e copa de flores e frutos bem estabelecida e firme sobre o chão da existência.

Uma vez limpas e calibradas entre si, passam a fluir naturalmente em harmonia, como o reencontro das três irmãs, filhas de Vênus, a Harmonia, ou então as três faces da Deusa, a racional (Anciã), a emocional (mãe) e a instintiva (a jovem).

Essas três corrente se farão UMA POR SI MESMAS, e nesse estado de UM, é que haverá a reconexão com o coração, e todo o poder-luz do coração volta ao fornecimento da mente, das emoções e do corpo, e nesse estado, estes três centros de energia experimentarão a Iluminação e o Poder real do Espírito nesta vida!

Todos os caminhos e experiências que realizamos do lado de fora do Ser e do seu mundo interior só terão valor se nos ensinar a buscarmos a fonte da consciência do lado de dentro.

O Universo exterior é um enorme espelho que procura todo o tempo nos fazer procurar as estradas do universo interior, onde descansa a nossa realidade individual. Antes dessa descoberta, seremos estrangeiros de nosso próprio país interior, o que é uma condição lamentável.

Esta é a grandeza particular do Triskelion.

Representa a Trindade espiritual em muitos outros aspectos, todos eles concorrendo para sua origem e unidade central.

Pode inclusive representar os três tons do Acorde criador e as três letras do mantra sagrado AUM (OM) ou do Nome de Deus IAO conforme os antigos sábios da Grécia, Egito e Israel.

Uma definição final seria a partir do próprio Nome e significado de TRISKELION: TRÊS PERNAS!

O “animal” de três pernas, de acordo com o enigma proposto pela Esfinge a Édipo, é o ancião que se apóia na bengala, e mais, é o INICIADO com seu cajado ou bastão iniciático de poder, que se distingue assim dos homens comuns, com suas duas pernas limitadoras.

Essa é a magia dos símbolos: uma quantidade enorme de conhecimentos concentrados num único grupo de traços e formas!
Não é a toa que os deuses da atualidade preferiram nos enviar o NOVO EVANGELHO DOS TEMPOS em linguagem de símbolos:

OS CROPS CIRCLES!

A FUSÃO PSÍQUICA

Práticas procuram pela FUSÃO PSÍQUICA, que acontece durante uma interiorização profunda que nos leva a Meditação, quando, num estado superior de ALMA, conseguimos nos tornar unidade psíquica, ou seja, corpo, mente e emoções fusionados num único impulso de energia anímica, o qual então pode se reconectar ao coração, o centro do Ser.

Enquanto sejamos três ou dois internamente, estaremos divididos.
Temos que ser UM, ser corpo, emoção e mente numa única ENTIDADE DE ALMA, aí sim acontecerá a magia conforme o Triskelion.

Porque a reconexão com o coração será estabelecida, e a consciência efetuará seguramente todos os saltos necessários a expansão do DESPERTAR! Só conquistando essa Unidade da Trilogia psíquica interior conseguiremos estabelecer a conexão com o coração e mergulhar no SER em intensidade e pureza absolutas.

Isso equivale aos estados budistas de contemplação interior, os quais nutrem a alma com iluminação legítima.

 

JP em 04.06.2019

 

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