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A Viagem Astral e símbolos do Antigo Egito: o falcão peregrino

 

 

falcão-peregrino (Falco peregrinus) é uma ave de rapina diurna de médio porte que pode ser encontrada em todos os continentes exceto na Antártida. A espécie prefere habitats em zonas montanhosas ou costeiras, mas pode também ser encontrado em grandes cidades como Nova Iorque.

 

 

Na América do Sul, ele só surge como espécie migratória, não nidificando aqui. Atualmente a ave é considerada o animal mais veloz do mundo, podendo atingir cerca de 320 km/h ou mais.

 

 

 

 

A perfeita e rápida locomoção no ar deve-se a diversas adaptações. Sendo uma ave, o seu corpo é revestido com penas, que têm origem na epiderme, as quais têm uma função isoladora e são impermeáveis. No geral, as penas apresentam uma cor azul-acinzentada com listas escuras, sendo as das asas rígidas e as restantes bem justas ao corpo. Na cabeça têm uma coroa preta, a cauda tem pontas brancas e a sua barriga esbranquiçada apresenta pintas. As asas apresentam uma envergadura entre os 80 e os 115 centímetros. A sua cauda é curta, ao contrário das suas asas que são longas e pontiagudas, e as patas estreitas e longas. Todo o seu corpo se encontra bem adaptado às suas performances de voo.

 

 

 

Espécie cosmopolita no Mundo, só não existindo na Antártida. Ocorre em grande parte da Euroásia e nidifica na maioria dos países europeus. As populações do norte e do leste do Paleárctico Ocidental são fundamentalmente migradoras, enquanto que as do sul e do oeste são sedentárias, com as populações intermédias movimentos nómades e dispersos, em particular as mais setentrionais.

 

 

WIKIPÉDIA

 

No Antigo Egito, os falcões e, em especial, o Falcão Peregrino, era o animal que representava o deus Hórus, filho de Isis e Osíris, uma analogia antiga daquela cultura aos mistérios dos Filhos de Deus e, especialmente, ao Deus Salvador que conhecemos por Cristo, encarnado na pessoa humana de Jesus de Nazaré.

 

As relações com Hórus, o deus falcão egícpio, e o falcão peregrino

 

Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos. Esse nome é derivado da antiga palavra egípcia hr (her), a qual em sua forma mais primitiva era a preposição acima ou sobre, pois Hórus, o falcão, pairava acima de todo o país e de seus habitantes e era o símbolo natural do rei que reinava sobre todo o Egito.

 

 

 

O FALCÃO, CUJA VISTA É TÃO PODEROSA que é ele o único animal a poder fixar o Sol, é, por excelência, o animal de Hórus, o deus-Sol. Já no período pré-dinástico os reis eram conhecidos como seguidores de Hórus.

 

 

Durante o Império Antigo (c. 2575 a 2134 a.C.), o deus-Sol era adorado como pai legítimo do faraó reinante, criador de todas as leis e entidade de quem emanava toda a autoridade visível.

O deus-Sol governava nos céus como um soberano divino, contrapartida celestial do faraó. Hórus, representado pelo falcão, era o deus do céu, um símbolo da realeza divina e o protetor do faraó reinante.

 

 

NO CURSO DA HISTÓRIA DO EGITO, esse deus foi pessoalmente identificado com o rei, talvez porque aquela ave podia voar através dos céus a grandes alturas e vigiar o império. Todo faraó, ao reinar, usava o nome de Hórus como o primeiro dos seus títulos e seu trono era o trono de Hórus.

 

As míticas batalhas entre Hórus e Seth, absorvidas pela cosmogonia espiritual da Bíblia pela batalha entre Cristo, o filho solar, e Satan, o princípio das trevas e da oposição

 

Para os egípcios o faraó era Hórus, o falcão celeste, cujos olhos representavam o Sol e a Lua. Nos relevos há várias cenas nas quais o deus Hórus aparece ao lado do faraó como criaturas iguais, da mesma estirpe.

 

Duplo Olho de Hórus, encontrado em uma tumba egípcia

 

(***)

 

Evidentemente, é preciso extrair sabiamente dos conhecimentos codificados dentro das simbologias místicas para se aplicá-los devidamente aos trabalhos de aprimoramento da consciência através da expansão dos poderes psíquicos latentes na mente e na alma.

 

Comecemos com essa interessante relação proposta por alguns pesquisadores, que encontraram analogias visuais entre deuses e símbolos egípcios no corte interno do cérebro e cervical.

 

 

 

Neste diagrama, várias analogias são propostas:

  1. Corpo Caloso (a barca de Rá, deus Sol principal)
  2. Tálamo (Disco Solar de Rá)
  3. Glândula Pineal (Osíris)
  4. Glândula Pituitária (Isis)
  5. Pedúnculo cerebral com a Medula oblongata (Hórus, na imagem do falcão)

 

 

Considerando a Pirâmide de Quéops nas suas relações com a caixa craniana, onde dorme o faraó a ser ressuscitado (despertado),  existem duas câmaras importantes: a câmara do Rei e a câmara da Rainha. E a relação entre Osíris (o rei) e Ísis (a rainha) com as duas glândulas cerebrais (Pineal e Pituitária) nas suas relações de poder ativado nos chakras cerebrais que lhes correspondem (frontal e coronário) é algo muito procedente!

 

 

Poderes de uma santíssima trindade que precisam ser interconectados para abrir as asas de Hórus em nosso cérebro, o que equivale a duas capacidades que afloram:

a) O Olho de Hórus: consciência desperta, poderes mentais ampliados.

b) O falcão Hórus: o dom de viagem astral e o deslocamento por dimensões paralelas.

 

 

Deusa Maat

 

Lembrando que não somente Hórus era um deus alado. Sua mãe Isis, e a deusa Maat, por exemplo, também eram representadas com asas. Como o deus Sol Rá em sua versão Kepri (o deus Escaravelho), também relacionado aos poderes do Universo do despertar astral.

 

 

As relações entre o cérebro e o escaravelho foram lidas aqui:

 

Seria o Escaravelho sagrado do Egito uma representação do cérebro dos deuses?

 

 

Portanto, essa nova relação entre o cérebro e certas proporções anatômicas do seu corte, com os símbolos e deuses do Antigo Egito, correspondendo aos seus atributos e poderes, é bastante interessante no sentido de se transformar em chaves de prática.

 

 

 

O deus Rá era o principal símbolo da divindade solar no antigo Egito. O nome Rá é um mantra de ativação cerebral, como eu expus detidamente no tópico acima destacado.

Lembrando que:

 

Muitos idiomas conservaram o nome divino do Sol com fonemas similares: Ravi (Sol, na Índia), AHAU (lê-se Arrau) entre os maias, e RAM, nome de Deus para os hindus. E Rabi (Mestre solar, entre os cabalistas). E o arcano 20, que equivale a letra R (Reish, cabeça, no hebraico) demonstra a chave de poder da trombeta (RRRRR….) que aciona partes do CEREBELO (associado ao movimento e coordenação motora da mente sobre o corpo, tanto físico quanto ASTRAL) e anuncia o despertar.

 

 

Por isso, se chama, além de O JULGAMENTO, A RESSURREIÇÃO!

 

 

 

 

E, para terminar, em representações antigas, os egípcios associavam o CORPO ASTRAL DO FARAÓ a um pássaro (falcão), chamado de KA, este mesmo corpo ou veículo de alma que, depois de sua morte, subia até as estrelas (código Órion) para assumir a Imortalidade, dádiva de Osíris, após seu julgamento no Tribunal divino.

 

 

A pesagem do coração do morto pelo deus Anúbis

 

 

Dependendo dos méritos verificados neste Julgamento, é que Osíris concedia (ou não) imortalidade ao faraó requisitante.

 

 

E Anúbis em pessoa preparava a sua múmia para o dia de sua ressurreição e conversão em deus imortal.

 

 

 

 

Dito isso, existe uma tremenda vantagem em se aprender a viagem astral: na verdade, várias vantagens.

 

 

Primeiro, ela é um tipo de ensaio consciente da morte (desligamento da alma astral com o corpo físico), porque saímos do corpo todas as noites, mas sem nenhuma consciência ou controle sobre a experiência, o que significa submergir nos planos do Astral inferior (Limbo) com sonhos comuns e, muitas vezes, pesadelos, que representam prejuízos para a consciência da alma que continua adormecida do outro lado, como aqui.

 

 

E a melhor das vantagens da viagem astral:

 

Ninguém precisa esperar o dia da morte para saber como é do outro lado. Podemos visitar os setores do OUTRO LADO DA VIDA em nossos sonhos despertos, se aprendermos a abrir as asas do falcão solar em nossa mente, dotando-o de olhos capacitados para ver o Sol e todas as luzes que se ocultam atrás da cortina da noite e do sono comum do corpo… o que significa aprender e evoluir em cenários importantes, tão importantes quanto os cenários e contatos de aprendizado que realizamos neste mundo, mas com uma vantagem: a experiência astral pode nos remeter ao ILIMITADO.

 

 

Quem são os deuses?
São humanos transformados, são almas que aprenderam a explorar seus potenciais cerebrais além da faixa comum dos seres comuns, e entre outras coisas, adquiriram a consciência, a mobilidade e a imortalidade dos deuses em seus corpos e veículos, porque são mais de um. O corpo físico é apenas o apoio dos veículos sutis que os humanos transformados a semelhança dos deuses aprenderam a despertar e mover nas dimensões que lhes são equivalentes.

 

 

JP em 20.04.2019

 

 

 

 

 

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