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Viagens Mentais no Tempo

 

Como sempre temos falado, sim, o tempo é tão curvo quanto o espaço, mas a idéia  não é nova e nem original.

E se o tempo se curva, então pode acelerar ou desacelerar em determinadas regiões do tecido do espaço, conforme a topografia temporal do sistema gravitacional aplicado.

Mas veja… o tempo pode acelerar ou desacelerar… não voltar para trás.


Isso porque as soluções das equações de Einstein prevêm que o tempo tende a zerar quando a velocidade de ruptura tende a luz, gerando o limite infinito.

Soluções negativas não aparecem nas equações, ou seja, quando um corpo rompe os limites tridimensionais do espaço-tempo, mergulha na eternidade e o tempo deixa de passar. Dessa forma, é que acelera o tempo conforme se aproxima do ponto de ruptura, ou desacelera conforme se afasta dele.


Mas velocidade ao infinito não é a única forma de alcançar o ponto de ruptura… um corpo parado, estático, mas vibrando determinada frequência, nota, oscilação,,,, pode alcançar o mesmo ponto e submergir no Hiperespaço.


Esse é o gancho que ainda falta inserir na Teoria da Relatividade para quantizá-la e torná-la a base da Teoria das Cordas.

Dentro da Cosmologia da Relatividade, então, saltos no futuro são factíveis.


Se a gente reparar bem, temos um exemplo diário deste fenômeno: o efeito SONO.


Quem é que acorda tendo a impressão de que esteve 8 longas horas na cama? O tempo voa na cama quando dormimos bem, mas dura uma eternidade quando dormimos mal, ou mal dormimos!


Uma noite bem dormida as vezes passa a sensação de que você mal deitou e já acordou. São sensações de tempo diferentes para a mente.


Porque nossa mente estava em outras dimensões, enquanto o corpo dormia por aqui.


Então, ela sente um período de tempo diferente.


Mas há os casos das longas noites mal dormidas, quando 8 horas se fazem uma eternidade.


São distorções temporais para a nossa mente.


A consciência percebendo o tempo de várias formas, porque visita diferentes dimensões… porque a mente bem treinada é a melhor máquina para se viajar no tempo. Se qualquer máquina for inventada, precisa se basear no seu funcionamento muito “quântico” por sinal.

O PARADIGMA DO TEMPO


É exatamente igual ao jogo de xadrez.


Cada jogador tem diante de si infinitas possibilidades de movimento, mas só pode realizar um movimento de cada vez.


No plano mental,que se antepõe ao temporal, você pode vislumbrar todo o emaranhado de saídas e soluções para determinadas situações.


Essas seriam as linhas alternativas fluindo no mundo mental das
possibilidades, mas o ato realizável é linear e sequencial… porque ele é que cria o próprio tempo. O tempo, o que é?


A sequência de eventos que se fecham dentro de ciclos.
Mas o que vem antes do tempo? A mente, esta que pode antever todas as linhas fluindo em torno do evento a se materializar a frente.

Então, numa dimensão virtual, os mundos paralelos existem na forma de potenciais mentais que podem ou não se tornarem eventos.

A sequência linear de todos os potenciais que se tornam eventos dentro do universo é o que concebe o tempo.


E não precisamos voltar ao passado, pela própria definição do CICLO.


O tempo não é curvo?

Pois é, o ciclo sempre volta ao passado, num formato repaginado.

O tempo é ilusório nesse sentido, o amanhã não existe como coisa nova, senão que o futuro é o retorno do passado que o sistema em ação memorizou em suas bobinas de registro.


Isso podemos ver nas estações que passam. A natureza memorizou a primavera e podemos ficar seguros que a natureza aciona a primavera depois de cada inverno.


Não há o novo aí, no sentido de coisa original nunca vista.


Há somente o retorno do passado no presente.

Por isso não existe nem na teoria e nem na prática esse conceito de voltar ao passado numa máquina e fazer tudo diferente, fazendo coexistirem várias linhas paralelas de ação em supostas dimensões alternativas…. isso é pura ficção científica.


Em termos práticos, desnecessário ao universo, que já volta ao passado pelo simples fato de o tempo ser curvo, ciclo fechado.

 

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Os seres que conseguem o acesso ao plano da eternidade, tem sim esse vislumbre do jogo passado-futuro. No máximo, se John Titor fosse real (ele não é real, é um fake da internet, porque muitas coisas anunciadas por ele não se realizaram, e uma pessoa que se diz vinda do futuro com informações tem que ter 100% de acerto, o que não foi o caso dele)… continuando, os profetas por exemplo tem vislumbres do futuro no tempo presente.
E seres do mundo da eternidade podem estar entre nós falando do futuro da Terra. E também podem trazer informações de como foi o nosso passado. Quem tem acesso ao mundo da eternidade vê as duas coisas. Mas voltar ao passado não precisa. O passado volta no futuro. O tempo é circulo fechado, no qual se acrescentam as causas e efeitos do giro anterior.
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Voltar o passado no sentido de ver o passado acontece, mas não no sentido publicado pela ficção, de voce mudar o futuro. Isso fere a Lei do universo, porque todos os dias, voltamos ao passado do ontem.
O dia repete cada ontem, somando as consequências dele num hoje diferente de ontem. Mas cheio de repetições.
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Sim, podemos inclusive consultar os famosos registros akáshicos da memória da Terra. Mudar, não faz sentido. A natureza vai girar e trazer tudo de volta. O tempo curvo faz isso, sempre volta ao ponto de partida por causa dessa memória acionadora por trás das engrenagens do tempo.
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O amanhã é o ontem noutro envelope.

 

JP em 06.06.2019

 

Veja também:

 

Nikolas Tesla e sua experiência involuntária com a Quarta Dimensão

 

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